Me Perco dentro da Saudade
A Única Esperança
A vida acabou.
Sinto que perdi a razão.
A dor toma conta de mim,
e de vazio se enche o meu coração.
O que devo fazer?
O abismo me chama.
O toque de suas mãos acaricia o meu rosto.
Estaria eu disposto a largar o meu posto?
A dor controla a minha vida.
Quero que ela acabe,
porém não vejo saída.
Mas o que é a dor?
É só uma parte que a felicidade não alcançou.
Mas o que é a felicidade?
Nunca a conheci de verdade.
Eu sempre desfrutei dos encantos da carne.
Eu era como uma ovelha, levada para o abate.
Mas, mesmo com todos esses prazeres, nunca fui feliz de verdade.
O que é o amor?
Poderia ele acabar com toda a dor?
Certo dia conheci um homem.
Sua aparência não era muito bela,
mas suas palavras confortaram meu coração.
Com as marcas da cruz em suas mãos,
ele me disse:
"Filho, não tenha medo; eu estou contigo.
Não perturbe o seu coração.
Estarei aqui, sempre lhe estendendo a mão.
Eu sou toda a felicidade que o seu coração anseia.
Eu te amo,
pois morri para que tenhas vida, e vivo para que possas viver em mim.
Eu sou o caminho, a verdade e a vida.
Eu sou a resposta que você precisa."
E hoje eu vivo por ele
Para que ele possa viver em mim.
Se até o eco se perde a tentar entrar em minha mente, você acha que com esse seu mapa que fez de mim saberá o caminho?
Sempre lutei para não ter rotina. A repetição não faz sentido. Se você não usa tudo o que sabe, está atrasado.
Construir a cidade não é repetir o que já existe. Temos que pensar em recursos técnicos que se empregam para o êxito da mesma coisa, de aliviar a população, aumentar o tempo livre das pessoas, e não construir para ser mais um produto no mercado.
Deveríamos aprender a não distinguir prazer de trabalho. O trabalho deve ser a máxima perspectiva erótica da sua vida.
Em arquitetura não tem nada mais importante que o outro. Não é um pedaço de cada um. É arte, ciência e técnica.
Arquitetura não é para ser vista, é para ser vivida.
Projeto ideal não existe, a cada projeto existe a oportunidade de realizar uma aproximação.
A primeira e primordial arquitetura é a geografia.
Não existe espaço privado. Todo espaço deve ser ligado a um valor, a uma dimensão pública. O único espaço privado que você pode imaginar é o cérebro humano.
Quantas vidas estão se perdendo por falta de uma simples palavra de encorajamento?
Nossas palavras carregam um poder imenso — mais do que imaginamos. Nunca pense que uma mensagem de ânimo, de esperança, é algo pequeno ou sem importância.
Elas podem levantar quem está caído, reacender a chama de quem estava prestes a desistir.
Mesmo na dor, na tristeza, nas lutas mais difíceis, uma palavra certa pode nos dar forças para seguir.
E lembre-se: anime até aqueles que te animam, pois eles também podem desmoronar.
Qualquer um está sujeito a momentos de fraqueza — até os mais fortes.
Por isso, te digo: não pare. Continue. O mundo precisa da sua luz.
Desejo a você todo sucesso, força e felicidade. Sei que não é fácil…
Mas é no esforço, na coragem e no ânimo que a vida encontra sentido.
Obrigado por ler até aqui.
Você é importante. Não desista.
Muitos filantropos não doam, eles investem. Investem em sorrisos ao lado de carentes, em vídeos distribuindo coisas enquanto capturam lágrimas. E, claro, investem em hashtags como #fazerobem. Mas o coitado que recebe nem sabe que está num espetáculo performático. Mas tudo bem, porque o importante é a intenção de acumular likes e comentários do tipo "Você é um anjo!" No final, o necessitado continua necessitado, o filantropo continua faminto por validação, e o algoritmo agradece pelo engajamento.
Escrever é como mergulhar no abismo de si mesmo, enquanto editar é iluminar o caminho do outro, guiando sua voz sem apagar sua essência.
Editar livros é dar forma ao caos das ideias, equilibrando arte e técnica, paixão e pragmatismo, em um ofício que exige tanto o coração quanto a razão.
Escrevo porque as palavras são pontes entre o caos da alma e a ordem do mundo, onde o indizível encontra morada.
Há laços que não se veem, mas apertam; não como prisão, mas como abraço antigo. A família é feita desses nós quietos, firmes, que seguram a alma no lugar certo. Vive-se nela como num sobrado antigo: com barulhos familiares, gestos repetidos e um calor que acolhe sem motivo.
Os filhos são páginas novas, mas já cheias de sentido. A casa pulsa nos detalhes: o cheiro do café, o brinquedo no chão, o riso solto no quintal. A bênção está nos atos miúdos; o copo d’água levado, o cobertor estendido, o olhar que entende.
Mesmo no cansaço, há sempre alguém que repara, escuta, fica. Porque a família é isso: a vida andando de mãos dadas, sem pressa, sem alarde, só presença.
Essa é a vida em sua essência mais crua, um lento retorno, não apenas aos lugares, mas aos nossos laços. Andamos pelas estradas do mundo carregando ausências, buscando em rostos alheios os vestígios do que um dia fomos. Os reencontros não são meros acasos: são feridas abertas que, por instantes, se fecham. Os laços que resistem ao tempo nos lembram que há algo, talvez inexplicável, que insiste em nos puxar de volta, não para um lar de paredes, mas para o abrigo invisível da alma, onde moram a lembrança, o afeto e a culpa.
Ficção científica? Acredite… não é. Veja as grandes invenções do mundo: aviões, internet, satélites, inteligência artificial… tudo isso já foi considerado impossível. Mas alguém acreditou, e hoje é realidade.
Acredite: você faz parte dessa mudança.
Cada passo, cada ideia, cada atitude conta. O futuro não é um lugar distante — ele começa agora, com quem ousa imaginar, tentar e transformar.
O impossível só existe até que alguém acredite e faça acontecer.
