Medo da Loucura
É preciso utilizar a inteligência às vezes, muita gente não usa porque tem medo de gastar aquilo que não tem.
O maior medo não é a morte em si, mas a ideia de partir sem que ninguém saiba o peso das nossas batalhas silenciosas.
Tenho medo de viver...
Hoje eu me encontro
Sem destino,
E longe do seu amor,
Eu me sinto perdido.
Estou triste!
Sem carinho!
No momento,
Vivo sozinho.
A tristeza me persegue,
Mais o amor não ergue,
O meu coração.
Que está temporariamente
Mergulhado na solidão.
Tenho medo de viver,
Tenho medo de sofrer,
Mas eu não nego
Que eu ainda penso em você.
Mais tenha certeza
Que nunca mais vou dizer:
Eu amo você!
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
E isso me sufoca...
Quando você me ignora
A minha poesia chora.
O medo me apavora,
Eu fico louco
Você finge que não me enxerga
E isso me sufoca.
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
Estou ficando louco...
Estou ficando louco
Já perdi o sossego,
Estou com medo,
Faz quatro dias que não te vejo.
Estou com saudade de você,
Estou querendo te ver, estou perto
E ao mesmo tempo distante,
Estou trabalhando que um nem ignorante,
Mas penso em você a todo instante.
E quando eu olho pra algum lugar
Me lembro do brilho dos seus olhos
E do seu sorriso lindo quando
Você vem me encontrar.
Eu te amo e não faz parte
Do meu querer te abandonar
Não vou te fazer sofrer,
Querida eu não sei viver sem você.
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
Bom dia!
Que o dia seja de paz e alegria. Que a vida seja celebrada sem medo ou reservas, que tenhamos um olhar positivo e um bocado de coragem para transformar pequenas alegrias em algo grandioso.
Não tenha medo da falsidade; tenha medo de não saber descobri-la e desarmá-la com maestria, e ainda assim ser feliz.
O Porão
No fundo do poço tem um porão,
com paredes pintadas de frustração,
onde o medo sussurra um grito,
e um trauma vira manuscrito,
com gotas de sangue e suor,
cada linha descreve um terror,
uma lágrima marca o papel,
o choro pedindo socorro pro céu,
rimas de dores, nas nuvens escuras,
implorando respostas tão duras,
vozes perdidas, na calada elas vem,
trazendo memórias que fere também,
verdades malditas, rasgam o peito,
ecoam saudades, um vazio sem jeito,
riscar, apagar, deletar, já não é possível,
por mais previsível, um arquivo invisível,
tatuado na pele, realismo sem cor,
sombreado que marca, hà rumor,
se eu pudesse, amassar essa folha,
reiniciar, começar, faria outra escolha,
No fundo do posso tem um porão,
quadros, retratam passos sem chão,
meu corpo levita, e não sinto leveza,
me deixo levar, pela correnteza,
gelada, escura e lodo, exala o terror,
a fé se dissolve, enriquece o pavor,
arregalo os olhos, parece uma luz,
se apaga na grade, eu vejo o capuz.
Sendo pequeno, não terei medo, pois sei que estás comigo, mesmo cansado, serei forte, pois me apoiará em tuas forças
Sinto as minhas forças se esgotando, não me deixa afundar, o vento sopra, o medo aperta, o mar se agiganta, o coração inquieta, quando vejo as ondas invadindo o meu barco para me tragar!
Eu não tenho medo do fracasso, tenho medo do sucesso e afastar do meu Senhor, por coisas que não importam para o meu Senhor!
Os montes se abalam, o mar pode rugir,
Mas Deus continua a te conduzir.
Entrega teu medo, tua vida, tua dor,
E confia, pois Ele é fiel, Salvador!
Caminham livres lá fora,
Mas por dentro são cativos,
Presos ao medo, ao passado,
A dores que seguem vivos.
O medo grita, a fé sussurra,
Mas escolho em Ti descansar.
Pois sei que, ao som da Tua ordem,
O vento e o mar vão se acalmar.
