Mensagem para Alguém Especial

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⁠O sempre amor

Amor é a coisa mais alegre
amor é a coisa mais triste
amor é coisa que mais quero.
Por causa dele falo palavras como lanças.
Amor é a coisa mais alegre
amor é a coisa mais triste
amor é coisa que mais quero.
Por causa dele podem entalhar-me,
sou de pedra-sabão.
Alegre ou triste,
amor é coisa que mais quero.

Adélia Prado
Poesia reunida. Rio de Janeiro: Record, 2015.

Me pergunto qual foi o começo de todo esse amor…
Como eu poderia esquecer dos dias em que apenas te admirava à distância? Dia após dia, me perdendo em teu sorriso, me encantando com teu jeito, me alegrando apenas por te ver.

Como colocar em palavras que, além de tua beleza única, ainda havia tua energia — uma energia calma e brilhante, que me fazia sentir cada estrela no céu e no mar?

Após tantos anos, ainda tento descrever tudo o que sentia ao te ver…
E, duvido que algum dia eu consiga escrever todos os poemas que meu coração te recitou.

Sigo, então, comparando-te a todas as coisas belas que há no mundo — já sabendo que nenhuma delas chegará aos teus pés. E mesmo que o mundo inteiro brilhe, ainda me falta tua luz.

No banco da praça, vejo a modernidade,
transformando tudo em mercadorias,
a arte, o amor, e também o messias,
pessoas vagando, perderam a autenticidade.

Fito os olhos, vejo a maioria,
como formigas, andam sem questionar,
vivendo em uma constante letargia,
uns omitem, outros se orgulham,
não sentem vergonha da ignorância!

Estão vendendo suas mentes,
distração em lucro transformando,
Vivendo a vida de 10 em 10 segundos,
celular à mão, dedos deslizantes.

Jogados em um mar de conhecimento,
cabeça cheia de informação barata,
Parecer é melhor do que ser,
Muita dopamina, para esquecer o sofrimento.

A identidade se perdeu na multidão,
e apenas vejo crescer a solidão,
Deixaram a modernidade,
o moldar em mero objeto,


Vive em um mundo conectado,
Sem perceber que está isolado,
Trocando, profundidade por velocidade,
A internet que um dia foi novidade,
Tornou-se uma doentia necessidade.

Na ciência do amor, somos protagonistas da nossa história, tiramos o que há de bom para aproveitarmos na nossa vida.

Passamos por dúvidas, descobertas e silêncios — até que, enfim, chegamos ao amor.

Bem distante do fim do mundo, é contigo que me encontro — como se o amor soubesse exatamente onde me esconder.

Pressinto o nosso amor nos versos românticos que selaram nossas vidas. Cada palavra escrita carrega o eco dos nossos sorrisos, e cada rima desenha o contorno dos nossos abraços. Somos poesia viva, entrelaçados nas estrofes do destino, onde o tempo apenas confirma o que o coração já sabia.

Amor é uma escolha


O amor não é um sentimento,
é a escolha de ficar.
Ficar quando for monótono
E quando alguns dias a tempestade chegar.


É dançar sem ouvir a musica
é ser cura, amigo e colo.
Oportunizar e conduzi-lo ao crescimento,
Sem interesse do retorno.

Invisto no nosso amor hoje, para colher amanhã os frutos de tudo que construímos.

Sempre que ouço sobre amor genuíno, minha alma e meu coração só consegue pensar em Deus.

⁠Amor, meu grande amor
Só dure o tempo que mereça
E quando me quiser
Que seja de qualquer maneira

Angela Ro Ro

Nota: Trecho da música Amor, meu grande amor.

⁠Não penso ter a vida inteira
Pra guiar meu coração
Sei que a vida é passageira
E o amor que eu tenho não

Angela Ro Ro

Nota: Trecho da música Fogueira.

O verdadeiro amor não nasce da necessidade, mas da escolha de compartilhar a vida com quem se aprecia de verdade.

"O amor incondicional não pode ser tratado como o contrário, não confunda com prazeres da carne"

Saúde é o equilíbrio entre corpo, mente e alma.


Cuidar de si é o primeiro ato de amor.

Mãe Gaúcha


Em cada rancho do pago
Um belo amor floresceu:
Mulher guerreira, gaúcha,
Presente que Deus nos deu.


Sempre com mate cevado
E o carinho no olhar,
Depois dos filhos criados
A saudade lhe faz chorar.


Nos braços do seu carinho
Ela ensina com saber,
Mostrando rumo e caminho
Pro filho não se perder.


Minha mãe querida,
Onde estiver,
A bênção de Deus,
Gaúcha mulher!


Que criou seus filhos
No rancho, no galpão,
Te levo pra sempre
Em meu coração.


De poncho, alma erguida,
Feita de campo e ternura,
Mãe gaúcha é luz da vida,
Bondade e formosura.


Não tem nada no mundo
Maior que seu valor:
Um abraço de mãe
É verdadeiro amor.


E quando ela nos deixa
A vida perde a razão,
Mas seu mate nunca esfria
Em nosso coração.


Minha mãe querida,
Onde estiver,
A bênção de Deus,
Gaúcha mulher!


Que criou seus filhos
No rancho, no galpão,
Te guardo, minha mãe,
Dentro do coração.




Renato Jaguarão.

Você me ensinou o amor de uma forma tão profunda, que agora sou grato por tudo o que eu aprendi sobre amar.

O que eu achava que era amor era dependência emocional, onde eu achava que era reconfortante era a depressão, e onde eu achei que não era o amor, era o amor em pessoa pegando na minha mão e dizendo que tem orgulho de mim.


Isso é sobre pessoas e eu. Eu sempre achei que sabia de tudo, mas eu não sabia o que fazer sobre os meus sentimentos e o que era realmente. Fui descobrir depois de 3 anos.

Achava que era uma forma de amor!

Porém, o amor verdadeiro não desaparece, não se finda.

Crença era de que era real, até que me deparei com muitas falsidades.

Nunca considerei que fosse uma ilusão, dado que parecia tão clara diante de mim.

Não era amor, já que o amor é compreensivo e não prioriza a si mesmo.

Não era, pois o amor envolve colaboração e troca.

Não era, pois quando é amor, sempre encontramos maneiras de resolver quase tudo, já que o amor é capaz de enfrentar qualquer desafio.

Acreditei que fosse, mas estava errado, porque quando é amor

Não se apaga

A ilusão se desfez e revelou a verdade.

O que pensei ser amor não era mais do que um reflexo de meus próprios desejos.

Mas aprendi que o verdadeiro amor é paciente, não busca interesses próprios e tudo suporta.

É parceria e reciprocidade, um equilíbrio que fortalece e não destrói. Agora, com essa experiência, posso reconhecer o amor verdadeiro quando ele aparecer. Já apareceu, você!

A mulher que um dia eu fui

Houve um tempo em que eu acreditava cegamente no amor. As palavras doces me tocavam profundamente…

Me deixavam vulnerável — e eu achava isso bonito.

Mas o tempo passou.

E com ele, vieram as desilusões.

Hoje, ainda acredito no amor… mas com ressalvas.

A cada dia, luto contra a descrença que me consome em silêncio.

As frases lindas que antes me encantavam agora soam ocas. Começo a pensar que talvez fossem só palavras —

como tantos já me disseram.

Não escrevo mais cartas de amor. As palavras não fluem. A comunicação é difícil. É como se tivessem arrancado o meu lado romântico à força.

E isso me dói.

Porque a pessoa que agora ocupa esse espaço…

gostaria de ouvir o que sinto. Os poemas que um dia fiz — e recitei — pra você.

Será que um dia eu volto a ser? Aquela mulher sonhadora, sensível, romântica... a que você destruiu?

Será? Hoje, tudo o que consigo dizer… tudo o que ainda sobrevive em mim…

é que eu te amo.