Me Perdoa mas eu Tentei

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O nosso cheiro de amor,

Eu sinto você, e me alucino.

Tenho fé no destino;

Te escolhi para ser o meu abrigo,

Ah, esse teu jeito tentador!



Jura que não estou enganada,

Quero ser a tua amada,

Estou aqui apaixonada - contando

Ser por ti bem desejada...

Ah, estou por ti encantada!



Pode ter certeza que não

Olharei para o lado escolhi

Para te ter ao meu lado,

Quero você para ser o meu namorado.

Ah, tu és o meu bem amado!



Não sei se eu deveria te enviar

- um verso -

Não sei se devo fazê-lo convencido,

Mas não consigo ser diferente:

- você tem mexido comigo...

Não tenho resistido,

Pois sou a fera pedindo

carinho e colinho.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você me deu o seu coração,

E eu não vou devolver.

É de invejar o giramundo:

O quê não há de se perder,

Tenho uma constelação.



Levitando até as estrelas,

'Desabitantes' deste mundo,

Romanceando grandezas,

E habitantes inteiros de nós;

Somos duas naturezas - dois sóis.



Nessa delícia pressentida,

Ousadamente tocada,

Faz do meu coração, a tua morada;

O teu corpo vaporoso,

Faz de mim comprometida,

E de minh'alma apaixonada.



Há uma redescoberta,

Uma verdade que quer:

Amar demais esta mulher,

Esta é a certeza concreta

que me faz esperar,

o teu [bem-me-quer].

Inserida por anna_flavia_schmitt

Recebi beijos saborosos,

Beijos muito bem dados.

No doce afã de saboreá-los,

Eu hei de tê-los resguardados.



Recebi beijos saborosos,

Agora tenho certeza

De que mexi contigo;

Estou tomada por sentimentos

Generosos e deliciosos...



Recebi beijos saborosos,

Por isso resolvi em versos,

Semeá-los para que eles

Sejam bem multiplicados.



Recebi beijos saborosos

Que por mim continuam

Sendo beijados;

E que pelo meu coração

Já estão mais do que intimados...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Beijos em lábios

de puro cetim,

Decidi ter você

todo para mim.

Antes eu escrevia

para ninguém,

Todos sempre

estiveram aquém...

No nosso país não

há intrusos,

Escrevo esse verso

de bruços,

O amor não

precisa de muito:

O amor é o maior

dos luxos!



Não me acanho

em fazer-te ledo

Com os meus versos,

Pois neles você mora;

O meu coração é o teu

sagrado endereço

- não há mais nenhum segredo -

Nós dois

graciosamente fazemos

o nosso enredo no melhor

desassossego,

E nele sempre nos revejo...



Eu me permito

na fantasia ser

Esposa, namorada

e tua amante.

A poesia permite

dar rumos

A minha natureza

de fina dama

- seguir adiante

Para ocupar

a tua libido

Como tua terna

bacante abrindo

Um caminho inédito muito

mais efusivo,

Interessante

e eternamente marcante...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Na verdade, eu escrevo versos

Livres do juízo e com a ânsia

De viver o nosso paraíso.

É justo e necessário dizer:

- Que sem você não há mais como

- viver -

Quero te pertencer.



O coração bate forte

De amor e de sentir saudade,

Sabes bem que é de ti

Que tanto preciso;

Por isso, corro riscos

Nesses versos imprecisos.



Esses versos livres

São para você saber:

Que todo verso livre é feito

Para dizer que o amor existe.

Estes são versos de extrema fé,

E humanidade para você saber

Que o amor escreve a verdade.



Deixo você de sobreaviso:

- Que o meu amor é indiviso,

Ele é inteiriço.

O coração não tem nada de indeciso,

Ele está plenamente decidido.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Contemplo no espaço o olhar,

uma sensação tão instigante

que faz a cada dia eu me apaixonar,

sentimento intransigente que faz

a exuberante juventude só pedir

o teu colo,

um passaporte para desvendar

o teu mistério

tão intrigante - apaixonante.



Na profusão do mútuo desejar,

bem sabes que faço de tudo para

chamar a tua atenção,

e que a provocação e a timidez

fazem parte da nossa dupla,

chegará uma hora que não haverá

mais como ocultar a temperatura;

dizem que amar é um crime,

para o nosso amor não tem castigo,

somos partícipes criativos

no delicioso perigo - incontidos.



Um não sai da cabeça do outro,

sabemos que temos o mesmo gosto,

entre nós não existe jogo,

o tempo se encarregará do nosso

- ouro -

o tempo é a forja e o amor

é nosso primoroso tesouro;

mergulhados nas profundezas do amor,

- somos exigentes -

e a cada detalhe damos valor:

Um brinde ao porvir do nosso amor!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Tudo consta que eu errei,
mas ainda prefiro pecar
pelo excesso de humanidade,
assim vou exigindo
que contem tudo sobre
a verdade, porque não
sou e nunca fui
de fácil convencimento.

Ariana liberada,
em condicional está
a liberdade,
e deixo bem aqui
a perplexidade:
a história da Capitã
está mal contada,
dizem que o filho
não foi preso,
Nina não
foi extraviada,
e ela tampouco
foi torturada.

Dizem que o único
prejudicado foi
o pobre cirurgião,
aonde está a nobreza
dessa gente que diz
que é cheia de coração?

Sigo no meio
das Mães e esposas
perseguidas
pela opressão,
quero a base
da poesia abrir
as portas da prisão.

Tudo mostra que
o desvio tem
sido certo,
falam de tudo,
menos do centauro
preso injustamente,
atitude de gente
que não me convence,
atitude de quem quer
apagar a injustiça
contra um homem correto.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Agradeço

a vida

ter me jogado

no chão para

que eu não

nunca

mais tenha

forças

para correr

atrás de quem

não me merece,

não merecia,

não mereceu

e jamais há

de merecerá.



A ironia da vida,

e giro do mundo,

acabam unindo

o inimaginável

e o impossível:

o encaixe perfeito,

creio que na vida

tudo tem jeito,

e a nossa hora

vai chegar;

e o destino sempre

acaba brindando

quem no amor crê,

e recusa jamais

deixar de buscar.



Aos que jogam

com o amor

e com ele

se portam

mentirosos,

levianos,

ambiciosos

e injustos,

não preciso lançar

nenhuma maldição:

o destino é preciso

em devolver

a cada um

a compensação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sinto que
os melhores
beijos que
eu hei te dar
estão porvir
no tempo
de nos amar.

Estes meus
versos são
para quebrar
a tal sisudez,
e por grande
pretensão
ser a voz
da tua mudez.



O quê queria

mesmo é que

eles fossem

pão para te

alimentar,

água de beber

e capazes

de cobrir a

sua nudez.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você me disse

que tenho o dom

de escrever,

Eu por antecipação

me vi tocando

as estrelas contigo,

Assim admito

que no teu

universo

vou me perder.


Só me aproximo

se você deixar

Os teus olhos

lindos e cansados

são tão claros

quanto um riacho

para mim,

Que mesmo sem

ouvir a sua voz

Neles não canso

de me banhar.



Queria ter o poder de adivinhar...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você surgiu

do nada,

Não sei o quê

em ti

Eu encontrei,

Só sei que

de você,

Não quero

me prevenir,

Há algo

em teu olhar,

Que me fez

sacudir,

Há algo

na tua boca

Que tenho

que provar,

E te recompensar

com leveza

de fada.


As minhas mãos

não podem

te tocar,

a minha letra une

as nossas mãos

de uma forma

maior,

para quando o tempo

de amar chegar,

os nossos corpos

hão de se render

e se colar,

Assim sou poesia

e perdição

a te provocar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você não

imagina,

que eu

te quero

em silêncio,

poesia

açucarada

e com o 'quê'

da mística

incidental

das flores

das dunas

que nasceram

aqui no vale,

e mesmo que eu

recatada me cale,

saiba que daqui

para frente

cada letra só

será para você.



Eu não pertenço

a esse mundo,

e sim a cena

do suave beijo

a enternecer,

e a sua mão

irreversível

que virá

por debaixo

do vestido

me fazendo

enlouquecer.


Porque eu

te quero,

e é mais forte

do que eu,

o meu desejo

cadencial

é bem assim:

repleto,

intenso,

urgencial

e cheio

de mel.


Não vai passar,

porque sem

se conhecer,

algo em ti

me reconheceu

de forma

inefável,

e te fez oceano

pacificado

para me receber,

porque de maneira

doce e inefável:

já me tens

inexplicável.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não há nada

mais santificado

do que uma

vadiagem poética,

eu sou o quê

você procura

no meio

da bagunça

do seu coração.



Inspiro e respiro

aquilo que nutre,

e te traz fascinação.



Transpiro em verso

aquilo que sugere,

e te traz inspiração.



Não há nada mais

o quê ocultar,

escrevo poemas

para os lábios

teus abastecer,

e me incendiar

mais ardente

do que uma

vela no altar.



Seduzo em prosa,

aquilo que desejo,

e atrai por sedução.



Induzo em canto,

aquilo sem reverso,

e que já é paixão.



Não há nada

mais delicioso

do que uma fuga

do cotidiano,

eu sou o quê

te desafia,

e provoca

real encanto

trazendo revolução.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Destarte a poemizar

eu me dou o espaço

Para me insinuar

porque sou o verbo

Malícia que procura,

para o coração vibrar,

Te enternecer,

apurar o paladar,

Te trazer doçura,

e nos acon[chegar].



Nesse suspense,

eu me preparo:

Você me convence.



Não havia confiado

que a minha letra

Te atrairia muito

como plateia,

Do meu espetáculo

que se destina

Ao transcendente

e a renovação

De um horizonte

Poético e cadenciado.



Sem contigo estar,

eu me vejo em você:

no cosmos de amar.



Cada verso é um beijo

a te cortejar,

Cada beijo é um verso

a te brindar,

Para te fazer flutuar

no avesso das horas,

Porque não posso

no colo te acarinhar,

Para deste mundo

um pouco te desligar.



Desta fatídica rotina

eu me dou o dever:

De contigo fugir.





Ciente celebro feliz

a nos inventar,

Cada poema é poesia

a te sentir,

Porque é poética

a te entreter,

Doida para te ter.



Essa veneração doce

eu me dou o direito:

De contigo brindar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu te desejo

de uma forma

indescritível:

com ou sem

perfume,

fome de amor

e sabor de festa.



Você sabe


que eu sonho

virando
a última página,
e escrevendo
[a nossa]
daqui para frente
irreversivelmente.



Eu não sei

o seu nome,

Não sei onde

você mora,

Não sei da onde

você virá,

Não sei quando

e de que forma virá,

Mas só sei de uma coisa:

já fazes uma diferença

e uma falta danada.



Você sabe
que eu te desejo
arcando
com as últimas
consequências
de me dobrar
por você.



Póstero a se evidenciar

teleologicamente:
O quê você sente,
aquilo que escrevo
E nas horas embalar
o desejo a transbordar
Aquilo que sentimos
silenciosamente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O quê será de ti,

eu não sei,

Mesmo que não

queira,

Lerás cada verso,

para entender

Que eu te amei.



Não me esqueci,

não resisti,

Aceitei o conselho

e a ironia de quem

dizia que voltaria

a me admirar:

virei uma mulher

Tão forte,

que agora não

Quer mais voltar;

porque de tão forte

que me tornei,

Só sei escrever

ao invés de chorar.



O quê será de ti

já não importa,

Os meus poemas

cuidarão de fazer

Por mim o quê

eu não posso:

Te tirar daqui.



Não existe beleza

na indiferença,

Ela se encontra

nos manifestos

- poéticos -

que não leste,

Nas fotos

que ignoraste;

Envenenaste

a minha crença

na tua existência,

E agradeço!

E salva de ti,

assim desse jeito,

'tu' me perdeste.

Inserida por anna_flavia_schmitt

No encerrar das portas

da minha juventude,

Você apagou a luz

do meu mundo,

Eu não quero saber

mais a teu respeito,

Amor você não tem,

e nunca teve por mim,

E nunca terá por ninguém.

Você acabou comigo,

da mentira você é filho,

Brincou com o destino.

de quem te queria Bem.



Não foi nenhuma vicissitude,

tudo aquilo que você sofreu,

Foi você mesmo que plantou,

e ainda de fato não colheu,

E nunca será bastante,

porque te quero distante.



Você nasceu sem caráter,

Brincou com a fé,

Você nasceu sem alma,

Zombou com a esperança,

Você nunca será respeitado,

E quando tudo der errado,

Há de se lembrar para sempre,

que não se humilha uma mulher!



Não se brinca com a fé

de ninguém e ainda mais

de quem faria tudo por você;

Você conseguiu a proeza

que eu me arrependesse

Do meu arrependimento.



Não me esqueci de nada

e nem me esquecerei,

Dos dias de silêncio,

do desprezo ao meu esforço,

da ofensa a minha beleza,

das pequenas mentiras,

da falsa promessa de união,

do filho prometido,

dos dias ruins ao teu lado

e que me adoeceram,

A memória de ti será esvaziada.



Fostes o tempo todo original:

um homem de mentira,

Na verdade é o que você é.

Valeu a pena ir a pé,

porque aonde nada vale,

Eu não posso existir.



No coração tenho um corte,

por ti enfrentaria a morte,

Você nasceu para não ser,

e nunca ter existido;

Que bom que você saiu

da minha vida e caminho,

Agradeço que tive sorte!



O último poema para você

é para te enterrar vivo,

Porque não me terás como abrigo,

e tampouco como salvo-conduto,

Quero um cavalheiro genuíno,

que se comporte como adulto,

E jamais se pareça contigo,

porque tens o aroma do lixo,

Ainda bem que descobri há tempo!

Vou ter o meu coração reconstruído,

Confesso que fui embora convicta

Da certeza que em algum lugar

do mundo não poderia negar

A minha existência e presença

para quem vale a pena amar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu te encontrei,

Você ainda não viu,

Eu te reparei,

Você nada pediu,

Eu te consagrei.



Irei ao encontro,

Eu não hesitarei;

Irei ao destino

Do amor que é lei.



Eu sou semente,

Vento nas areias,

Eu sou flor,

Corda de violão,

Eu sou oásis,

Acorde do coração.



Irei ao ponto,

Eu me renderei;

Irei ao caminho

Que eu encontrei.



Eu sou presente,

Sopro na estepe,

Eu sou perfume,

Rosa de Ahal,

Eu sou fonte,

Nômade e paixão.



Irei no ritmo,

Eu assim voarei,

Tenho convicção,

Vontade e fé,

Nos olhos do Protetor,

Nos passos da glória,

No peito cheio de amor,

Nos braços da História

Repletos de todo o amor.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Por ser quem eu sou,

de ti só pedi segurança;

Para não ficar como estou.


Por amor eu te esperei,

e também fui atrás,

Nunca nos desperdicei.


Por amor quis te proteger

da maldade do mundo,

Mas você não quis entender.


Por amor eu me distanciei,

e corri para nos salvar,

Mas você não quis explicar.









Por ser esse o meu dom,

se eu tiver de elevar tom

de voz sempre será poético.


Por ser feita de amor,

se eu tiver de ser bravura,


Não vou perder a doçura.




Por ter alma e pele,

só preciso despir-me,


O desejo ainda verte.






Na vida não te esqueças:

que a poesia não precisa

de voz para elevar o tom,

(Ela conta com as letras).

Inserida por anna_flavia_schmitt

Desde que se apossaram
do mar da Bolívia,
Eu estava lá só que
ninguém me via,
Bem no meio antiga
da tropa eu havia
sido escrita e escondida.

Fui revelada só agora
que não vou me contentar,
Enquanto não me devolverem
o General, a tropa e o mar,
Não vou parar um só dia
de espalhar a minha poesia
por todo e qualquer lugar.

Nasci sul-americana
e nenhum de vocês
a mim não me engana.

Estou espalhada pelo ar,
nasci na serra e cresci
bem no meio do mar.

Inserida por anna_flavia_schmitt