Mensagem que sua Semana Seja Abencoada
... penso que
nem toda desilusão,
por mais dolorosa que seja,
deveria sujeitar-se à cura - em
razão de uma significativa carga
de desprazeres e mal-estares
aptos anos imunizarem
de desilusões
maiores!
... um mínimo
gesto de Fé que seja,
para além da mais sincera
oração; de uma honesta e profunda
devoção, nasce da certeza da mão
do Criador encorajando-nos
o viver!
... não se realiza
o bem, seja por vaga imposição,
seja pela ideia de, mesmo que tardiamente,
sermos lembrados - pois não há como
exigir,nem sequer exaltar aquilo
que nascecomo natural
expressão do que
somos!
... nós, homens,
temos por hábito - seja por
necessidade ou conveniência -
ceder ao inadmissível. Hábitos
para os quais oarrependimento,
sozinho, será incapazde ressarcir.
No entanto, a contachega,
e em porçõesdistintas...
Pondere a vida!
Bom dia!
Seja luz na vida de alguém, o seu "bom dia" com o coração cheio de amor pode mudar o dia de alguém;
O que é a vida?
Talvez não seja resposta, mas travessia.
Não um sopro passageiro, nem um teste de perfeição,
mas a chance diária de crescer em consciência.
Nem tudo será compreendido,
e está tudo bem.
Que sejamos lúcidos, gentis e corajosos,
porque não caminhamos sozinhos .
Deus habita o processo.
Se souber pouco na sua profissão, atenha-se ao mais seguro.
Desse modo, ainda eu não seja considerado inteligente, passará confiança. Aquele que sabe pode se arriscar a fazer o que quer, mas saber pouco e arriscar-se é jogar-se voluntariamente no precipício. Quando se sabe pouco, é melhor seguir pela estrada principal. Deve-se manter o caminho reto e não faltará o caminho firme. Em todos os casos, sabendo ou não sabendo, a segurança é mais prudente que a singularidade.
Eu ser pequeno diante de Deus, não significa que eu seja pequeno diante das pessoas. Somente diante de Deus!
Não me incomoda ser criticado, desde que seja para construir. Mas crítica feita pra destruir não merece meu silêncio.
Que a relação de amizade seja uma escola de erudição, e a conversa um ensinamento; que os amigos sejam professores, permeando a utilidade de aprender com o prazer da conversa.
... nenhum homem
vive sem questionar, sem demonstrar
no que verdadeiramente acredita: seja
em um Ser Criador ou em algo capaz de
ocupar seus neurônios e opiniões.
De fato, somos todos teimosamente
questionadores;, embora,
provisoriamente
crédulos!
Se os presídios se tornaram poderosas incubadoras de facções, talvez a prisão domiciliar seja só um jeito torto de afastar criminosos da pós-graduação.
Talvez um dos maiores riscos da Preguiça de Pensar seja nos apaixonarmos pelos que fingem que o fazem.
Num mundo onde quase tudo pode ser dito, mas quase nada escutado — talvez o bom ou mau-humor seja nocivo aos Donos da Verdade que não conseguem se despir da Toga do Moralismo.
Onde se fala muito e ouve-se muito pouco — o ruído é constante, e o humor se torna muito perigoso.
Talvez o bom ou o mau-humor sejam nocivos apenas aos donos da verdade, esses que vestem a toga do moralismo como se fosse um escudo contra qualquer desconforto.
Não suportam o riso porque o riso desarma, não suportam a ironia porque ela revela, e não suportam o espelho que o humor, em sua essência, quase sempre oferece.
Enquanto o mundo se divide entre os que falam e os que reagem, o ouvir continua sendo o ato mais revolucionário — e o rir de si mesmo, o mais Libertador.
Pois, para os que não conseguem rir de si próprio, as palavras perdem o dom de tocar para alimentar o vício de ferir.
Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitos depressivos vivem à exaustão, de tanto morrer a prestação.
Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitas pessoas depressivas vivem à exaustão…
De tanto morrer a prestação.
Vitimando corpos que seguem em movimento enquanto o espírito já se despede em parcelas invisíveis, abatidos por uma dor que o mundo insiste em não querer contabilizar.
A depressão é, talvez, a forma mais lenta, silenciosa e medonha de luto: o indivíduo se despede de si mesmo gradualmente, sem flores, sem velório, sem alardes…
E o mais triste é que, ao contrário da morte física, essa não desperta o mínimo de compaixão — desperta julgamentos.
Às vezes, é muito mais fácil ver só fraqueza e frescura onde só há cansaço mental, e desleixo onde só há desespero, do que praticar a empatia.
Talvez um dia, quando entendermos que o sofrimento do outro também tem voz, ouçamos os que morrem devagar, antes que seja tarde demais.
Bendito seja Deus, que teve o cuidado de escolher o 28.º dia de outubro — ou nada — para me favorecer com a graça de confiar-me àquele que veio para laurear meus dias e, por vezes, salvar-me até de mim mesmo: o Homem da minha vida!
A ti rogo toda sorte de bênçãos, em nome de Deus Pai, de Deus Filho e do Espírito Santo.
Sei bem que tu sabes, mas a minha eterna gratidão pela tua existência — e a certeza da finitude da vida — obrigam-me a repetir: te amo, filhão!
Feliz aniversário!
Ao meu filho amado, Alessandro Teodoro Jr.!
Talvez o jeitinho mais charmoso de escapar das insídias da polarização seja instigar os próprios neurônios.
E, quem sabe, instigando-os, consigamos tirar para dançar os apaixonados por ela — sem precisar dançar no mesmo ritmo, pisando em pés ideológicos.
O difícil é provocar alguém a pensar com a própria cabeça quando o aluguel já foi pago pelos discursos prontos, pelas frases feitas, bordões ou slogans.
O conforto das frases feitas é tentador e embala muita mente cansada.
Pensar dá trabalho...
Repetir, nem tanto.
É muito mais fácil vestir um discurso à pronta entrega do que costurar uma ideia.
Mas o exemplo ainda tem o poder de constranger a preguiça mental que a polarização — reinventada — promove.
