Mensagem Declaração de Amor para a Esposa
Grande dúvida que sufoca o coração e corrói a alma,navegar nas tuas palavras é um mar perigoso,as vezes o vento sopra ao meu favor,e as vezes está contra.
Dói na alma, saber que depois de todo esse tempo, ainda não tenho tua confiança.. o que fiz de errado ?
Te vejo vestida de diamante, talvez para os olhos alheios mas para mim é "somente" o sorriso mais belo de todos... Ahhh como eu queria apreciar tamanha riqueza, seus olhos contam histórias sem mesmo falar,sou vazio de alma, mas me deixas nervoso, quisera eu sentir sua alma de perto.....
Uns são como cometa,passam e talvez nunca retorna,porém você é uma estrela que sempre estará ali,e sempre te observarei,porque seu brilho é incomparável....
Quando se passa em frente a um espelho e vê teus olhos vermelhos de tanto chorar, olheiras gigantescas de tanto noites virar, teus olhos sem vida alguma já sem amor algum pra dar.
É ai que não se reconhece mais aquela criança feliz e animada que já foste um dia, agora só uma casca tentando conquistar mais um dia.
Se existe algo que aprendi nesses anos todos trabalhando para o publico, é que seria impossível agradar a todos sem antes valorizar a si próprio.
O vazio é tão grande que até mesmo ao redor de tanta gente me sinto só
Mas quando estou só me sinto bem.
Pessoas vem e vão a todo momento
mas somente eu continuo aqui.
Odeio me culpar por nunca ir junto..
Toda essa dor, saudade, paixões não correspondidas, infelicidades, tristezas e ausência de vida.
Talvez eu mereça...
Lembre-se! Preservar não é uma obrigação. E sim, nosso dever. De olhar e ver quão belo é a criação. Se respiramos é sinal de que alguém cultivou lá no passado. Para que hoje pudéssemos sentir o ar que entranha em nosso ser. Preservar não é uma obrigação. E sim a mais bela atitude de amar. É notar que não seremos eternos no mundo. E que outros virão e precisarão também respirar. Assim como nós, que um dia também precisamos. Plantai arvores! Para que um dia possam se lembrar, ao comer do fruto, que a existência dessa árvore foi fruto do amor, que alguém plantou e outro colheu. E saciou sua fome.
Preserve! Pois vidas dependem da sua atitude!
Ame ! E seja amado, só não seja condenado .Por não ter amado, na mesma maneira ,que um dia alguém o amou.
E eu olhei pra mim, enfim
Me descobri, me despertei
O tempo passou, o tempo cicatrizou
Eu vi alguma coisa que me mudou
E mudou você em mim
Então eu continuei e persisti em mim, apenas em mim
Assustas-me!
É estranho...
O mel das tuas teias,
Abrir-me no peito este lanho....
E corres-me nas veias
Porque és do tamanho
Do que me semeias!
Não sabia que era assim!
O bom também é ruim!
E padeço baixinho
E às vezes desalinho
Porque cheiras a rubi,
Nirvana, amor e um ninho...
Porque a tua alma sorri
E tem um pedacinho
De tudo o que eu pedi...
E é por o meu santinho
Gostar assim do teu...
Que me assustas...
Amo-te assim!
Amo-te assim, como o fogo ama arder
E arremessar calor e luz do seu ninho;
Quero assim como ele, amar-te e morrer
Contigo e assim arder devagarinho.
Amo-te assim meu amor, e lá mais adiante
Quando formos pó, poeira e coisa nenhuma,
Debaixo da terra, serei teu amigo e amante,
Serei teu mundo, até que ele nos consuma.
Amo-te assim, tão-só e simplesmente,
Que tão certo é Deus ser fé e piedade
Como a minha boca que não te mente
Ou estrelas e astros terem gravidade!
Perca eu a voz, o chão e tu e de repente,
Se este soneto não é, todo ele verdade.
“Casas comigo?”
És um oceano salgado e proibido;
Um cabo bojador de contradições;
Um grito vão, um choro reprimido,
Que me leva a um mar de emoções!
Se bravura fosse condição minha
E dela não ficasse sempre aquém,
Dar-te-ia o mundo numa caixinha,
O céu, o sol, a lua e mais além.
“Casas comigo?” era o que eu então
Diria, pra que percebesses que tu
És a fonte da minha inspiração!
E deste modo encabulado e cru,
Eis-me aqui entre caneta e papel
A oferecer-te um improvável anel.
Tenebrosos segredos
São noites cálidas, escolhidas a dedo
Em que a lua curiosa, depois floresce,
Porque enxerga o tenebroso segredo
Nosso, e que o mundo desconhece!
Somos tal avidez e vontade cobiçada,
Como culpados que imploram perdões,
Enquanto carne fraca é entrelaçada,
Comungando sigilo e firmes ereções!
Ó tempo, reduz à noite a velocidade,
Pra que entre o pôr e nascer do sol,
Todas as ganas e sedes da saudade,
Sejam acolhidas por baixo do lençol.
Ó tempo, sê nosso amigo e amante
Até c'o dia brote e luz se levante!
Borboleta iludida
Os teus olhos escondem diamantes
Nas retinas com olhares mortais
Que arremessam flechas ofuscantes
Como se fossem notas musicais!
A lua cheia, num mar de euforia
E eufórica rotação constante
Faz uma escura noite ser dia
E o amoriscado, coisa ofegante.
O coração, de cego, então insiste
No timbre perfeito, que não existe,
Como se o amor lhe desse a mão.
Mas tal como a borboleta iludida,
Que tão curto é seu ciclo de vida
Como o fado duma breve paixão!
O mal que ao outro um dia fizer,
Independente do tempo de quando for,
No presente do futuro o mal do passado a ti revelar-se-á.
O mal que ao outro um dia fizer,
Na volta da ida da contramão, o tempo não se atrasará,
Pois, sob o mal, na medida da precisão, o mal te abrigará.
