Mensagem Espírita sobre o Tempo

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Não faças esforço desmedido para conquistar o que teu coração deseja; tudo tem seu tempo certo. O melhor virá, basta saber esperar.

Houve um momento em que vivi nos teus olhos, amando;
lá dentro, o tempo abriu portas e ficou a nos esperar.

Chegou o tempo em que nada existe de fato; palavras não podem ser repetidas. Revelações e informações que não se escrevem são transmitidas em segredo, porque a mente humana não é capaz de compreender.

O tempo, mais uma vez, deu a volta para iniciar uma nova semana. Ela não será muito diferente das anteriores, até o cronograma se repetirá quase igual. Não importa quantas vezes o tempo vai e volta, as coisas parecem sempre estar no mesmo lugar.

Quando estou só, sinto um vazio pela tua ausência; mas, ao mesmo tempo, percebo tua presença tão perto e sei que não estou só. A tua graça é luz suave que habita em mim — a luz de Jesus que ilumina toda escuridão.

Sim, o tempo varreu para longe de nós toda a lama acumulada no pântano que nos oprimia, sem nos trazer benefício algum.

Mangou de mim no momento em que eu estava vulnerável aos teus acalantos.
Mangou e, ao mesmo tempo, saiu da minha vida,
deixando as amarras do desprezo —
um jogo perigoso.
Fechou a porta, restando a saudade,
a lembrança afundando num pântano esquecido.
Mangou de mim antes do adeus.

Recuso-me a somar o tempo ruim que nada significou em minha vida. Estar feliz, em paz, vivendo o amor e abençoando, é o tempo em que aprendi a sorrir.

Enquanto estiveres vivo, serás visto e lembrado; após a morte, serás esquecido em pouco tempo. Fica a dica: tudo o que fizeres ficará enterrado contigo no túmulo

O apego é a fraqueza de um espírito pobre. Mesmo sabendo que tudo passa com as ondas do tempo, aquele que se prende aos bens materiais continuará sofrendo antecipadamente, até o fim da vida.

Por favor, tempo,
não mudes —
nem queiras conhecer meus pecados vergonhosos.
Até os anos escaparam da minha estrada,
desviando da arrogância
que assombrou minha juventude.


Por misericórdia, compaixão ou piedade,
as dores vividas corroem meus dias,
em um caos amaldiçoado.
Cada instante é tortura sem fim,
sem limites,
no corpo insano,
esquecido pelo tempo
que não esperou por mim.

O tempo não para na estação para embarque ou desembarque.
Segue em movimento contínuo
para que ninguém perceba que tudo na vida é repetitivo.Poucos notam —
o tempo continua disfarçando as repetições,
acertando os ponteiros para camuflar o óbvio.Tudo está visível nas memórias vividas,
e poucos discordam de que somos manipulados:
na saúde, no trabalho, na família —
a vida inteira gira na mesma rotação.Até a fé, o círculo religioso,
segue um cronograma repetitivo,
dia após dia.Resumindo: não sabemos de nada.
Na volta, o tempo não para são muitas perguntas sem respostas,
para que jamais possamos conhecer, de verdade,
a vida que vivemos.

Desde o começo,
sem forma e sem tempo,
a Tua presença já estava lá —
na criação do mundo, do universo e de tudo o que existe.


Fizeste o ser humano à Tua imagem,
para ser varão honrado, reflexo do Teu valor.
Mas, mesmo com toda a Tua obra perfeita,
o homem fugiu da tua presença,
rebelando-se, esquecendo da Tua graça.


A hipocrisia, a ignorância e a arrogância
subiram-lhe à cabeça —
quis ser Deus.
E assim, a tristeza insana passou a habitar
a vida que ele mesmo corrompeu.

Tudo dá certo no momento em que deve acontecer.
O tempo não se apressa para agradar quem está no fim —
ele apenas cumpre o ciclo da vida, com a sabedoria de quem sabe esperar.

Vem me fazer feliz do teu jeito.
Eu não vou questionar o tempo que vivemos em fraternidade,
construindo, tijolo por tijolo, o nosso amor.
Eu sei... você mudou. Está diferente.
Mas será que o nosso tempo de amar chegou ao fim
sem sequer me avisar?
Não me deu a chance de buscar refúgio.
A insônia atormenta minha solidão —
e a culpa é sua, por não me preparar
para essa mudança repentina.
Você não veio me fazer feliz,
nem me ensinou a suportar a dor da distância.
Ficou tudo aqui, em mim — sem você.

Foi tudo tão rápido que não houve tempo para compreender. Tomado por uma ira cega, não consegui me entregar aos poucos. A vergonha, antes esquecida, retorna ao compasso do coração. Os olhos, ainda marejados, não conseguem conter a fúria — e ela me impede de recuar diante da vergonha de você.

Olha dentro de ti — ainda há tempo de vencer a tempestade.
Abriga-te nas paixões que se foram, nos amores ausentes que já não te pertencem.
Apega-te à solidão, ao silêncio do vazio, até que a tormenta se dissipe.
Há lógica nas respostas conscientes e força no amor que renasce.
Olha novamente para ti —
e percebe a quem entregas o teu coração...

Em teus olhos encontrei abrigo,
luz suave que me fez ficar,
como se o tempo ao teu lado
fosse feito pra nunca passar.


Teu sorriso é meu sol em segredo,
tua voz, o som do meu lar,
e cada gesto teu tão simples
me ensina, sem querer, a amar.


Não há distância ou silêncio
que apague o que sinto por ti,
pois mesmo em sonhos, te busco,
como o rio busca o mar, sem fim.


Se o amor é feito de instantes,
os meus são todos teus.

O amor retalhado na alma, fruto do pouco tempo dedicado a quem não o acolheu,
é um amor menino — livre para descobrir horizontes,
mas ainda inocente e inexperiente,
por não conhecer os tropeços que o tempo ensina a suportar.

A beleza e o tempo caminham lado a lado, transformando-se a cada volta do relógio. O tempo não tem pressa, mas também não espera por quem ficou para trás. A beleza, encantadora e perfeita, é a pintura dos olhos e o desejo de todos. Ela busca se renovar a cada novo dia, correndo contra um tempo que não para.


A cada amanhecer, a beleza começa a murchar lentamente. Mesmo quando a vaidade se enfraquece, ela resiste e não recua. Porém, enquanto o tempo avança em passos silenciosos, a beleza não acompanha sua evolução — e testemunha sua própria decadência.


Tudo passa. A cada ciclo, os dias se encurtam, e a beleza, enfim, conhece o fim de seu reinado.