Mensagem de Pais para Filhos

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Poucos os filhos que valorizam o que fazem os pais. Estão criando uma geração de homens frágeis, não entendem que no fundo é cada um por si e que os pais não estarão pra sempre a fazer suas vontades e caprichos.

Filhos são aljavas de pais que honram o propósitos de Deus para formar uma só família na terra, que serão tomadas na volta de Cristo para compor nos Céus uma única família universal de todas as nações, desta e outras gerações do passado.

Filhos que aprendem a obedecer e honrar seus pais tornam-se grandes avós, ao reconhecerem o valor da educação que receberam.

"Pais negligentes, que criam os filhos em ambientes instáveis, violentos, abusivos, cheios de bebida e de drogas, ajudam no desenvolvimento de filhos delinquentes."

"Pais que fazem promessas aos filhos, sem qualquer intenção de cumpri-las, banalizam a mentira e criam um Pinóquio piorado; não cobrem deles depois."

Um filho, um pai, uma mesada. Dois filhos, dois pais, duas mesadas. E no final, chamam de coincidência!

Se você é uma boa pessoa, mas não sabe o que fazer com os seus filhos; faça o que os seus pais fizeram contigo. Pelo menos você já sabe no que vai dar.

"Os pais não morrerão pelos filhos, nem os filhos pelos pais; cada qual morrerá pelo seu próprio pecado."


Deuteronômio 24:16

⁠O Melhor Amigo do Rei Davi era Filho do Maior Inimigo Dele. Os Filhos Não São Iguais aos Pais.

Pais, cuidar com amor também é não transferir aos filhos os medos que nasceram das experiências negativas que vivemos. Eles não são os autores da nossa história, nem serão iguais às pessoas que nos feriram. Cada filho tem sua própria história, suas próprias escolhas e merece a oportunidade de construir sua caminhada sem carregar os pesos do passado dos pais.

Pais que fazem dos filhos o centro da própria vida acabam fazendo da própria vida o centro dos filhos. E quem nunca aprendeu que o mundo lhe deve nada cresce acreditando que todos lhe devem tudo. A superproteção não cria herdeiros; cria credores da existência.

Pais que resolvem todos os problemas dos filhos acabam se tornando o maior problema dos filhos. Quem impede uma criança de conhecer as consequências prepara um adulto que viverá convencido de que o mundo inteiro existe para poupá-lo da realidade.

Há pais que não criam filhos; criam dependentes e chamam isso de amor. Alimentam cada capricho, negociam cada limite, compram cada silêncio, removem cada consequência e, no fim, aplaudem uma obediência que nunca foi virtude, mas conveniência. O que chamam de proteção é, muitas vezes, medo de frustrar; o que chamam de cuidado é incapacidade de educar; o que chamam de amor é apenas a recusa em suportar o desconforto de dizer “não”. Cada responsabilidade assumida no lugar do filho é um pedaço de caráter que deixa de ser construído. Cada dificuldade evitada é uma força que deixa de nascer. Pais que fazem da própria vida um escudo permanente não estão preparando os filhos para o mundo; estão preparando o mundo para carregar filhos que eles mesmos decidiram não formar. A tragédia não começa quando os pais morrem. Ela começa no exato instante em que deixam de educar e passam a servir. Porque o pior abandono não é deixar um filho sozinho; é entregá-lo à vida sem consciência, sem disciplina e sem a capacidade de existir sem depender de alguém.

Os pais costumam perguntar por que os filhos fracassaram. Poucos têm a coragem de perguntar onde fracassaram como pais. Toda infância poupada da disciplina, da responsabilidade e das consequências cobra seu preço na vida adulta. O filho apenas revela, com o tempo, a educação que recebeu. Quando um adulto não suporta um “não”, vive de desculpas, foge do esforço, transforma direitos em exigências e dependência em estilo de vida, dificilmente isso nasceu do acaso. Durante anos alguém confundiu amor com permissividade, proteção com omissão e cuidado com servidão. Educar nunca foi impedir o sofrimento; sempre foi preparar para enfrentá-lo. Pais que entregam conforto quando deveriam ensinar caráter podem deixar dinheiro, imóveis e heranças, mas, se não deixarem consciência, terão legado apenas uma vida sustentada por recursos e vazia de estrutura. A maior tragédia não é um filho que cai. É um filho que nunca aprendeu a ficar de pé porque alguém passou a vida inteira carregando-o.

Pais que transformam o amor em superproteção deixam de criar filhos e passam a fabricar dependência. O conforto que oferecem hoje pode ser a incapacidade que condenará o amanhã.

Quando os pais têm mais medo de desagradar os filhos do que de fracassar como educadores, a infância vence, a maturidade perde e a família inteira paga a conta.

Pais que carregam os filhos para que nunca caiam acabam criando adultos que jamais aprendem a se levantar. Quem poupa a infância da responsabilidade condena a maturidade à dependência. A vida não recompensa poupaDORES; ela sobrevive pelos enfrentaDORES.

⁠Pelos filhos separados de seus pais — pelas Agendas, pela Morte ou pela Rejeição — rezemos ao Senhor!

"A maior herança que os pais podem deixar aos filhos não são riquezas materiais, mas o exemplo de uma vida de integridade, fé e oração."

"Os pais amam seus filhos verdadeiramente com atitudes,
não com palavras.
Palavras o vento leva e as ações permanecem nos corações que têm gratidão, apenas nesses corações."
Haredita Angel
30.01.24