O amor e o mar,
Tem tantos mistérios,e muito em comum.
Amor
O mar
A mor
Ar mo
Mora
Entre eles infinidades.
O amor próprio é saber diferenciar,entre a falta de interesse,e a falta de tempo.
O amor perfeito se perdeu no tempo.
Dificilmente pode ser encontrado,
em uma planta rara.
Amor tranquilo tem gosto de fruta madura,
Desgustada na sombra,
embaixo do pé.
O diabo tem prazer em roubar o amor de nós.
Mas o entediamos,
porque sabemos perdoar e recomeçar.
Quero um amor.
Não importa,
Se brega,cafona, clichê,ou ridículo.
Mas,que seja amor.
A saudade continua persistente,
Embora o amor,nem reconheça mais
a gente.
Sou intenso e profundo,transbordo amor,se você tem medo,providencie um bote salva vidas,ou se afogue só.
Até pensei que fosse amor, mas era uma cópia de um rascunho mal feito,uma piada sem graça,uma intimidade não autorizada,um esculacho no coração,uma esculhambação não interpretada.
O amor é brega,cafona,insensato,anda por aí no mundo perfeitinho sem ser percebido.
Talvez o amor que você precise não está nenhum palmo de distância de você,e nem se deu conta.
É viver uma mentira,falar de amor próprio, se também não está no próximo.
O amor é um tremendo cafetão,que cedo ou tarde,transforma nosso coração em um cabaré.
O sexo e o amor são parecidos com uma briga de lobos,enquanto um vagueia na superfície da pele do outro,o outro crava as garras no coração desprevenido.
Duas pessoas podem escrever e assumir a autoria de uma história de amor,
mas um documentário anônimo entre dois,também tem o seu valor.
O amor nasce de um gesto afável,e percorre um risco entre o amável e o brutal.
O erro foi,
Medir as palavras,
Para um amor sem limites.
E nem se trata de unidades da matemática.
O amor é um estranho,
meio esquisito, convidando alguém distraído,
para um sonho bonito.
Não questione o que o outro chama de amor,ninguém tem que gostar da mesma cor
Eu que velava o teu sono em algumas noites,hoje velo o cadáver desse amor, que matei friamente.
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