Mensagens Bonitas para Amigos

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“Escolhe teus amigos como quem escolhe alturas. Pois o espírito que permanece nos vales raramente conhece a grandeza do horizonte.”

CONVITE AOS AMIGOS.
Meu novo livro, NÃO HÁ ARCO-ÍRIS NO MEU PORÃO, já está disponível em pré-venda na Amazon Kindle.
" Uma jornada pela memória, pelas dores ocultas e pela esperança que resiste no interior humano.”

NÃO HÁ ARCO-ÍRIS NO MEU PORÃO — MARCELO MONTEIRO
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Pessoas de caráter são de poucos amigos, pois preferem ter alguns verdadeiros ao seu lado do que muitos falsos.

“Atrasarei mas chegarei” Frase dita por um grupo de amigos, onde na faculdade eles diziam quando perguntavam se iriam comparecer a aula.

⁠Entre risos e lembranças, a roda de amigos vira máquina do tempo — e a nostalgia dança com a saudade.


Eduardo Santiago

“Cuidado com amigos frustrados — muitas vezes é da frustração deles que nasce o veneno que amarga relações felizes.”

Tem gente que prefere ser amigo do problema e inimigo da solução.(Rodrigo Branquinho)

O amigo sussurrou: Posso te ajudar.
O inimigo sorriu: Eu já ajudei.
Um deles mentiu,
não importa qual.
Eu já sabia.
Sempre saberei.

Me perguntaram se ela era só minha amiga.
Eu disse que sim.
Depois me perguntaram se ela era a minha vida.
Eu disse que não…
Mas se um dia ela precisar que eu dê a minha vida por ela, pode ter certeza: eu dou.
Porque algumas pessoas não são apenas parte da nossa vida,são o motivo de ela ter sentido.
E às vezes, o que sentimos vai além do simples "amor" …
é algo que simplesmente não precisa de explicação.
Isso te faz lembrar de alguém?

Aquele amigo que estende a mão para te ajudar, mesmo que precise brigar com você para te salvar, quando todos os outros que dizem gostar de você ignoram seus problemas, mesmo no limite e se arriscando… isso não é ajuda. Isso é amor.

Duvide antes de acreditar, o amigo "maduro" solteirão do seu esposo destruirá sua união.

Entre minhas historias das noites cariocas, me lembro bem do saudoso amigo o grande cronner Jamelão, como gostava de ser chamado. Sempre ouvia ele a cantar nos fins de noite no antigo Café Nice, na Avenida Rio Branco no centro do RJ. Todo embecado de smoking no ápice da elegância masculina. Conhecido internacionalmente como black-tie que eu falava para ele que era alugado na Casa Rolas que ficava na Avenida Augusto Severo, mas ele sorria e negava, e ele me falava carinhosamente com ar de deboche, sai fora moleque.

Eu e Caio Mourão, fomos parceiros e amigos íntimos, na troca de experiências no que tange técnicas de trabalho do metal e técnicas de lapidação. Nos encontrávamos quase que três vezes por semana em seu atelier em Ipanema. Com isto, em pouco tempo me tornei consultor e marchand de suas obras de pintura e esculturas realizadas em aço. Freqüentei durante anos seu refugio criativo em Iguaba, na região oceânica do Rio de Janeiro como também por diversas vezes encaminhei para restauração e mesmo negociei, a seu pedido obras de arte de se acervo particular. Com isto guardo grande ternura pela família, em especial a filha Paula Mourão, que deu continuidade ao Atelier Mourão em Ipanema, como centro de excelência na formação.

Além de parceiro, amigo íntimo, consultor e marchand de Caio Mourão, fui discípulo no conceito da arte jóia de autor. Não um mero lapidário e ourives copista de modelos e padrões estrangeiros mas um artista plástico joalheiro brasileiro, seguindo a corrente do pensamento e do oficio da arte dos metais da escola da moderna joalheria brasileira pós Caio Mourão. Em si Caio, foi um divisor entre o ensino técnico da ourivesaria e o desdobramento para ser um artista plástico joalheiro, e com isto passar a criar, a Arte Jóia assinada. Destruindo a atribuição genérica usual de valores pela gramatura por peso da obra e passando para a valorização pela idéia, criatividade e a execução.

Acompanho a escola e o pensamento clinico da querida amiga Dra. Nise da Silveira que revolucionou a psiquiatria brasileira ao substituir tratamentos agressivos, como eletrochoque e lobotomia, por uma abordagem humanizada centrada na arte, buscando a linguagem da criatividade como expressão, no acolhimento, afeto e na terapia ocupacional auto gestora no desabrochar do lúdico e místico que povoam o universo dos pacientes com sofrimento psíquico severo. No entanto sou contra ao fechamento das estruturas manicomiais, por que loucos, psicopatas, tarados e selvagens muitas das vezes são irrecuperáveis e não podem viver a espreita para vitimar a sociedade.

Vivo rodeado de grandes nomes da sociedade. Meu amigos são todos eles importantes, o mais simplesinho do meio, sou sempre eu que aprendi com o tempo a cultivar e zelar pelas boas e generosas amizades.

Quem teme a solidão e mostra fraqueza diante dela, senta-se à mesa com a serpente, chama-a de amiga, e toma o seu veneno em taça de vinho.

Sinto saudade de quando os professores eram quase amigos, quando a sala parecia pequena demais para tantas conversas e os intervalos se estendiam entre risadas e partidas de xadrez. Até das aulas que matávamos para sentar juntos diante do tabuleiro eu sinto falta, e o mais engraçado era ver os professores rindo da nossa ‘rebeldia’, porque, enquanto outros matavam aula para ir embora ou ficar presos ao celular, nós simplesmente fugíamos para um canto para disputar uma partida de xadrez. É estranho sentir saudade até das pequenas transgressões de uma época em que nossos maiores problemas cabiam em um tabuleiro, algumas peças espalhadas e a certeza de que a próxima jogada seria motivo para outra risada.

Em tese, ser amigo do rei pode ser melhor do que ser o próprio rei; o amigo aconselha, enquanto o rei carrega o peso das decisões.

Quando a máquina conhece nossas preferências melhor do que nossos amigos, o problema já não é tecnológico; é antropológico e jurídico.