Mensagem Espírita sobre o Tempo

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A horda do continuo fluxo do espaço e tempo realça a virtude da floresta negra.
Nas órbitas mais longínqua temos o teor de cada novo caminho para iluminação de cada ser...
O cubismo muitas vezes nos dá sonhos de realizações no limiares do cosmo.

Na alquimia do tempo e o espaço.
Se abrange a conexão do ser humano com desconhecido...
Sendo detalhado o uso transhumanismo e é ilusão por baixo de disfunção os robôs inteligentes.
Desde da caverna e suas sombras o ser humano ainda tem a vivência de estar acorrentado a dogmas.
Para novas descobertas se tem sem curiosidade e raciocínio lógico aprimorado.
Vemos iluminação nas contas do universo.
Sendo a lua um percentual absurdo da ilusão ate iluminação.
O embarque a ilusão dos acontecimentos, cordas são puxadas para que boneco tome o próximo movimento.
As danças de bonecas ainda intertre o ser humano.
A faceta torna se corriqueira...
Mas, a humanidade ganha novas possibilidades diante o fanfarrão.

_Arco do forte_
Um título perdido no tempo pois ignora quebrou o arco.
Novos capítulos do estado inerte atônito todavia unidos

Seria simplório a balelas decorrentes a desconstrução do mundo é pujante.
Sendo digno ate da loucura...
Continua no poder

Tempo e sua constante necessidade de viver.
Lágrimas secas num mundo inerte atônito todavia seus caminhos são pesares.
Nunca mais voltará das profundezas.
Mesmo assim contemplamos olhos no vazio extenso.
Amargo momento irônico.

Dia apos dia a mente floresce num arco vespertino.
Somos apenas pulmas num resplendor de um tempo em movimento crescente.
Criamos e fomos criados pelo momento da criação e mesmo ainda somos um sopro da imensidão.
Por Celso Roberto ⁠Nadilo
Fruto de um pensamento

Nos caminhos dos sonhos somos relíquias perdidas no tempo...
Somos bem aventurados ate que nos tornamos poeira,
Somos esquecidos pois o tempo passou e ao mesmo tempo parece que nunca existimos...
Apenas um nome e uma data de nascimento e morte.
?além quem foi... Embora ninguém o conheça?
O moribundo ninguém sabe quem era nada mais do que poeira deixada num canto escuro....
Seria possível seus fantasmas serem seus atos insanos.
Loucura que habita cada um de nós são fantasmas da manipulação.
Todo gênero é classificado e rotulado nas sombras da fogueira.
Tudo que dito esta no seu apogeu.
Em teu epílogo teu ego é o domínio das garras da dominação e alienação.
Vulgar o seja mente cega e obediente torna se escrava do sistema escravagista do clero burguês

Sinais do tempo

O vento se insinua e move delicadamente
As páginas desnudas e simples do livro
Sobre a bancada de madeira
Descansa ao lado do balanço
Se movimenta lentamente como num ressoar.

As páginas amareladas com sinais do tempo
Trazem a nostalgia de um passado
Contam as histórias de cada personagem
Lembradas com carinho dos
Momentos vividos intensamente.

O vento se mistura com o suspiro da morte,
A justiça invisível ouve suas lamentações
À distância os deuses louvam o momento,
A vida peregrina pelos campos desertos
Enquanto as almas procuram o descanso...

O livro continua sobre a bancada
Aguardando a companhia de alguém distante
Que talvez não volte mais.
Suas paginas melancólicas suspiram ao ver
Que o balanço continua solitário ao seu lado.

⁠Não me preocupa um erro "gramaticau" se o raciocínio é inteligente. Um tempo verbal pode ser sempre corrigido, um idiota não.

⁠É impressionante a falta de educação dessa tal de saudade. Aparece sem avisar, fica tempo demais e quando vai embora insiste em deixar tudo bagunçado.

Não há jeito mais medonho de perder Tempo do que passar Tempo longe do Dono do Tempo.⁠

⁠A imagem de
“forte o tempo todo”
só é vendida nas gôndolas da falta de opção.


Essa imagem muitas vezes não nasce da coragem, mas da falta de escolha.


É uma armadura vestida quando não há espaço para fraquejar, quando o mundo exige produtividade, controle e respostas prontas, mesmo em dias em que tudo o que existe é só o cansaço.


Ser forte, nesse contexto, vira sobrevivência — não virtude.


Ninguém é forte o tempo todo.


E nem deveria ser.


A força constante quase sempre desumaniza, silencia dores legítimas e transforma vulnerabilidade em culpa.


Há uma força mais honesta em admitir o peso, em parar, em pedir ajuda, em permitir-se sentir.


Porque a verdadeira resistência não está em nunca cair, mas em reconhecer os próprios limites e ainda assim continuar, um passo de cada vez, do jeito que dá.

A arte de amar é viver cada dia como se fosse o último — e, ao mesmo tempo, como se fosse eterno.

Último, porque devemos amar intensamente todos os dias e ter coragem de fazer o que ainda não fizemos, sem adiar sentimentos ou atitudes.

E eterno, porque existe algo além desta vida, uma dimensão maior, que não pode ser comparada a tudo o que conhecemos aqui.

Gosto de escrever no quase. Provoco com palavras que vestem e desvestem ao mesmo tempo. Escrevo sobre um toque, um olhar, e aí mora a graça. Os comentários são maravilhosos, porque revelam o que a imaginação do outro fez com o que eu plantei. Sim, sou um provocador. Admiro a essência da natureza da mulher: o jeito, o gesto, o mistério que não se explica, só se sente. E disso eu não abro mão.

O teletransporte quântico é mais do que ciência — é o início da comunicação sem tempo, onde a informação viaja pela consciência do universo.

Se minhas ideias sobreviverem ao tempo, é porque tocaram algo maior que a minha própria existência.

O que a memória ama


O que a memória ama,
não se perde no tempo…
vira presença silenciosa,
dessas que o coração reconhece
mesmo na ausência.


Te amo assim —
no detalhe que ficou,
no instante que não passou,
na lembrança que respira
dentro de mim.


Porque o amor verdadeiro
não depende do agora…
ele mora onde o tempo não alcança:
na memória,
e na eternidade do sentir.


Por Simone Cruvinel

Em Algum Lugar


Mesmo quando os caminhos se afastam,
o amor não se perde no tempo.
Ele caminha silencioso com a alma,
como uma luz que nunca se apaga.
Porque quem ama de verdade
nunca está totalmente distante…
em algum lugar do coração,
Deus sempre mantém o encontro.


Simone Cruvinel

O amor verdadeiro
não se mede pelo tempo,
nem se enfraquece com a distância.


Ele atravessa dias silenciosos,
vence saudades demoradas
e permanece inteiro
mesmo quando os caminhos se alongam.


Porque quando é de verdade,
o amor não se perde no espaço…
ele mora no coração
e aprende a esperar.


Simone Cruvinel

O Tempo do Amor

O tempo dedicado ao que amamos
é o único que nunca se perde.
Ele floresce silencioso,
cria raízes na alma
e se transforma em eternidade.
Só se vê bem com o coração…
porque o essencial não faz barulho,
não se impõe aos olhos,
não se mede em pressa —
apenas se sente.
E é nesse sentir profundo
que a vida revela seu verdadeiro sentido:
amar, estar presente
e guardar, no invisível,
tudo aquilo que realmente importa.

Por Simone Cruvinel

Deixe que falem, prossiga, não perca seu tempo
Enquanto eles falam viva seu melhor momento