Me Perdoa mas eu Tentei
É foda gostar de alguém, pelo menos pra mim.
Eu não consigo ficar sem falar com a pessoa e quero ver ela todos os finais de semana. Quero saber como foi seu dia e tudo mais, e não apenas gostar e deixar de lado. Não adianta, não consigo ser assim. Nunca a outra pessoa da valor nisso e quando dá, não demostra. É ai que complica!
Eu espero que todos votem de acordo com aquilo que acreditam. Pois se ficarmos julgando as escolhas politicas dos nossos amigos não estaremos exercendo politica.
Politica no dicionario deverias ser: "Respeito mutuo aos pensamentos adversos."
Preconceito algum não deveria abalar as pessoas. Se você é diferente e gosta disso pra que se vitimizar ou popularizar sofrimento? Seja feliz sendo o que é ou não será feliz.
Mas prefiro falar que eu sei me moldar e agir de varias formas. Mas nunca por palavras ou vontades externas que pareçam que estão me obrigando a ser algo diferente do que sou.
Todas as vezes que eu sentia uma saudade insuportável eu te encontrava em meus pensamentos e te abraçava forte.
"Ah! Se eu pudesse me fazer presente agora, sentir o teu cheiro e ouvir teus sussurros que me deixava atrevidamente louca."
"Todos os dias, eu me lembro de nós.
Dos beijos famintos, dos toques desinibidos, dos sons ofegantes da nossa respiração.
Eu nunca te quis pela metade.
E você… você me quis inteira. Intensamente." J.R
Trecho de um diário:
Era um dia chuvoso — e eu sempre amei a chuva. No final da tarde, preparei um chá, peguei um livro e me sentei no alpendre, nos fundos da minha casa. O livro era Meu Amor é Você, de Rebecca Winters, edição de 1993. Fazia parte da série Sabrina, tão querida por leitores jovens e adultos pelos seus enredos românticos e envolventes.
Folheei algumas páginas, mergulhei por instantes naquela leitura suave... então pensei: ele não vem hoje. Mas me enganei. Pouco depois, ouvi seus passos ao fundo do quintal. Ele se aproximou, e eu sorri instintivamente. Corri em sua direção e pulei em seu colo, enlaçando-o com os braços e as pernas — como fazia todas as vezes em que ele chegava.
Encostei meu rosto no dele, senti seu cheiro e distribuí pequenos beijos, enquanto ele me carregava para dentro de casa.
Alguns momentos são eternos. E esse, para mim, ainda vive aqui dentro do peito.
Era só um instante. Mas era tudo.
_Janete Galvão
A cada dia que passa, mais eu sei e compreendo a última nota da cantora Dalida.
“Pardonnez-moi, la vie m'est insupportable” (Me perdoem, a vida se tornou insuportável para mim).
Tudo o que eu mais quero e preciso é que alguém me olhe nos meus olhos e diga o quanto me ama, alguém que diga que meu sorriso é lindo, alguém que me abrace, alguém que implique comigo e depois diga que eu fico lindo mesmo daquele jeito, alguém que saiba transmitir-me amor, carinho, amizade, compreensão e até quando necessário dos estalos na cara, ou uns valentes puxões de orelhas, alguém que saiba que as palavras por vezes não adiantam nada, mas ações.
Alguém que só de olhar para mim, saiba ler em meu rosto muitas vezes disfarçado de sorriso e óculos escuros, sinta com o coração e a alma que não estou bem, que me dê um abraço, que me diga, mesmo que seja baixinho ao ouvido: "Estou aqui, e vou estar sempre, juntos vamos caminhar e vamos chegar a bom porto".
Eu não me esqueci de você um minuto se quer, vejo suas fotos todos os dias para sentir que está presente, eu ainda ouço sua risada, ainda sinto seu coração bater,ainda lembro das noites que passamos abraçados sem dizer apenas uma palavra, espero te ter algum dia e poder dizer a falta que senti, quando partiu e levou meu coração contigo, as lágrimas que escorreram pelo meu rosto sei que não te trarão de volta, as dores que eu senti, não te fará sentir o mesmo por mim, mas o amor que sinto por você, você não pode roubar de mim.
Dança de amar.
Cuidado com essa mania de ficar distante!
Porque uma hora eu aprendo;
E não volto depois do teu arremesso;
Encontro outros braços;
Corto nossos laços.
Cuidado quando pisar!
Uma hora eu canso…
E aí;
Não há plano;
Choro, vela e nem tango,
Que me faça dançar.
Não tenho mais 8 anos, mas isso não significa que eu não tenha mais medos. Ainda tenho sim, mas não de xingamentos, caretas e do escuro, tenho medo dos elogios, sorrisos, e tudo que é claramente oposto do que demonstra ser.
Certamente irei demonstrar quando a raiva inquieta rasgar minha garganta. Mas nunca espere que eu diga que estou com ciumes, alguns sentimentos ardem e se nao sao notados morrem com a gente, e não, não é orgulho, é um sentimento mudo, mútuo e não quero te-lo dominando meu corpo e saindo da minha boca.
