Mensagem para minha Irmã que vai se Casar

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Prece de Amor (Luiz Maria Borges dos Reis)

Meu Deus como sois bom Senhor
Eu vos adoro, eu vos agradeço e vos bendigo
Pelo dom da vida
Por tudo que eu sou e tenho
Muito obrigado Senhor.

Socorrei-me neste momento de angústia e de dor
Livrai-me de todos os males
Valei-me Senhor.
Não me deixes perecer
Fortalecei-me e levantai-me
Mostrando-me o verdadeiro caminho a seguir
Pois sem vós nada posso e nada sou.

Vinde em meu socorro Senhor!
Vinde em meu socorro Senhor!

Considero o amor pelos animais um impulsionador do crescimento individual. Essa conexão desperta empatia, compaixão e um senso de responsabilidade; um sinal claro da nossa evolução emocional e espiritual. Em contraste, aqueles que ferem ou se aproveitam dos animais tendem a trilhar um caminho oposto rumo ao desprezo e repugnância!

O amor não é uma alucinação romântica; é o único ato político capaz de sabotar o niilismo e a indiferença.

O amor não dói por ser intenso, dói porque revela o quanto somos dependentes do reconhecimento do outro.

Se a moral fosse filha do medo, ela desapareceria na ausência de vigilância; mas o amor a mantém mesmo no silêncio.

Se deus é amor, alguém esqueceu de atualizar o manual de instruções da realidade.

A criação não foi um ato de amor, foi um espasmo de tédio de uma entidade que não suportava o próprio vazio.

Sou o universo em colapso, querendo o infinito, carregando o amor como uma supernova.

O amor é o único erro de cálculo que vale a pena cometer num universo indiferente; é a única forma de cuspir na cara do nada e dizer: "Hoje não, hoje eu escolhi a alucinação de ser importante para alguém".

Amor surge do caos como uma faísca em pólvora seca, incendiando almas que outrora congelavam no gelo do desespero solitário.

O amor que se estende a todos não alcança ninguém; é uma moeda inflacionada que perdeu o seu valor de compra.

Exigir o amor universal é exigir uma mentira biológica em nome de uma santidade hipócrita.

Se o amor requer provas, o amor ao desconhecido é apenas um estelionato emocional.

O amor ao próximo é a algema de ouro que o coletivismo usa para escravizar o indivíduo.

Talvez o problema seja o conceito de "amor": para o religioso médio, amar parece ser o ato de odiar fervorosamente qualquer um que não se curve ao seu delírio coletivo.

Embora eu não experimente mais o amor quando morrer, o amor provavelmente continuará vivendo sem mim

DEUS NÃO É AMOR


1. O amor é uma relação direta entre humanos (e requer provas e atitudes).


2. Deus não se relaciona diretamente com seres humanos (não há provas de fala direta).


3. Logo, Deus não é amoroso (ou não há provas do amor divino).

⁠No vazio caótico do niilismo, o amor emerge como uma alucinação selvagem, quase incapaz de se sustentar, mas persistente o suficiente para desafiar a insignificância, transformando o desespero numa esperança arrogante que devora o nada.

Se deus de fato existisse e tivesse um pingo de amor-próprio, ele processaria as igrejas por calúnia e difamação. Afinal, ninguém destruiu tanto a reputação divina quanto o fanático que usa o nome dele como combustível para incendiar a vida do próximo. A religião não é o caminho para o céu; é o muro que os odiosos construíram para dividir e controlar a sociedade.

Uma entidade superior te oferece a verdade absoluta sobre o universo. O custo: o amor da sua vida e toda a humanidade morrem diante de você. O que vale mais: a verdade ou o amor?