Me Perdoa mas eu Tentei
Eu não sei se você está certo ou se sou eu quem estou errado, só sei que temos opiniões diferentes e não vou te matar por causa disso.
No circo que armamos eu sou o palhaço e você o mágico, seu prazer me iludir e a minha dor te fazer rir
Quem diz o caminho que meus filhos tem que seguir sou eu, porque se der merda eu vou continuar ao lado deles, não você.
Eu não gosto de dar presentes. Com presentes não se conquista, se compra. Se queres conquistar alguém tenha atitudes sinceras.
Infelizmente as necessidades se sobrepõem aos sentimentos, assim nos tornamos infelizes. Assim eu vou vivendo só, mas não infeliz.
Eu fugi do seu olhar
Eu fugi do seu olhar
Por varias e constantes vezes
O medo me tomou
E ainda estou
Correndo
Como quem corre pra não ser apanhado
Eu fugi incansávelmente
Mas meu refúgio era frágil
E aquele olhar brindado
Falando comigo
Me alcançava em meio a distância
Corri tanto perigo
Mas não conseguia distrailo
Era sempre uma covarde disputa
Talvez proibido
Me fazendo refém
Que olhos são esses
Que nunca vi em ninguém
Já me escondi
Ja viajei pra fora daqui
Mas o seu olhar
Junto comigo fugiu.
Incertezas
Eu falhei
Quis desistir
Eu só errei
Muita coisa mudou
Muito eu pensava ser
Bem pouco descobri que sou
Perdi tudo o que sentia
Lutei pra sentir
Mas fiquei vazia
Tentei me refazer
Colando os cacos
E com eles pude me surpreender
Questionei tudo noite e dia
Desconfiança
Desacreditei de tudo que um dia cria.
Fugi de tudo que tinha para fugir
Eu posso me moldar,
acomodado as bordas
do teu coração,
Divino, entregador de cartas.
Mas não diga quem sou,
ou o que fui,
não me meça pelas palavras.
Tenho sido duro,
doce apenas em segredo,
um tanto por vaidade,
dois tantos por medo.
Existindo em uma mistura
de beleza e fúria.
Eu tenho, um corpo de 1,40 macio,
revestido por uma armadura,
e pelo desejo de ser sozinho.
Mas você sabe de tudo,
e não sabe nada,
anjo de toque macio,
senhor atirador de facas.
Então não me chame por outro nome,
não me tenha como um segredo,
não sei viver em sociedade,
não sei não ser verdadeiro.
Por isso, sai de casa naquela manhã,
e fugi de todos os meus amigos,
fugi daquele grupo de poetas,
fugi do desejo de ser redimido,
fugi de tudo que tinha para fugir.
Porque na verdade estou cansado
de ser azedo.
Querido...
Eu fiz teu abraço de lar. Os teus beijos a minha perdição. Encontrei-me quando olhei em teus olhos. Perdi-me nas ondas dos seus cabelos. Enlouqueço aos teus lábios macios. Ferve meu corpo quando seguro tua mão.
Procuro-o a cada pessoa, és escolhido dentre todos eles. Seja você o meu maldito poeta. Dos romances mais belos, o meu Romeu. Fale-me sobre o amor da sua perspectiva. Meu bem, você poeta, eu poetiza. Se pararem as palavras de rimar, se importaria? Ou se não mais te escrever em estrofes e linhas?
Se faço morada em você, te incomoda? Quando estou imbróglia, ainda assim te quero. Encontrei em ti, amor, a calma que eu tanto buscava. Querido, agora eu tenho um milhão de borboletas, sobrevoando serenas, que agitam-se a sua presença apaixonadamente extraviadas. Há quanto tempo eu não via-me perdida. Perdidamente apaixonada.
Declarar-se é coisa antiga, atos decrépitos, cartas de amor são ridículas. Então pergunto-me, por que as faço? Uma a uma como o mesmo objetivo: dizer amá-lo. Sou uma mulher com paixões pérfidas, escritora e também aspirante a poeta. Fervorosa, intensa como a primeira vez.
A primeira vez em que estivemos juntos, você lembra? A primeira vez que senti teu palpitar. Quando cogitei falar contigo sobre amor, mas era cedo demais. Atormentou você meus dedos passeando teu corpo, lembra-se? Ou porque eu não parava de te olhar. Quando nossos sonhos se entrelaçaram a primeira vez, senti meu coração descompassado acelerar. Quando pedi-te um beijo roubado. Quando fui tua sem que ao menos me tocasse.
Eu fiz do teu abraço o meu retorno. Teus beijos a minha perdição. Nas ondas dos teus cabelos eu perco-me. Reencontro-me ao olhar seus olhos. Deixe-me não medir esforços para falar que é você. Sempre foi. Querido, tudo acontece como a primeira vez. Exceto o amor, que não nega batizá-lo meu doce, doce, doce...
Maldito poeta
Escrevo - Por gostar
Não escrevo para enganar; quando você não quis mais ficar, eu me tornei refém do meu coração: até o dia que acordei e com lágrimas de saudade e tristeza comecei a escrever e mesmo sabendo que nenhum sentimento vai trazer você para mim eu passei transcrever meus sentimentos em palavras que passam um coração apaixonado sem medo de errar, sem receio de se expressar.
Já cansei de tentar esquecer você se toda vez esse aentimento vence, com os dias que não te vejo vou vivendo com essa saudade de você: dormindo em qualquer canto para encontrar você em qualquer sonho que me faça viver o que sinto, sem ter que viver uma realidade sem você, que só me dá vontade desistir, acho que vou enlouquecer; eu já não sei mais viver quando todo cuidado que eu preciso é do seu.
Por gostar de você, eu posso sofrer, só assim eu posso provar que esse sentimento não é passageiro, não vai passar, não vai mudar. Se um dia quiser voltar, vou sorrir e tudo que aconteceu sem você eu vou esquecer, tudo que vou fazer é dizer: “eu te quero e sempre vou te querer, essa dor que sem você eu vivi, não é nada. Quando minha vida volta para mim e sorrindo quero só te abraça, te beijar e pedir que nunca mais solte minha mão, me deixe chorar e sorrir com você, tem que ser você.”
Hoje não estou bem e queria seu colo, queria seu carinho: eu até tentei viver sem você, mas nenhuma alternativa tem seu cheiro, seu sorriso. Eu não preciso de conselho, não preciso de outros cheiros, outros corpos, eu preciso de você. Só você me faz sentir isso, não sei como posso desistir de você, se, quando tento, eu acabo desistindo de mim, é difícil não pensar em você.
Se o destino te escolheu porque era tua vez,
por infinitas vezes que eu tente,irei fracassar.
pois a minha ainda ha de chegar, para que possa mostrar do que sou capaz,e finalmente brilhar
mas continuo caminho sem pressa, Deus,é o pai! ele vai me dizer o momento certo dessa conquista .
