Mensagem de agradecimento aos Pais
Não há liberdade possível aos que entregaram suas almas ao diabo para salvar o país e ainda aplaudem o diabo tentando entregar o país para se salvar.
Terra fora de órbita: armamentistas contra o país se armar nuclearmente, e desarmamentistas querendo um país nuclearmente armado.
Malandro é o diabo que pegou as almas dos Idiotas para salvar o país, agora está tentando vendê-lo para se salvar.
Enquanto uns choram seus pais que só lhes deixaram aquilo que dinheiro nenhum pode comprar, outros, miseráveis, que não têm nada além do dinheiro — desumanizam os seus.
Tão medonho quanto aos seus problemas, é um país acumular a mesma quantidade de especialistas que eles.
Tentaram vender Bravura de leão a pretexto de salvar o país, agora que a chapa esquentou, tentam vendê-lo embrulhado na meiguice de ursinho de pelúcia para se salvarem.
O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.
E o mais curioso é que, enquanto muitos se oferecem como voluntários nessa medonha barganha espiritual, poucos percebem que toda e qualquer promessa de salvação germinada nas sombras termina cobrando pedágio na luz.
Há discursos tão cheios de “boas intenções” que parecem ouro, mas tilintam como ferro-velho quando batem na realidade.
E assim o país vai sendo posto em prateleiras invisíveis, negociado em nome de causas que nunca foram nossas, enquanto os que juram defendê-lo, esquecem que quem vende a própria consciência não costuma devolver o troco da história.
No fim, talvez o que mais deveria nos assustar não seja esse “diabo” — mas a quantidade de gente disposta a aprender com ele o ofício da negociação.
Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com a nação!
Ter um bom caráter e cultivar boas condutas no dia a dia é o verdadeiro legado que pais e mães deixam para seus filhos e para as futuras gerações.
Maridos que não se
importam com as amizades
masculinas de suas esposas
geralmente se tornam pais
de crianças que não foram
geradas por eles.
______Sim__
🤗
"A maior herança que os pais podem deixar aos filhos não são riquezas materiais, mas o exemplo de uma vida de integridade, fé e oração."
"Ainda que um dos pais falhem em seus deveres
e obrigações, toda a gratidão à quem
cumpriu o amor sublime de te dar um corpo.
Dar a vida a alguém é um dom supremo e
IM PA GÁ VEL!"
Haredita Angel
28.10.21
"Os pais amam seus filhos verdadeiramente com atitudes,
não com palavras.
Palavras o vento leva e as ações permanecem nos corações que têm gratidão, apenas nesses corações."
Haredita Angel
30.01.24
"O fato de deixar a casa de seus pais e constituir uma nova família, não lhe extirpa das veias o ' sangue ' dos seus ancestrais, pelo contrário, 'perpetua-o'.
- Gerundiando-se de geração em geração..."
Haredita Angel
31.01.13
"Se os filhos ouvissem mais os pais,
não quebrariam tanto a cara.
E, seria bem melhor para ambos."
Haredita Angel
14.09.20
Poupar um filho da vida é condená-lo a viver sem si mesmo. Toda dificuldade que os pais sequestram da infância reaparece na vida adulta com juros de caráter: transforma limites em ofensa, responsabilidade em opressão, frustração em revolta e amor em chantagem. Quem protege do peso da existência não fortalece os ombros; atrofia a consciência. No fim, não cria filhos — fabrica adultos incapazes de carregar a própria história, sempre à procura de alguém que suporte o peso que nunca aprenderam a sustentar.
Pais que fazem dos filhos o centro da própria vida acabam fazendo da própria vida o centro dos filhos. E quem nunca aprendeu que o mundo lhe deve nada cresce acreditando que todos lhe devem tudo. A superproteção não cria herdeiros; cria credores da existência.
Há pais que passam a vida inteira chamando de amor aquilo que, na verdade, é a mais refinada forma de sabotagem. Blindam os filhos contra a dor, contra a disciplina, contra o “não”, contra as consequências… e depois se espantam ao descobrir que criaram adultos incapazes de enfrentar a própria existência. Quem elimina todos os obstáculos do caminho do filho não facilita a caminhada; elimina o caminhante. No lugar de consciência, instala dependência. No lugar de caráter, conveniência. No lugar de responsabilidade, vitimismo. E, quando os pais já não conseguem sustentar o peso que criaram, a vida apresenta uma conta que nem dinheiro, nem patrimônio, nem herança conseguem pagar. Porque a pior pobreza não é faltar recursos; é faltar estrutura para existir sem alguém que continue sustentando aquilo que a educação nunca construiu.
Pais que resolvem todos os problemas dos filhos acabam se tornando o maior problema dos filhos. Quem impede uma criança de conhecer as consequências prepara um adulto que viverá convencido de que o mundo inteiro existe para poupá-lo da realidade.
Há pais que não criam filhos; criam dependentes e chamam isso de amor. Alimentam cada capricho, negociam cada limite, compram cada silêncio, removem cada consequência e, no fim, aplaudem uma obediência que nunca foi virtude, mas conveniência. O que chamam de proteção é, muitas vezes, medo de frustrar; o que chamam de cuidado é incapacidade de educar; o que chamam de amor é apenas a recusa em suportar o desconforto de dizer “não”. Cada responsabilidade assumida no lugar do filho é um pedaço de caráter que deixa de ser construído. Cada dificuldade evitada é uma força que deixa de nascer. Pais que fazem da própria vida um escudo permanente não estão preparando os filhos para o mundo; estão preparando o mundo para carregar filhos que eles mesmos decidiram não formar. A tragédia não começa quando os pais morrem. Ela começa no exato instante em que deixam de educar e passam a servir. Porque o pior abandono não é deixar um filho sozinho; é entregá-lo à vida sem consciência, sem disciplina e sem a capacidade de existir sem depender de alguém.
Os pais costumam perguntar por que os filhos fracassaram. Poucos têm a coragem de perguntar onde fracassaram como pais. Toda infância poupada da disciplina, da responsabilidade e das consequências cobra seu preço na vida adulta. O filho apenas revela, com o tempo, a educação que recebeu. Quando um adulto não suporta um “não”, vive de desculpas, foge do esforço, transforma direitos em exigências e dependência em estilo de vida, dificilmente isso nasceu do acaso. Durante anos alguém confundiu amor com permissividade, proteção com omissão e cuidado com servidão. Educar nunca foi impedir o sofrimento; sempre foi preparar para enfrentá-lo. Pais que entregam conforto quando deveriam ensinar caráter podem deixar dinheiro, imóveis e heranças, mas, se não deixarem consciência, terão legado apenas uma vida sustentada por recursos e vazia de estrutura. A maior tragédia não é um filho que cai. É um filho que nunca aprendeu a ficar de pé porque alguém passou a vida inteira carregando-o.
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