Me Perdoa mas eu Tentei
A cada dia, aprimoro o que será minha melhor versão. O único adversário a vencer é quem eu fui ontem.
Jesus, fazei o meu coração semelhante ao Vosso, para que eu possa entender melhor, perdoar mais, julgar menos e amar sem medidas. Que eu saiba levar paz onde houver dor e fé onde existir desânimo. Amém.
Eu te amo, e sempre te amarei...
Mesmo quando o sol deixou de brilhar e a tempestade tomou o céu,
Mesmo quando teu sorriso não se revelou a mim,
ou quando tua indiferença feriu o meu coração...
Mesmo quando meus erros me desviaram do caminho,
ou quando teu amor pareceu se afastar de mim,
Mesmo quando as estrelas cessaram de brilhar
e a vida, simplesmente, perdeu o sentido...
Ainda assim, te amei.
Amei-te quando o sol voltou a iluminar meus dias,
quando a tempestade se dissipou
e teu sorriso novamente aqueceu minha alma,
enchendo meu coração de alegria e esperança.
Passamos por dores e turbulências,
mas, mesmo em meio a tudo isso,
eu sempre te amei — e continuarei a amar-te.
Eu achava que tinha conquistado tudo.
Não porque tudo estava perfeito, mas porque eu ainda acreditava.
E acreditar, pra mim, sempre foi metade do caminho.
Havia planos que eu já chamava de vida,
sonhos que eu defendia como verdades, um futuro que eu protegia
como quem protege um lar.
Até que um dia
eu percebi.
Não foi de repente.
Foi um entendimento lento, cruel,
que foi se impondo:
nunca mais será a mesma coisa.
E essa frase pesa mais
quando não vem do medo, mas da lucidez.
Doeu aceitar.
Doeu soltar.
Doeu admitir que, mesmo dando tudo,
não foi o suficiente.
Eu não perdi apenas uma conquista,
perdi a versão de mim
que acordava acreditando.
Que insistia.
Que esperava sinais.
Passei a conviver com um vazio estranho:
Derrota,
Encerramento,
Frustração
E o mais difícil
não foi ver o sonho morrer, foi continuar vivendo
sem ele me guiando.
Hoje eu caminho diferente.
Com menos ilusão.
Com menos pressa.
Mas com uma verdade nova:
Algumas coisas que se quebram te quebra junto.
Algumas coisas se tornaram impossíveis e preciso parar
de perder tempo tentando salvá-las.
E talvez
isso também seja
uma forma silenciosa
de sobrevivência
Comecei a sentir algo que eu jurava não morar em mim.
A inveja chegou mansa, sem barulho,
mas fez morada no peito.
Não é do riso fácil dos casais de agora,
nem das fotos prontas, nem do amor que parece simples.
É da história.
Do caminho inteiro.
Do que foi construído com o tempo
e não apesar dele.
Invejo mulheres que ficaram.
Que olharam as falhas de perto, os defeitos sem filtro, as limitações nuas
e mesmo assim permaneceram.
Mulheres que escolheram ficar
quando ir embora parecia mais fácil.
Que lutaram não por perfeição, mas por compromisso.
Que amaram não o homem ideal, mas o homem real.
Isso me toca fundo.
Porque revela um amor raro, o amor que decide.
Que não romantiza,
não foge,
não solta a mão quando pesa.
Essa inveja não quer o que é do outro.
Ela chora o que faltou em mim.
É a vontade de ter sido escolhido nos dias bons e principalmente,
nos dias difíceis.
No fim, não é sobre eles.
É sobre a ausência que ficou.
Sobre a falta que insiste.
Sobre o valor imenso
de quem permanece, de quem luta e não desiste na adversidade.
Sofri um golpe que partiu algo dentro de mim que eu nem sabia que podia se quebrar. A maior decepção da minha vida, vinda justamente da pessoa que eu jurava ser incapaz de ferir, da última de quem eu esperaria uma facada. Foi o tipo de dor que não atravessa… rasga...esmaga.
Esse dia marcou o fim de uma inocência, de uma confiança que eu jamais recuperarei do mesmo jeito. Ali, naquele instante, eu descobri que até o “impossível” pode acontecer, que até o “nunca” pode ruir, que o mundo vira ao avesso quando a facada vem de mãos que antes me acolhiam.
E mesmo assim, aqui estou.
Carregado de cicatrizes, sim, mas de pé.
Não por ter superado tudo… mas por ter aprendido a sobreviver dentro da própria tempestade.
Hoje eu olho para trás e não sinto só dor. Sinto fúria, sinto força, sinto a certeza de que aquilo que tentou me destruir acabou me transformando. Aquele foi o dia em que algo em mim morreu, mas também foi o dia em que outra versão minha começou a nascer, mais consciente, mais dura, mais forte, mais fria, realista e difícil de derrubar.
Meu maior desejo é arrancar de dentro de mim tudo o que contaminou a forma como eu pensava em você.
Queria voltar ao tempo em que pensar em você não doía,
em que pensar em você era abrigo, não sofrimento.
Eu tenho um coração triste e quebrado, marcado por dores que o tempo ainda não conseguiu apagar.
Carrego cicatrizes de batalhas silenciosas, de decepções que eu não queria viver e de sonhos que ficaram pelo caminho.
Mas, mesmo ferido, ele continua batendo.
Talvez mais cauteloso, mas ainda encontra forças para seguir.
Porque um coração quebrado não deixa de bater; apenas aprende que algumas dores se tornam parte da história que carregamos para sempre.
Senhor,
Eu não quero apenas falar de Ti.
Quero conhecer-Te de perto.
Não me basta apenas saber quem Tu és.
Quero ouvir a Tua voz, caminhar Contigo e viver uma intimidade que transforme o meu coração.
Quero a minha fé alimentada pela comunhão.
Que eu Te busque não apenas pela Tua misericórdia, mas pela Tua presença.
Acima de tudo, quero conhecer-Te cada dia mais e fazer da minha vida um reflexo da Tua vontade
Uma coisa eu aprendi. Quando você diz pra alguém que mais tarde fala com ela, eu penso que "mais tarde" pode ser tarde DEMAIS!
O ditado diz: "Antes tarde do que nunca". Eu acredito que deva ser ANTES/ANTES do que tarde. É com a antecipação que se previne danos maiores, seja em que momento for!
Eu só quero lembrar que hoje (11.02) faria dois anos que você me falou no messenger que estávamos namorando. Pensei que seria um dia de felicidade e comemorações.
Para quem já perdeu quase tudo, é insuportável a ideia ou a realidade de que perdeu novamente. Eu não sei perder pessoas. Eu não aguento mais perder pessoas! Ah Deus!
E mais uma vez eu aqui ao seu lado respirando o teu cheiro, olhando para seu rosto firme e encantador. Desço os olhos e seu tórax me dá a sensação prazerosa, completando com sua barriga. Eu mais uma vez aqui!
As pessoas confundem a facilidade que eu tenho de não guardar raiva ou rancor quando me fazem mal, com falta de vergonha na cara ou safadeza. Minha mãe nos criou para sermos fortes e resistentes aos problemas, não as pessoas!
