Mensagem de Amor para um Muçulmano

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Na mente, não há nada.
O corpo sente,
O coração vibra.
Em cada verso,
Um gole de amor,
Saciando a sede
Da alma vazia.

Meu coração,
Aceleração
Quando te vejo.
Aumenta o desejo,
Sinto o amor,
Me entrego ao teu inteiro dispor.
Abraço o sentimento,
Dançamos com o vento,
De mãos dadas,
Almas enamoradas.

Vejo a maldade no olhar,
e, com profunda dor,
sei que derramar amor
não vai adiantar.
O ódio toma conta,
corações se perdem
no caos do viver,
sem esperança
de um novo amanhecer.

A poesia abraça minha alma,
sinto o amor.
Por isso versejo aos quatro ventos
o sentimento que me percorre o ser.
E em cada palavra
deixo um pedaço de mim.

Queria escrever um poema,
O mais lindo possível.
Escrevi a palavra amor,
E me lembrei do teu sorriso.

Se um dia você estiver com alguém e perguntar a si mesmo se é amor, com toda certeza, não é. O amor não deixa dúvidas

Chuva de Amor
Quando você chega,
o céu aprende a chover carinho.
Cada gota que toca minha pele
é como se dissesse baixinho:
“Você não está sozinho.”
Chove manso no meu peito,
lavando medos,
fazendo nascer flores
onde antes só havia silêncio.
Teu amor cai como chuva de verão —
quente, inesperada,
dessas que fazem a gente
rir à toa
e querer dançar na rua.
E eu fico assim,
de braços abertos,
deixando teu afeto me molhar inteiro,
porque se for pra me perder,
que seja nessa chuva de amor. ☔❤️

O amor não é uma alucinação romântica; é o único ato político capaz de sabotar o niilismo e a indiferença.

O amor não dói por ser intenso, dói porque revela o quanto somos dependentes do reconhecimento do outro.

Se a moral fosse filha do medo, ela desapareceria na ausência de vigilância; mas o amor a mantém mesmo no silêncio.

Se deus é amor, alguém esqueceu de atualizar o manual de instruções da realidade.

A criação não foi um ato de amor, foi um espasmo de tédio de uma entidade que não suportava o próprio vazio.

Sou o universo em colapso, querendo o infinito, carregando o amor como uma supernova.

O amor é o único erro de cálculo que vale a pena cometer num universo indiferente; é a única forma de cuspir na cara do nada e dizer: "Hoje não, hoje eu escolhi a alucinação de ser importante para alguém".

Amor surge do caos como uma faísca em pólvora seca, incendiando almas que outrora congelavam no gelo do desespero solitário.

O amor que se estende a todos não alcança ninguém; é uma moeda inflacionada que perdeu o seu valor de compra.

Exigir o amor universal é exigir uma mentira biológica em nome de uma santidade hipócrita.

Se o amor requer provas, o amor ao desconhecido é apenas um estelionato emocional.

O amor ao próximo é a algema de ouro que o coletivismo usa para escravizar o indivíduo.

Talvez o problema seja o conceito de "amor": para o religioso médio, amar parece ser o ato de odiar fervorosamente qualquer um que não se curve ao seu delírio coletivo.