Mensagem de Amor de Pai para Filha

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“Para alguns, um carro é apenas uma máquina.
Para outros, é uma parte da própria história.”


— Mário Augusto de Castro

“Um carro clássico não envelhece.
Ele ganha histórias para contar.”


— Mário Augusto de Castro

“Existem carros que passam pelas ruas.
E existem aqueles que permanecem na memória.”


— Mário Augusto de Castro

“Alguns carros transportam pessoas.
Outros transportam histórias.”


— Mário Augusto de Castro

"CONFIANÇA TEM LIMITES, O EXCESSO NOS TORNA IMPRUDENTES" Ademar de Borba

Em alguns momentos eu odeio o meu próprio nome, em outros odeio só a mim mesmo...

Há encontros que parecem uma coincidência cósmica.

Hoje, enquanto Sol e Lua se encontram em um raro alinhamento no céu, penso que talvez algumas almas também sejam assim.

Percorrem caminhos distintos, atravessam tempos, distâncias e silêncios, até que, em algum ponto da existência, suas órbitas se encontram.

E, por um instante, tudo parece se alinhar.

Talvez almas gêmeas não sejam duas metades procurando se completar. Talvez sejam dois seres inteiros que, mesmo seguindo suas próprias trajetórias, reconhecem um no outro algo inexplicavelmente familiar.

Como no eclipse, um não precisa apagar a luz do outro. Há encontros que fazem justamente o contrário: revelam uma luz que sempre esteve ali, mas que somente aquela presença foi capaz de tornar visível.

E então compreendemos que alguns encontros não parecem apenas acontecer.

Parecem ter atravessado o universo inteiro para chegar exatamente àquele instante.

12 de agosto de 2026 — quando o céu nos lembra da poesia dos encontros.

#JaniaraDeLimaMedeiros

"Saudade" é a forma resumida de: Sinto tanto sua falta que não consigo viver sem você.

Exerça a profissão de forma ética, com honestidade e competência que o sucesso será consequência.

Com o aumento de bicicletas nas ruas de uma cidade, a evolução para um trânsito mais humano e seguro e com Paz, é inevitável.

Se não existe o sagrado


Se não existe o sagrado
O lobo não corre na tempestade, uivando no vento


Se não existe o sagrado
O céu não tinge os olhares intrigados na noite


Se não existe o sagrado
O luar não se derrama pelos trigais amarelos


Se não existe o sagrado
O silêncio nada inspira aos amantes


Se não existe o sagrado
Não há o frescor do orvalho sobre o cansaço da ciência


Se não existe o sagrado
A fúria do mar não nos deixa introspectivos


Se não existe o sagrado
O infinito não é misterioso e revela-se a qualquer tolo

Transferência em Psicanálise.
É ato de deslocamento,sentimento de um indivíduo para outro ou seja entre o Analisando e Analista.
Sendo assim como disse Freud:
_"A Psicanálise não cria transferência,ela revela à consciência e apodera _se dela para dirigir os processos psíquicos para os fins desejados"

⁠. Templo
O corpo é o templo.
Deus dá ao corpo
um tempo de vida.
Para refletir no mundo
brilho e a trajetória.
Modo visível e simbólico
que Inicia_se e finaliza_se
uma história

⁠O autor principal da Santa Escritura é o Espírito Santo; o homem foi apenas o seu autor instrumental.

“No arrebatamento, as leis da física serão superadas: a gravidade não conseguirá segurar o meu corpo.”

⁠Pode ser a comida mais sofisticada e saborosa que existe com o ambiente mais lindo do mundo mas, se as pessoas que estiverem a sua volta não ti deixam a vontade, você perde a fome.

⁠Não aceito ser manipulado nem por meus próprios desejos, quanto mais pela opinião e vontade alheia.

Asas do Mesmo Pássaro


Esquerda e direita: asas do mesmo pássaro voraz, que voa alto sobre o rebanho adormecido. Elas batem em uníssono, fingindo oposição, enquanto o bico ceifa as liberdades que prometem defender. Os acéfalos, massa de manobra cega, agitam bandeiras opostas como se batalhassem por destinos distintos, mas servem ao mesmo voo predatório, manipulados por narrativas que os mantêm no chão, pisoteando uns aos outros em nome de ídolos vazios. Enquanto isso, desperta quem vê a gaiola: o multilateralismo, essa teia de tratados e cúpulas que escraviza nações soberanas a elites invisíveis. Esses visionários, que ousam questionar o consenso globalizado, são tachados de antidemocráticos, marginais, conspiracionistas. Silenciados por algoritmos, censurados em púlpitos digitais, exilados do debate público. O pássaro, incomodado, bica
os que ameaçam revelar suas penas sujas de ouro e poder. Mas o voo cessa quando as asas se rebelam contra o corpo e o rebanho, enfim, ergue os olhos para o céu.

No riacho cantarolante, um beija-flor gira no ar leve e fino como um suspiro. Ramsés projeta pirâmides de espuma, enquanto George Floyd murmura ao Curupira, pés virados no Oceano Pacífico. Ondas de concreto devoram gritos antigos; pele vira névoa, o rei ri com os dentes afiado, o guardião costura ruas sobre o peito ofegante, afinando o ar até pulsar vazio. Mas esse caos esconde um riacho real: do Nilo às ruas de Minneapolis, onde um joelho de um tirano ceifou a vida de Floyd no pescoço, sem ar, ecoando opressões antigas. Ramsés, construtor de impérios, reflete Floyd, vítima do poder que sufoca a dignidade. O Curupira inverte caminhos, guiando o beija-flor a polinizar justiça em dores coletivas. O Pacífico engole monumentos e protestos, mas o riacho persiste, fluxo de resistência que afina o ar dos opressores. Do faraó ao homem comum, mito e rua se unem no pulso vivo: beija-flor voa livre, Curupira ri nas matas, Ramsés cai em pó, Floyd inspira mudança, e o mar pulsa e o rarefeito só para tiranos.

Há uma angústia silenciosa que se instala quando se percebe que já não se consegue resolver sozinho boa parte da própria vida. Não é apenas a dificuldade prática que pesa, mas a sensação profunda de invalidez, como se algo essencial tivesse sido retirado sem aviso. A autonomia, antes natural, passa a ser um privilégio distante, e cada decisão depende de terceiros, de permissões, de circunstâncias que fogem ao controle.
Essa condição corrói por dentro. O indivíduo sente-se diminuído, não por falta de vontade ou capacidade intelectual, mas por estar aprisionado a limites que não escolheu. Surge a frustração de querer agir e não poder, de saber o que precisa ser feito e ainda assim permanecer imóvel. A dependência forçada fere o orgulho, a identidade e a dignidade, criando um conflito constante entre o desejo de reagir e a realidade que impede qualquer movimento efetivo.