Mensagem de professor para aluno: palavras que transformam e motivam

Carta aberta aos meus lindos filhos


Queridos filhos,


Saibam que cada um de vocês me ensinou algo…
uma parte do que é o verdadeiro amor.


Com meus amados pais, eu aprendi o que é amar…
e vocês deram continuidade a esse laço tão puro,
tão verdadeiro… o AMOR.


Mesmo diante das dificuldades de ser uma mãe atípica,
nunca enxerguei isso como um fardo.
Pelo contrário…
entendi que Deus estava me moldando,
me transformando em alguém mais forte, mais sensível, mais amor.


O meu maior desejo é que sejamos felizes juntos… sempre.
E saibam: eu estarei com vocês em todos os momentos.


E quando um dia eu não estiver mais aqui…
não guardem tristeza.


Guardem o amor.
Guardem os momentos.
Guardem a felicidade.


Sejam felizes… porque isso é tudo o que eu sempre quis para vocês.


E lembrem-se:
mesmo que não me vejam,
eu estarei sempre olhando por vocês…
de onde eu estiver. 🤍

Confiar no senhor foi uma experiência enriquecedora ao longo de 2025, e aprendi muito para aplicar em 2026.

Desde cedo nos ensinam a estudar e trabalhar, mas não a viver essa sobrevivência contínua, lutando pra pagar um teto, água e comida.

Existe um nível de liderança que quase ninguém te ensinou.


Um nível onde comunicação flui e resultados acontecem.


Sabe que nível é esse?


Heteroconhecimento!

Você pode estar liderando certo… do jeito errado.


Aprenda por que boas intenções não geram resultados.


O que gera resultados é conhecer profundamente os seus colaboradores!


Heteroconhecimento!

Nunca é tarde para aprender, pois a vida é um eterno aprendizado.
Nunca é tarde para recomeçar, afinal, recomeçamos todos os dias quando acordamos.⁠


#AVidaÉBela

Ensinar valores é fazer com que a educação continue viva além da sala de aula.

Não lamente os erros que comete; o problema não está no erro, mas em repeti-lo sem aprendizado. É do ajuste contínuo que nasce o acerto.

Viver bem é aprender com o passado, não temer o futuro e permanecer lúcido no agora.

Na vida, portas e janelas se abrem e se fecham; mas ela nos ensina que, mesmo fechadas, ainda deixam alguma brecha de luz.

Aprendiz ..


E quando bati as asas
Não consegui voar,
tinha os pés amarrados
Pela vida.. Tive que
Reaprender a desfazer nós
e criar laços.
Laços que Dão a
possibilidade de voos
E não a possibilidade
De aprisionamento.

Peixe fora D'água..


De tanto naufragar
nos amores,
Aprendeu a respirar
Embaixo d'água.

Aprendi a parecer bem até nos momentos em que nem eu sei onde estou dentro de mim.

A modernidade não reprimiu o desejo — domesticou a potência. Ensinou o sujeito a interpretar seu próprio impulso vital como ameaça, e o que a clínica nomeia como sintoma é, na maioria dos casos, a resposta mais honesta do organismo psíquico a uma interdição que nunca foi elaborada, apenas engolida. Oferece-se então o fármaco como substituto do luto: não para curar, mas para silenciar o que poderia ser escutado. O resultado é uma existência anestesiada — funcionante na superfície, mas incapaz de acessar a camada mais profunda de si, onde o conflito que poderia amadurecê-la aguarda, ainda vivo, ainda não integrado.

Há níveis de consciência: alguns apenas existem, outros repetem o que aprendem, poucos questionam e raríssimos despertam.

Autodidata,
aprendi datilografia
nas tardes lentas
em que escrever
era o meu brinquedo secreto,
o meu passatempo preferido
de menina
que já pressentia
o destino das palavras.
✍©️@MiriamDaCosta

O mundo carece da fluência do silêncio,
essa língua antiga que não grita,
mas ensina.
Falta-lhe a pausa da fala
onde o sentido aprende a existir.


O mundo é deficiente da fluência do silêncio
porque fala demais para sentir.
Grita certezas ocas, tropeça em ruídos,
e esquece que é no silêncio
que a verdade afia as cordas vocais
e harmoniza os fonemas.


O mundo é carente da fluência do silêncio,
esse oásis onde as palavras descansam
e a alma, enfim, consegue se ouvir.


Dizer:
“Falta-lhe a fluência do silêncio.”
é uma excelente alternativa,
educada e sutil,
para o brutal:
“Cale a boca!”


✍©️@MiriamDaCosta

Comecei a ler poesia
antes mesmo de aprender
a escrever e juntar letras.


Antes das palavras,
meu sentir já soletrava
afetos e ausências,
chegadas breves,
partidas longas,
silêncios que diziam tudo.


Antes das sílabas,
meu coração já sabia
o que doía,
o que machucava,
o que era justo,
e o que nunca foi.


Aprendi, ainda pequena,
que a poesia
não reside nos livros.
Os livros é que tentam
acolher, tardiamente,
o que a vida sussurra
no avesso dos dias.


Quando me ensinaram
a ler palavras,
eu já lia o mundo
com a alma poética
e os sentidos alfabetizados.
✍©️@MiriamDaCosta

A gentileza, o respeito e as boas maneiras
nascem onde a alma aprendeu
a ser elegante.
Não se impõem, revelam-se.
O mundo, exausto de ruídos e atropelos,
carece dessa elegância silenciosa
que não humilha, não grita, não fere.


Essas prerrogativas
são luxos raros
de almas que recusaram
a brutalidade cotidiana.
O mundo, rude e vaidoso,
confunde grosseria com força,
arrogância com poder,
e dessangra-se lentamente
por absoluta falta de elegância.
✍©️@MiriamDaCosta

Militar não tem prerrogativas
para ensinar,
mas sim, diretivas
para armas utilizar.
✍©️@MiriamDaCosta

#EscolaCivicoMilitarNão