Me Perdoa mas eu Tentei
Como diz a famosa frase "vocês riem de mim porque sou diferente, eu rio de vocês porque são todos iguais". A sociedade nos julga por sermos quem somos e criticam nosso modo de ser; mas, no final das contas, nenhum deles são lá tudo isso.
Por isso, sejamos loucos, para fazermos aquilo que queremos, pois muitos deles esquecem, mas a loucura anda de mãos dadas com a sabedoria.
eu sou aquele tipo de pessoa que fica feliz com a felicidade dos outros; eu gosto disso.
sempre que posso incentivar, incentivo.
torço pelo sucesso alheio, mesmo que a mim ele não pertença.
até porque um dia, cada um vai ter o que merece, colhendo aquilo que tá plantando, e não faço isso porque pode se virar contra mim; muito pelo contrário, faço por que gosto, me sinto bem, e sei que cada ser humano tem sua vida individual.
o meu vai ser meu.
o do outro, a ele pertence.
no final, a vida organiza cada coisa no seu devido lugar.
ontem eu te vi, só não posso afirmar que foi pessoalmente, ou físicamente, já que eu poderia ter tocado em seu corpo,
mas infelizmente não foi dessa vez, não dessa vez.
talvez o problema seja meu, e claro, ele é.
por que quem insiste em ligar, em pensar, e olhar as fotos sou eu.
o passado condena, ele fere, machuca, e tira a paz.
eu poderia ter deixado você ir, de uma só vez, mas talvez, eu poderia ter deixado.
quem sabe, amado, ficado, esperado, mas infelizmente você só está ali, do outro lado.
e nem sabe quem sou, talvez, eu seja seu amor.
seu amante, amante amado.
A construção do eu pois eu é simplicidade efêmero diante ser eu.
Para poucos serei eu mais na continuidade do relativismo eu transpoem sentido de ser diante paradoxo da imensidão.
Servo do espelho moral tem varias indagações... o espaço ganha nova realidade pois definitivamente os fragmentos fragis parecem ser pequenos lampejos.
Mais o eu pode ser outra variante buscando ser eu peffeito diante o reflexo do lago aonde morreu afogado.
A beleza pode ser linda no caótico universo.
Nas elipse do sol muda orbita mundo ganham cor diante tela do computador depois para tela dos celulares.
Sentir o espaço muitas vezes sentir seu coração pulsando ate no último momento de vida.
Os gases no espaço formam nuvens para os quais semente do universo se espande um dia claro sera o amanha numa simulação para os quais fotontons sejam base da vida.
As versões anteriores do eu tiveram sua chance de compreender disfunção.
Do teor dos espaços vazios dando margem para teorias e achismo.
Assim foco sem ampliou diante dilema moral.
Recipientes distintos no retrato exato do meu ser: no abstrato do cubismo, eu me fragmento.
Para toda colonização da consciência, o "eu" é um paradoxo na cronologia do tempo e do espaço. Tentamos transcender o "ser eu" para o "eu sou eu", admitindo a modificação imposta pelo olhar do espelho bidimensional. Vemos aglomerados urbanos sob o viés do "eu sou eu", compreendendo como fomos formados.
A interrogação que resta é: será que compreendo realmente quem sou? Ou seriam meros estudos e livros que conduzem o "eu sou" diante das experiências do "eu pertenço"? Os fundamentos e realizações acadêmicas parecem se chocar contra o "ser eu".
Com a alma diante do espírito relativista, o "eu geopolítico" parece devorar o viés, dando origem a seres bizarros na filosofia. O Tecbot é o fruto definitivo desse tecno-feudalismo digital.
Por - Celso Roberto Nadilo
O eu pode ser eu
E quem posso ser eu
O eu fanático pela vida...
Inspiração do meu eu pu apenas eu
Mesmo eu me calo no silêncio
Apenas seu sei que nada sei
Tudo aprendi nas asas da filosofia sou eu...
O eu absurdo abstrato caminha no sentido do eu...
Euforia seria apenas meu ser pairando pelo eu.
Renúncia do meu algoz eu ao nada do o nada...
Seria eu caminhando ao centralismo ou eu apenas sonhando...
Sou eu fanático pelo eu caminhando pelos espaço translúcido..
Sendo que mantive meu ser como eu...
Eu também eu vi que passou tempo no meu ser para ser o sou.
O presente do ser que sou
Alienado por suas próprias decisões o sou se libertou o eu acordou
O certo eu sempre foi o que sou..
Mesmo diante do que fui ainda sou aquele sou eu diante do sou.
O paradoxo do infinito ser para o sou.
Sou o posso ser e eu sou..
Um ser crítico que sobrevive no ser do meu eu e ainda sou eu diante das probabilidades sou que sou nada mais que eu convicto de ser que sou nada mais além...
Tento responder para ego o eco do eu mais involuntário apenas sou.
Contemplo o templo o ser e sou no tem e espaço anda sou mesmo eu ainda sou?
Por cada vez mais e mais eu se alinha no cosmo fluindo no auto egocentrismo de ser pois a pologia dou eu nunca mais foi eu apenas as forças da minha alma gritando por ser eu.
O ser eu composto do eu poético, e eu crítico...
O eu também temporal, espacial, transdimensional.
Eu o ser eu também é vários paradoxos para tais o elemento que constitui ser pragmático, Mesmo na ilusão de ser eu na profundidade do ser ate os osso sou eu.
Ser contemporâneo eu sou também e ser antológico e medieval eu...
No espelho da consciência o eu pode causar a paredolia do eu
Seus maus dizeres sobre minha pessoa são flores no meu jardim.
Se me xinga eu ignoro pois que xinga nao tem argumentos!
So seu desequilíbrio eu vejo a realidade da ignorância... se expõe a virtude a tristeza não é clara...
O ressurgimento do eu infinito.
Para que eu tenha composição traumatismos do tempo lacos de realidade seja consumidas pela realidade.
A dor surge e coração torna se frio...
A dor infinito é o drama das oito...
As paredes minha companheira parte da composição do eu as paredes são refugio do sol que arde ate o espírito...
Lamurias num eu que deseja sonhos num mundo de desigualdade social num labirinto moral.
Tento fugir do meu eu
A fuga dos meus pensamentos surge.
Em meio a desolação da ilusão em massa.
Percigo meus pensamentos .
Pego meus sonho no ar que for entre meus dedos.
Então minha imaginação voa tão alto lindo de se ver um pensamento ganhando vida..
As bolhas que voam com vento são expostos desejos ouculto por apena o acordar de madruda observar o luar e seus contrastes.
Eu não sei andar de chinelo
Não sei andar de chinelo
Vou arrastando no chão
Não sei andar de chinelo
Ando rebolando
não sei andar de chinelo
Ando de tamaco
não sei andar de chinelos
Vou descendo ate o chão
Me deve mil e quientos me pague mil e seiscentos
Eu não sei andar de chinelo e nem de tamanco ando rebolando me pague mil e setecentos...
Não sei amdar de chinelos.
A narrativa do eu para o eu diante do meu ser a história do relativismo do eu infinito para eu no coletivo.
O eu coletivo para tendência da narrativa sois apenas olhares navegantes em ilusões no coletivo do eu.
