Me Perdoa mas eu Tentei

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Eu quero ter a raiz do amor que arvorece frutos doces. Que derrama o néctar sagrado dos sentidos. Eu quero fazer brotar flores nas relações da vida. Exalando o desejo de quem florir. Eu quero fazer tudo florar um jardim. Acho que tem flor dentro de mim.

Inserida por DaniLeao

⁠Aprendi contemplando a natureza, sentir tudo que Deus nos presenteia. Há quem ache pouco, eu diria ser divino.

Inserida por DaniLeao

⁠Eu sinto muito. Sinto muito pelos que se sentem "superiores" em achar mais fácil "esquecer" o que fez. Que estão cheios de si, de orgulho e vaidade e parecem grandes demais para dizer eu sinto muito. A maioria acha que nao vale a pena dizer "eu sinto muito". Porque é mais facil fingir que nada aconteceu ou falar de perdão quando ao menos nao consegue dizer "eu sinto muito". Você pode me fazer um favor?! Fale aí para si mesmo "eu sinto muito". Sinta a leveza em seu coração. Se não somos capazes de pedir perdão, como vamos perdoar? Sinto muito!

Sinto muito, por entendermos que todos nós somos passíveis de erros. Principalmente quando os erros afetam a vida de outras pessoas. É muito importante nos colocarmos no lugar do outro, antes de levantarmos os julgamentos. Sinto muito! Será que pratico o perdão em minha vida? (Reflexão). Somos seres divinos, temos a capacidade de perdoarmos 70x7, se com verdade sentirmos em nossos corações. Perdoar é um ato que nos liberta do mal antes de tudo. Até porque quem age na maldade continua cometendo erros mascarando uma falsa plenitude da sua imperfeição que é da responsabilidade apenas do malfeitor(a). Todo ato tem consequências, para o mal devemos oferecer sempre o bem, porém não podemos jamais livrar alguém de suas próprias responsabilidades.

Para a inveja, calúnia e maldade gratuita que possamos oferecer amor. Sinto muito! O amor também diz não. O perdão é um dos atos do amor, porque o amor nos faz crescer com nossos erros. É atraves do reconhecimento dos nossos atos que crescemos. Para quem persiste no erro, o erro sempre se repetirá. Infelizmente, a maldade usa artificios para se beneficiar. Assim como muitas vezes perdoar pode se tornar um ato arrogante por trazer um ar de superioridade a quem oferece o perdão. Sinto muito! Como muitas vezes perdoar impede o "agressor" de crescer aprendendo com seu próprio erro. Então, o perdão não está no certo ou errado, está na consciência, vem de uma liberação intima e profunda de algo muito maior que julgamentos.

Quando deixamos com o outro a responsabilidade dos seus próprios atos, o mal cada vez mais perde força por não se esconder por detrás de subterfúgios de comportamento, falsos alivios ou falta de amor. Através da clareza e do amor, o perdão não precisa ser dito, apenas sentido. Porque o perdão é um dos atos do amor, e o amor compreende onde falta amor. Sinto muito!

Danielle Leão

Inserida por DaniLeao

Desistir
Já desistir de tudo
De tudo como era
As lembranças vem átona
Mas eu sigo nessa Hera
Não consigo ir para frente
Me vejo na beira de um precipício
A qualquer momento vou pular
E vou cair na imensidão de um nada
Um nada criado pela minha desistência.

Inserida por RickVlokker

Girassol


Eu te encontrei no melhor jardim
Jardim esse que é considerado o mais belo
Você foi o girassol mais belo entre todos
Foi então que eu percebi
Que se eu te desplantace você iria apodrecer
Você não era para ser minha
Você era para ser do mundo
Mundo esse que era seu jardim.

Inserida por RickVlokker

Perdido

Eu te encontrei no maior descaso da minha vida
Eu estava perdido, sem nenhum sentido
Você abriu meus olhos e me mostrou o caminho
Caminho esse que eu não encontraria
Sem nenhum motivo você foi o meu alívio.

Inserida por RickVlokker

⁠Podemos ser muitas numa só.
Eu por exemplo não me encaixo em formas. Sou fogo e água; sou meiga e dona de uma frieza implacável; sou livre e me prendo facilmente; sou versátil, mas tão persistente. Amo com todas as minhas forças e desamo com a mesma intensidade. Muitos têm de mim o amor, a admiração e cuidado gratuitos, outros, sequer meu desprezo.
Sabe por que? Porque eu não me encaixo em caixinhas compartimentadas.

Inserida por Les21

Muitos acreditam no que querem acreditar, eu decidi acreditar nas coisas que são apresentadas a mim, e que tenham argumentos... A bíblia!

Inserida por SayMyName

⁠De graca, sem graca, nao importa o que eu faça,
Na raça, que massa, a vida nao é tao sem graça.
Aprendi a encarar tudo o que se passa, o vidro que despedaça,
a mao que desembaraça, a nuvem que ameaça, o sol que racha, nao ha nada que eu faca, nao mereço serenata, nao é merito meu, isso é apenas graça.

Inserida por SayMyName

⁠um jovem diz consigo mesmo se eu não lutasse não teria conseguido este canudo,mas todo o sucesso não vem só de uma pessoa o sucesso vem de vários fatores que contribuiram

Inserida por Edpoeta74

⁠Eu sempre estudo os padrões de ação das pessoas vencedoras, mas principalmente as pessoas que querem derrubar as pessoas vencedoras.

Inserida por LuccaCaldas

⁠O céu não é o limite, eu quero as estrelas.

Inserida por LuccaCaldas

Eu estou acima de mim ha todo custo!

Inserida por danilohenrique

⁠Eu já era um cara com traumas e problemas e ainda escutava Los Hermanos

Inserida por danilohenrique


Eu tenho um desejo, de voar entre o céu e a terra, entre o mar e o luar.

Eu tento um desejo, subir a montanha e do alto pular, para as águas e sobre elas parar.

Eu tenho um desejo, do fundo do mar,
surgir em direção ao céu, como o falcão voar e plainar no ar.

Eu tenho um desejo, que é com Deus conversar, e o seu amor fazer na terra germinar, e no fogo transmutar.

Eu tinha um desejo, que era amar e esse eu posso dizer e afirmar que realizo ele, e não tenho palavras para descrever a quanto e magnífico esse sentimento.

Eu tenho um desejo, de igualdade, justiça e fé entre a humanidade e não só ensinar mas com eles praticar o amor de Cristo.

Eu tenho um desejo, não que a humanidade seja igual mas sim que aja a diferença entre todos, e que ambos saibamos respeitar a todos independente de opinião, raça, cor ou credo.

Eu tenho um desejo, que se lembrem de mim, não só ontem, e muito menos só hoje mas sempre, não pelo que eu fiz mas pelo que eu sou pelo amor que transmite enquanto eu estive entre voz.

Eu tenho um desejo, que não aja dor mas se acontecer de ter que tenhamos o remédio para a cura da dor, que não tenho tristeza mas se mesmo assim ela aparecer que achemos a alegria.

Eu tenho um desejo, de um dia ser amado como eu amo, de ser reconhecido como na verdade sou e não como me julgar ser.

Eu tenho um desejo, de responder sem medo a qualquer pergunta basta saber se você está disposto a reconhecer a verdade em mim.


Daí-me força e fortalece a minha fé para a cumprir a sua vontade Paí.

R&F Perazza.'.

Inserida por RFPerazza

Quando eu fui criança III

O padre da nossa paróquia, vez ou outra dava umas bandas pela praça. Passava em frente do local onde eu tinha minha caixa de engraxar, Numa dessas caminhadas, eu estava sentado na caixa de engraxar, chupando uma manga, daquelas bem madura. Minhas mãos e a boca era manga só. Naquele tempo eu andava meio "carregado de pecado" e estava fugindo da igreja. Pensei: boa hora para fazer uma aproximação com o padre. Fui até ele e tentei beijar a mão dele e pedir a benção. Ele, na primeira tentativa se esquivou, mas na segunda não deu. Taquei um beijo bem meloso na mão dele. Ele resmungou algum impropério, passou a mão na batina, me fulminou com os olhos e se foi sem nem olhar para trás. (I

Inserida por IvoMattos

Quando eu fui criança. Parte II

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Próximo à minha casa veio morar uma mulher. Ela era sozinha. , Bem nova, ruiva.. A casa ficava sempre fechada, mesmo com ela la dentro. Havia um homem, com cheiro de erva doce, que sempre aparecia por ali. Vez ou outra, ele brincava com os meninos que se encontravam por perto da casa. Ele tinha um carro preto, bastante bonito.
Uma tarde, quase noite, a janela se abriu e a mulher do cabelo ruivo me chamou e perguntou se eu podia ir até o Grande Hotel buscar comida pra ela? claro que sim>--"disse eu"-- então ela me deu uma marmita, uma não, cinco ou seis, montadas numa alça. E lá fui eu, sem antes ligar o motor do meu cavalinho caminhão, freio a ar..,Cheguei no restaurante, dei aquele monte de marmitas pra uma pessoa e fiquei esperando, do lado de fora a preparação. Assim que me entregaram as marmitas, liguei o cavalinho caminhão e saí. Entrei pelo jardim, contornei a fonte luminosa,( coisa linda de se ver, pena que desmancharam) entrei à esquerda, passei ao lado do coreto,( desmancharam, também) e comecei a descida para minha casa que era perto da casa da mulher misteriosa. Mas aquele cheiro maravilhoso que exalava daquelas marmitas. Vixe! Que tentação. ;
Naquele tempo, o seminário estava em construção. Eu conhecia bem a obra.Vivia brincando por ali. Entrei, coloquei as marmitas no chão e abri todas as panelinhas. Fiquei olhando para aquelas comidas maravilhosas. A maioria era comida comum; arroz, feijão, salada, maionese, ovo etc., mas na última estava a tentação: carne com batata. Era de lá que vinha aquele cheiro maravilhoso. Com muito esforço e lutando contra o desejo, fechei as panelinhas e sai rápido dali. Entreguei as marmitas para a mulher misteriosa, Ela perguntou se eu podia fazer aquele serviço todos os dias? me pagaria no fim de semana. Sim!! Claro, que sim!. Segundo dia, o mesmo trajeto. Peguei o jardim, fonte luminosa, coreto, descida para casa e .... Seminário. Aí, aconteceu... . Abri todas as panelinhas, cheirei e comi uma batata. Terceiro dia., mesmo trajeto. Seminário. Cheiro de bife com cebolas, abertura das panelinhas uma cheirada e lá se foi meio bife. Não aguentei. a metade sumiu como num passe de mágica e de lambuja comi mais umas duas batatas. Infelizmente nunca houve o quarto dia, ela não mais me chamou e o homem, com cheiro de erva doce, não mais brincou com
os meninos da rua, principalmente comigo. (I

Inserida por IvoMattos

Quando eu fui criança.

Num belo dia estava brincando com meu cavalo de pau, feito de cabo de vassoura, na rua da minha casa, quando minha vizinha, muito bonita, me chamou e perguntou se eu podia ir até a farmácia buscar um remédio para ela?. Claro q sim"! disse eu"., e de pronto, já com o nome do remédio marcado num pedaço de papel e o dinheiro na mão parti em disparada pela rua , até chegar à farmácia do Florisvaldo. Encostei o cavalinho na parede da farmácia, mostrei o papel com o nome do remédio, paguei, recebi o troco e virei de volta. Chegando na casa da minha vizinha, buzinei, (meu cavalo tinha buzina), ela saiu, entreguei o remédio, junto com o troco e já ia virando nos pés do meu cavalo, quando ela disse: ei! "fica com o troco"., e eu, no meu cavalheirismo principiante e querendo deixar um "bom nome”, com aquela moça bonita--respondi: "não precisa, eu sou acostumado fazer favor de graça"., (I

Inserida por IvoMattos

Quando eu fui criança IV

Um senhor, libanês, abriu uma banquinha em frente ao Grupo Escolar Carmela Dutra, para vender bananas..
No dia da inauguração, como não podia deixar de ser, eu andava por ali, olhando, vendo ele montar as bancadas. Não sei porque o libanês me convidou para trabalhar com ele; Convite aceito imediatamente.

Depois da entrevista, acertado os direitos e obrigações de cada um, fui para a minha casa com o compromisso de voltar à tarde.
Cheguei no horário combinado. Já "almoçado", Precisava, eu ia ficar a tarde toda no "serviço"
Como ele tinha outros compromissos pela cidade. antes de sair, me deu umas aulas sobre o produto (bananas) e umas orientações básicas necessárias: tipo de banana, preços, , como fazer troco, etc. e lá se foi o libanês, deixando aos meus cuidado, seu patrimônio.,
A princípio, ainda com a barriga cheia, pois tinha acabado de almoçar, não me interessei muito pelas bananas, mas com o passar do tempo, sem nenhum movimento mais a demora pela volta do dono, fui experimentando as bananas e suas variedades.,
Comi tanto que comecei a passar mal. Tive que me deitar debaixo de uma das banquinhas,onde fiquei torcendo de dor, não podia nem me mexer que doía tudo . Foi aí, então, que vi o dono. Primeiro ele olhou para as pencas, analisando as faltas, ficou um tempo pensando, depois olhou por debaixo da banquinha, onde eu estava deitado. Sem sentimento de pena, não me perguntou nada., só falou: amanhã você não precisa vir mais . E pior, nem me pagou.(I

Inserida por IvoMattos

Quando o ídolo é de barro, literalmente.

Quando criança, eu tinha tantos afazeres que faltava tempo para executá-los. Era assim: acordava, tomava café, escola, voltava para casa, almoço e trabalhar de engraxate, desde que não estivesse chovendo, ninguém engraxava os sapatos em dia de chuva. a cidade virava um lamaçal só. Mas nestes dias, me sobravam três opções: Vender serragem, para as pessoas colocarem na porta da casa, vender frutas ou lavar correntes de caminhões. Empregos temporários. claro.
Lavando Correntes. Naquele tempo, a rodovia ainda não era toda asfaltada e os caminhões que vinham da parte sem asfalto tinham correntes nos pneus para não atolarem no barro, mas assim que entravam na parte de asfalto, o motorista era obrigado a retira-las. Obrigado porque existia um guarda rodoviário na espreita para multar quem trafegasse sobre o asfalto, sem retirar as correntes dos pneus.. Num pedaço de mais ou menos 100 metros da parte asfaltada ele até permitia, mas mais do que isso ele multava. Como as correntes ficavam emplastada de barro, os motoristas pagavam pra q esse serviço fosse feito pela molecada, a gente ganhava uns trocados, lavando as correntes. Num naqueles dias de chuva, que não parava mais, estávamos la, eu e mais uma dezena de moleques, tirando e lavando as correntes. O nosso ídolo, o guarda, fazendo a função dele: parando os caminhões e multando alguns. O dia estava correndo bem, até que veio um caminhão bem grande, serpenteando igual a uma cobra na lama Foi chegando na parte asfaltada, entrou no asfalto e foi andando, não parou no ponto pre estabelecido e como não parou, o guarda saiu correndo atrás do caminhão e mais aquela molecada gritando pra que o motorista parasse, mas nada, ele não parava, só parou depois de rodar uns 500 metros no asfalto novinho. . Chegamos, o guarda na frente e nós atrás, bem perto dele. Aí iniciou uma discussão entre os dois. Em determinado momento o guarda sacou seu revolver e disse assim: --"se você for homem, passe por cima do meu boné"-- e colocou aquele boné, a coisa mais linda, Aba marrom, com uma fita verde amarela e mais dois revólverezinhos dourados fixados na parte frontal do boné,(Objeto de desejo de todos os meninos) debaixo dos pneus daquele caminhão enorme, cheio de lama; jamais imaginávamos que o motorista tivesse coragem de fazer o que ele fez, mas ele fez! Passou com os pneus por cima do boné. Ficamos todos sem palavras, olhando aquele, antes boné, virar uma pasta de barro, parecendo um sapo.O motorista ainda deus uns tapas no guarda, nosso ídolo. Naquele dia e nos outros que vieram não lavei mais correntes. Saí correndo daquele local sem olhar pra trás , serviço perigoso. (I

Inserida por IvoMattos