Melhores Poemas

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Amor

Que chegue na hora que desejar
Que não prometa
Para sempre ficar
Porque toda promessa é dívida
Cá entre nós
Prometer é perda de vida

Desejo somente
Que entre sem pedir
E que me deixe inteira
Na hora em que partir

E se não quiser partir
Que fique então
Mas saibas
Que em meu colo
Há fome de amar
Não haverás de encontrar mansidão

E se ainda assim
Quiseres ficar
Que não sintas medo...
...De me amar...

Inserida por AlessandraBenete

⁠Sempre me perguntam se hoje em dia vale a pena demonstrar sentimentos...
Se a pessoa desejar o mesmo que você vale a pena sim. Tem muita gente legal por aí que espera dar certo com alguém.
Não tem como saber se vai dar certo se não tentar.

Inserida por AlessandraBenete

⁠
Nada q é cômodo te favorece
Busque sempre andar contra o que te estaguina em uma monotonia
Ou contente-se por almejar coisas e não poder tê-las.

Inserida por vic_karol

⁠O amor é a soma final do quanto um alguém te proporciona sentimentos incríveis.
O “para sempre” é resumido em o quanto somos capazes de acreditar que um sentimento é tão intenso ao ponto de não enxergarmos um fim.
E no fim de tudo, a vida é formada apenas por boas lembranças.

Inserida por vic_karol

Sempre que estou só, parece que tenho toda a gente do mundo ao meu redor.

Outras vezes, basta-me a companhia de duas pessoas, para me sentir o homem mais infeliz e solitário que alguma vez existiu.⁠

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

INDIFERENTE OU TALVEZ SEMPRE TRISTE

⁠A tristeza inventa sabores de doçura
E se o triste diz isso a alguém contente
Sempre de frente ou com ar diferente
O outro lhe responde ser loucura.

Tão triste é ser triste já sem cura
Aos olhos malignos de satânica gente
Que nunca sentiu e jamais sente
A alegria de ser triste com ternura.

Tantas vezes sonhei ser sorridente
Cantar e dançar nos palcos do mundo
No rir só por rir tão indiferente.

Arrependi-me logo em tom profundo
Do alegre de ser dessa obscura gente
Prefiro ser triste que alegre ser imundo.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠RISO DA MANHÃ

Sempre que rio pela manhã,
À tarde choro lacrimoso,
À noite vem o pranto doloroso
Com lágrimas que queimam,
Sulfúricas,
As minhas ilusões telúricas,
Sempre que rio pela manhã.

E neste signo de afã,
Eu prometi a mim mesmo:
Não rir mais pela manhã!

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por escrever, em 23-09-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Quase sempre, o primeiro foco de infeção pela inveja e ciumeira de quem faz melhor do que eles, tem início no tecido da própria família dita de extensa, compreenda-se.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 11-11-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠E L E

Era ele, de canastro robusto,
Sempre o foi, mas de cintura fina,
Calçava no pé, com perna de menina,
Quarenta a quarenta e um de justo.

Isto, é história dos anos de fusto:
Forte, baixote e de rosto sisudo,
Cantando e declamando poetas de rudo,
Mas moço bom de ímpeto augusto.

Poeta, por favores e epítetos tais,
Em recriações de fugidios tempos,
Tornados tormentos de amores reais.

Pouco desfrutou ele de galais eventos
Com luzes malignas, de cores fatais:
Por ser amante do escuro dos mortais.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 08-01-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠⁠SOL

É essa estrela anã, amarela,
Que está sempre nascida
Na vida
E por ela
No mundo redondo,
Que logo pela manhã
Quer se veja ou não,
Aquece,
O coração,
Com estrondo,
Quando este desfalece
Por suposição.

É o sol,
Do nosso dó,
Da popa à ré,
E mais do mi
Em fá,
Do lá
E de cá,
De mim
Por si,
Mas, teimosamente,
Brilhantemente,
Sol,
Sempre presente!

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 21-03-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

O HOMEM DO POEMA

Sempre que escrevia, agoirava:
Não vale nada!
Que poesia mais chanfrada!...

Talvez namoro ou derriço,
Ou grito agudo de lamento
Daqueles que a alma vomita
Numa sensata heresia,
Enquanto lhe resta tempo?...

Mas quando o poema nascia
Na transpiração suarenta
Do corte da placenta
Do filho que foi dado à luz,
Entre coxas de sofridão,
Na mais completa escuridão
Onde só se via a cruz,
O homem chorava então,
Já não agoirava e dizia:
Eis a minha poesia
Tão modesta, tão pequena,
Saída da minha pena...⁠

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 11-10-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠NATAL DOS TEMPOS

Ele teve sempre aquela mania
Talvez até doentia,
Uma espécie de nostalgia,
Quase tara silenciosa
De vestir de cor de rosa,
O Natal da meninice.
E naquela sua tontice:
Saudade da lareira da avó,
As botas velhas engraxadas
Com cheiros a anilinas
No pial limpo do pó,
Simples, sem coisas finas,
À espera do Deus Menino.
Tudo era genuíno
Naquela noite de breu,
Duas meninas e eu...
Que a outra ainda não nasceu...
Noite longa em palha nova
Dos colchões de dormir
Na cama de ferro velhinha,
As fantasias à prova
Num sono que não quer vir.
Sonhavam aquele brinquedo
Ainda que fosse de pau,
Um barquinho ou uma nau,
Talvez uma bola de pano
Bonecas de faces rosadas,
Como as fadas.
Batiam as badaladas
Da primeira missa do dia,
Pé ante pé, em segredo,
Naquela manhã tão fria,
Lá vão eles ao pial...
Nas botas, algo ia mal,
Nenhum brinquedo de pau,
Somente um magro e fatal
Rabinho de bacalhau.
E até ficaram contentes,
Sem chorarem pelos presentes,
Que a vida é feita de nadas...
Restavam as rabanadas,
O que já não era mau.

(Carlos De Castro in Há Um Livro Por Escrever em 21-12-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠OLHOS D'ÁGUA

Sempre que te olhava
No pranto
Quase como quebranto
Mais que feitiço
No teu olhar em derriço,
Nessa lágrima que brotava
Dos teus olhos d'água,
É que eu compreendi
De vez e a horas,
Que quando ris, choras,
Sempre que eu choro por ti.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 30-01-2024)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠SANGUES

Sangue, o puro, nem sempre é verdade
E até pode ser nada no conceito da idade.

Por vezes, pancadas tantas,
Nas espancas,
Que a gente leva,
No rosto,
De um mosto
Que quer renascer no vinho
Aguado,
Porque não foi pisado.

O sangue falso,
É como uma bola
Que não rola,
Uma gaveta fechada,
Ou um rico a pedir esmola
Às putas tristes da estrada .

Ou uma prisão sem grade,
Um amigo, só de metade,
Um rei, a limpar retretes
E ovos sem omeletes.

Triste mundo de falsidade,
Onde só impera a vaidade
Nos ditos tão instruídos,
Que esquecem os amigos
De verdade,
Por troca de outros fluídos.

Estão na moda os deletes
Que trincam erva e chicletes
E já não há mãos de fada,
Só línguas de alfinetada,
Enfim: Não há amizade,
De verdade,
Nem nada!...

(Carlos De Castro, in Há Um Triste Livro Por Escrever, em 25-03-2024)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Se tu não mandar mensagem
outro vai,
se tu não elogiar outro vai
Relaxa, irmão
Sempre vai ter outro fazendo o que você não faz

Inserida por ludimila_fer

Mulher!
Que sejas sempre lembrada,
Não apenas por um dia,
Mas no dia a dia...
Que sejas festejada,
Não por Convenção,
Mas pelo seu Valor,
Sua Força e seu Coração.
Que sejas Respeitada,
Com todo carinho,
E todo AMOR...
Hoje, Amanhã e Sempre!


Feliz Dia Da Mulher Moçambicana.

Inserida por Gercio

⁠Você sempre mentiu, mentiu em brigas, mentiu com voz baixa e até sorrindo.

Escrita para viver.

Inserida por dikson_vidal_vieira

⁠Homens inteligentes
em pé ou deitados
estão sempre usando
a cabeça

Inserida por silvio_flamel

⁠A única lição
deixada pela maldade
será sempre
o arrependimento

Inserida por silvio_flamel

⁠Posso não ter
o melhor da vida para te dar
mas te darei sempre
o melhor de mim

Inserida por silvio_flamel