Mensagem de Saudade de quem Morreu

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⁠Em alguns dias, o coração aperta e a saudade aparece sem aviso. O silêncio se torna barulhento. A menina ora baixinho, pedindo apenas força, paz e a presença invisível que consola. Ela não busca respostas rápidas, apenas um sinal de que Deus está ouvindo.
E ele está!

- Edna de Andrade

⁠Hoje, o dia amanhece com uma saudade que não tem nome,
daquelas que apertam o peito em silêncio.

Você lembra do cheiro, da risada, dos conselhos,
das coisas simples que agora viraram eternas.
E embora ela não esteja mais ao seu lado,
ela segue viva… em tudo que te habita com amor.

O amor de mãe é semente que não morre.
É raiz que permanece, mesmo quando o tempo passa.

Neste Dia das Mães, que a lembrança seja colo.
Que a fé seja consolo.
E que o coração encontre um jeitinho de agradecer…
por tudo o que foi.
Por tudo o que ficou.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Essa saudade de nós, essa vontade de você que me consome!
É vontade de você, de sua alma, de seu desejo... de seu íntimo.
Vontade do teu corpo... Vontade de nós! Do nosso jeito gostoso de sermos nós.

Há um fogo em cada toque imaginado, uma saudade intensa em cada pensamento, e um querer que transborda sem medo.
Meus desejos chamam pelo teu nome, imploram pela tua presença, pelo teu abraço, pelo calor do teu corpo junto ao meu.

"Minha saudade é um grito mudo de quem já provou do céu
E agora acha o mundo inteiro pequeno demais para morar."

Eu me importei com tantas coisas inúteis, fragmentos da saudade, dor corrompida pelo meu coração afetivo.
Queria ter esquecido tudo que já passei de ruim, queria ter esquecido de esquecer.
Queria continuar sendo o que fui há milênios.
Eu sinto que estou me afastando, me distanciando, me limitando.

'' e a saudade volta todos os dias, sempre estou lembrando dos momentos que eu tive ao seu lado, porque apesar de todas as dores, não há ninguém, pelo menos para mim, que possa substituir você''.

Saudade fazem lágrimas rolar
Beijam lábios, sentem o paladar
E o sabor da saudade
Misturam-se nas voltas do tempo
Viajam nas ondas do vento
Onde giram pensamentos
Por tantos vividos momentos
Para alguns tem breve sentido
Outros emoções febris
Lembranças tristes ou alegres
Mas o que se apura de verdade
É o tempo que não tem idade
Mesmo que entre lágrimas e risos
Para alguns saudade, poucas ou demais
Dos tempos que não voltam nunca, jamais!
Tão somente restam saudade!

E hoje faz uma década que você se foi! 10 anos de muita saudade e em alguns momentos, de tristeza e dor. O tempo passou, nós fomos nos acostumando com a sua ausência, mas parece que sempre vai faltar algo. É que você se foi muito cedo desse mundo. Tinha tanta coisa para viver. Por outro lado, fico aliviada em saber que você aproveitou muito bem a sua juventude. Nunca deixou para depois. Não guardou as suas melhores roupas e perfumes para uma ocasião especial. Conheceu o lugar dos seus sonhos. Que bom que você teve a chance de realmente viver. Talvez, de alguma forma, você soubesse que não teria muito tempo. Nunca mais vou ver você nesse plano, mas fico feliz que nossos caminhos tenham se cruzado enquanto éramos muito jovens e pudemos compartilhar muitos momentos especiais. E você será jovem para sempre!

Se estou perto de você tenho que conviver com decepções diárias. mas se estou longe a saudade me consome de forma ordinária. Não sei o que fazer, acho que vou seguir o destino e procurar te esquecer.

A falta da dor


Abismo da Saudade
Entre a Dor e a Ausência
Fatalidade das cicatrizes
Laços de turbilhão de sensações
Intensidade das dores um dia vívidas.

MEU RUMO


Ah, coração carente, sem ti perdido,
pela rua da saudade vai sozinho,
buscando em cada olhar algum carinho,
num sonho pela ausência consumido.


Quando estás longe, segue sem sentido,
meio sem prumo, procurando o caminho,
e a casa, em silêncio, faz seu ninho
num peito pela dor entristecido.


Mas ao te ver abrir a velha porta,
minha vida faz alegre reviravolta,
e o coração desperta para a emoção.


Rio fluente de aventura e esperança,
que ao mar dos sentimentos sempre avança,
levando até você meu coração.


Sandro Sansão da Silva Costa

Na estação da ausência a flor da saudade desabrocha e espalha seu inconfundível perfume pelo ar.

Embaixo do mistério das horas o tempo silencioso tece lembranças com o fio encantado da saudade.

O braço da saudade alcança tudo que está longe dos olhos, mas dentro do coração.

Saudade


Singularidade do teu olhar
Nossos encontros e desencontro
Ausência caótica do meu amar
Demasiado das sensações
Ecoa instantes do amor a distância.

Saudade do que foi vivido


Sinto saudade não do que faltou,
mas do que existiu inteiro,
do riso que aconteceu sem esforço,
do tempo em que o corpo não doía por lembrar.
É uma saudade estranha,
porque não pede volta,
só reconhecimento.
Ela diz: isso foi real, isso me atravessou.
Tenho saudade do jeito que eu era
quando aquilo cabia em mim,
quando o mundo não pesava tanto
e amar não exigia sobrevivência.
Não é ausência.
É memória viva.
Algo que passou, mas não morreu.
Algo que vivi, e por isso, deixou marca.
Saudade é isso:
não um buraco,
mas uma cicatriz quente
provando que houve vida ali.

A saudade veio sem pedir licença. Sentou. Ficou. Não explicou nada. Só ocupou espaço.

San Telmo


Tenho saudade de San Telmo
não como lembrança bonita,
mas como falta física.
Daquelas que apertam o peito sem pedir licença.
Saudade das ruas gastas,
do chão que já ouviu passos demais
e ainda assim sustenta quem passa.
Ali, o tempo não corre. Ele observa.
Sinto falta do cheiro antigo das casas,
do tango escapando pelas esquinas
como quem não quer ser esquecido.
Em San Telmo, até o silêncio tem memória.
Ali eu era parte do cenário,
não visita.
O bairro me reconhecia
antes mesmo de eu dizer meu nome.
Hoje carrego San Telmo dentro,
feito ferida que não infecciona,
mas também não fecha.
É casa que virou ausência.
Não dói por ser passado.
Dói porque ainda é meu.

Há quem olhe de longe
não por saudade,
mas por inquietação.
Curiosidade não é cuidado.
É a pergunta que se faz
sem coragem de escutar a resposta.
Quem observa em silêncio
costuma carregar dúvidas
que não sustenta em voz alta.
Espia para confirmar
se a escolha feita
ainda se justifica.
Mas olhar não é presença.
E visitar não é permanecer.
Há histórias que não aceitam plateia
de quem escolheu não ficar.
Algumas portas seguem visíveis
não por convite,
mas por transparência.
Outras jamais se reabrem,
mesmo quando vistas.
E se alguém entende ao ler,
entende porque sabe.
Curiosidade reconhece
aquilo que não foi resolvido.