Medo de Mim
Nem antes, durante ou depois,
nunca haverá outro Deus
que não seja o nosso Criador,
Em mim para Ele há um
autêntico roseiral de amor,
Quem disser o contrário
é apenas um mero inventor.
O nosso Deus majestoso
é o que origina e dá
forma à todo o tipo de vida,
A Lua Crescente que inspira
e ao amor além dos trinta dias
escrito como autêntica poesia.
Ele é o nosso perdoador,
e o único dominador
dos exércitos que existem
que subjugam os povos
aos piores tipo de dor,
Crer n'Ele garante a proteção
e a vitória ante a qualquer destruidor.
Uma parte de mim
descansa por saber
que leva em si a tradição
entre belas montanhas,
sem perder esperanças.
Nasceu capaz de sair
muito antes da Primavera,
se for preciso fazer guerra
contra qualquer guerra,
e contra qualquer quimera.
Jamais por escolha
e nem por ter nascido
forjado para a guerra,
e sim por amor à terra,
nenhum pouco efêmera.
Com o brilho cortante
da estrela mais brilhante
do rigoroso Inverno
e nascido tão belo,
que ouso chamar
de meu o seu Universo.
A liberdade de errar e de acertar que eu quero para mim, é a mesma que quero para você. Concordando ou não com o que você pensa. Porque eu aprendo mais com você do que ensino.
A minha liberdade
como mulher não deve
oferecer risco para mim,
para outra mulher,
a quem quer que seja,
e tampouco oferecer
risco ao meu país,
A minha liberdade
como mulher não deve
ser encarada nunca
como ameaça ou ofensa;
E da mesma maneira
que a sua deve existir
reconhecendo o seu lugar,
e o dever inalienável
de usar a cabeça para pensar.
Roça de leve a vontade
em mim que moro
no Centro de Rodeio,
Vou sair para passear
neste cair da tarde lá
no Ribeirão Rodeio Doze,
Para ver a concisão
da Lua Crescente na noite
com o nosso amor e a paixão.
A Lua refletida nos teus olhos,
e o perpassar dos sonhos
não ditos e as impressões
abraçados pelas emoções
no imenso Médio Vale do Itajaí,
serão vistos e celebrados,
Porque nascemos para ser
para todo o sempre namorados.
Tu bem sabe o que sempre
quis é o mesmo da sua parte,
Destarte, a glória de discernir
e a una declaração de vontade,
haverá de ser renovada
com toda devoção e lealdade.
Parte de mim é Kaingang
que colhe a flor do Gravatá,
Que aprecia este saboroso
abençoado e bom Fuá,
e não toca se não precisar.
A outra parte é Gravatá
em flor vestida de cor
nascida para conquistar
você do jeito que for.
Diga aos quatro ventos,
por toda a Santa Catarina:
- Que deseja ser o calor,
e todo o celebrado amor!
Mangue-botão
Algo em mim faz a transição,
o ponto onde o mar desiste,
Insistindo em ser a imensidão
tendo tudo a ver quando
a terra começa a vencer:
Do jeito exato do Mangue-botão
onde reinam cada um
dos três mangues que crescem,
abrigam e a vida nutrem.
Sem sequer tocar na lama,
os mangues roçam na contemplação
profunda d'alma humana
que possui asas guarás,
e se reserva do que não liberta.
[Sem deixar de lado o coração
enraizado na própria terra].
Não existe nenhuma
distância segura de mim;
pertenço ao coração,
à alma e ao pensamento.
No outono catarinense,
sou a flor persistente
do maracujá-silvestre
descoberta em maio.
Do sagrado ao abrir
e fechar dos teus olhos,
a insurgente favorita
e inabalável enigma.
Cada nova defesa vira
um brinquedo novo;
não me desmotiva
e alimenta a adrenalina.
Não nego que não exista
a emergência de amor,
embora a sedução convide
para o que não é só fantasia.
Tenho uma ancestralidade que me autoriza a torcer durante a Copa inteira.
A Copa para mim não começa com a festa de abertura, e sim quando o Brasil entra em campo.
Até por espelhamento
sei o que está destinado
na vida para mim ou não.
O que flui neste coração
tem a ver o curso do rio.
Talvez cada reflexo seu
seja para mim ou não.
Sou primavera gradual
se enraizando dentro,
e com pertencimento.
Tenho virado o plano
silente de madrugada,
A rota de flutuação
onde teus pés resistirão
buscar voltar ao chão.
Viveremos pelas rotas
do açaí-do-amazonas
na amada América do Sul,
O calendário será aliado,
e se sagrará o amoroso laço.
Agosto acenou para mim
com pétalas de Ipê-amarelo
logo que saí de casa cedo,
o quanto ainda te espero
foi o que carreguei comigo.
Não nego que aos quatro
ventos sussurei o meu desejo,
Mesmo sentindo a mudança
de estação no corpo
a cada cinco minutos;
Do jeito que você virá não
tenho nenhum receio,
porque virá para mim inteiro.
O Sol que ainda estava
meio desgosto por aqui
na minha cidade de Rodeio,
fiz dele o meu intercessor
para que me guie pelo teu
bonito caminho de amor.
As ofensas que eu recebi sobre as guerras e regimes que denunciei nunca me alcançaram, para mim sempre interpretei como retorno de que vale a pena deixar esse pessoal desnorteado e a história ser escrita.
Sem pedir licença entrei
na escuridão íntima,
Tua habilidade tem feito
de mim a Via Láctea
com coroa galáctica.
Minha doce e amável
fantasia embaladora,
Em retribuição tenho
deixado me iluminar
pela tua corte sedutora.
Em mim vive Araverá
sob o toborochi.
Trazes tudo de colibri,
tu me envolveste
e assim me seduziste.
Cortejando-me total
com o teu caporal,
de ti não paro de querer
o tempo todo o sideral.
Não sei se é delírio
ou muito perto disso:
insisto ser o teu destino.
Tudo tem sido motivo
para deixar bem claro isso.
A IA para mim é uma bússola, mas não a constituição total da informação ou da verdade.
Eu uso a IA, mas dependendo do tema vou pedindo fontes para a própria e buscando outras.
Atados por dentro,
abrindo o peito
e habitando a alma,
Para mim nunca
fostes estrangeiro,
O nosso sentimento
não é passageiro,
Não há um só
dia que não te queira
comigo em Rodeio.
Muito brega o candidato do vote em mim porque eu sou um coitado.
Ninguém merece votar em coitado...
Respeite a inteligência dos eleitores!
Queria ganhar de você.
Odeio perder pra você
em meio aos olhares.
Tu olha pra mim,
eu pra você,
e nesse tempo onde tudo paralisa,
você já sabe quem vai vencer.
Por isso, odeio perder pra você.
Será que um dia vou vencer?
