Me Perco dentro da Saudade
Com a autoridade de quem conhece o próprio processo, não revido as injustiças, pois sou como a uva e o leite: o que para alguns pareceu humilhação, para minha mente empreendedora foi a etapa de cura e transformação. Onde me negaram equidade, eu cultivei a perspicácia de saber que, enquanto eles permanecem os mesmos, eu me transformo em vinho, em borboleta e em valor que o tempo só faz aumentar
✨O Brilho que não se Rouba✨
Ela quis o seu sorriso, sem saber o que ele custa,
Buscou no espelho a forma, mas encontrou a alma injusta.
Cobiçou o fio do cabelo, o tecido da vestimenta,
Mas a paz que em ti transborda, nela apenas vira tormenta.
Agrediu por impotência, pois no fundo ela sentia:
Não se compra o amor de casa, nem se herda a alegria.
Quis a posse, quis o luxo, ser rainha em pedestal,
Esqueceu que a luz do peito é o que vence qualquer mal.
Ela ostenta o que é de fora, mas habita o deserto,
Invejando o teu abraço e o teu destino tão certo.
Enquanto ela grita e fere, em sua pobre imaturidade,
Tu segues sendo riqueza... ela, apenas vaidade.
Elfo Maia
Quem tenta apagar o brilho do outro acaba no escuro. Você não perdeu o chão, você ganhou o horizonte. A cura é um processo lento, mas é o único caminho que garante que o seu próximo destino seja feito de luz, e não de sombras do passado
Elfo_Maia
Ela é uma força da natureza em pequena estatura, uma mente perspicaz e autodidata que nunca cansa de florescer através do estudo. Embora o mundo tente diminuí-la para evitar a concorrência com sua luz, e muitos confundam sua doçura com fragilidade, ela finalmente compreendeu sua própria preciosidade.
Entre o coração genuíno e a determinação de aço, ela aprendeu a blindar-se contra julgamentos; hoje, ela não busca aprovação, busca o seu próprio bem. Quem vê o frasco não imagina a imensidão do conteúdo: uma mulher que aprendeu a ler a vida de forma diferente e que, ao olhar para trás, reconhece que sua trajetória é a prova viva de um potencial que ninguém, além dela mesma, tem o direito de medir
O mundo tentou te diminuir porque temia a sua imensidão; criaram dúvidas para você não sonhar, mas sua mente perspicaz descobriu que ser pequena na estatura nunca te impediu de ser gigante no saber
Complexa demais para ser rotulada. Tenho a alma de jovem, o rosto de adolescente e a maturidade de uma senhora
Se o clima esquentar, eu viro velocidade. Se o clima esfriar, eu viro resistência. Eu me adapto, mas nunca paro
Não se engane com o calendário: há maturidade em quem tem 20 e uma alma de menina em quem já passou dos 30
💛O Dono do Meu Silêncio💛
Eu te escrevo antes mesmo de te ver,
Pois te sinto nas entrelinhas do que sou.
Meu fogo de Áries aprende a te esperar,
Enquanto o tempo, em segredo, nos desenha.
Tu és o chão firme onde minha rima descansa,
O olhar de terra que entende a minha pressa.
Meigo no toque, mas firme no passo,
Teimoso o suficiente para nunca desistir de nós.
Eu sei que amas o que é eterno e clássico,
O que é feito à mão, com calma e com alma.
Por isso, guardo minhas estrofes no peito,
Como quem guarda um segredo em mármore.
Vênus está tecendo o fio que nos une,
Sem pressa, com a paciência de quem cria arte.
Não te busco no ruído, te encontro no destino,
E quando o mestre Tempo finalmente permitir,
Minha poesia deixará o papel...
Para morar no teu abraço.
O destino é um artesão paciente: enquanto eu escrevo a espera, ele esculpe o teu caminho. Sei que não falhar, pois o que é eterno nunca chega atrasado; apenas espera o instante em que a nossa alma esteja pronta para ser, enfim, a obra-prima
Entrego ao céu o que ainda não posso entregar às tuas mãos: a minha prece pela tua guarda e o meu zelo pelo teu caminho. Que o universo te cuide enquanto o tempo nos ensina a rota, pois mesmo sem saber o teu nome, meu coração já decorou a tua paz
Amanda Tamiris da Maia:
Não busco superioridade, mas percebo a fragilidade moral ao meu redor. Não sinto piedade; o que há é o impacto profundo de observar o vazio espiritual de quem escolheu a omissão do amor e da compaixão por mim. Minha nobreza reside na minha capacidade de sentir, mantendo a mente límpida e uma consciência que não se abala pela mediocridade alheia
Soberana Rainha:
Ela é o prumo da casa, a sabedoria que não falha,
Uma alma de ferro que venceu cada batalha.
Saiu do interior para mostrar sua grandeza,
Com a força de quem não se curva à incerteza.
Sua inteligência é um farol que ilumina e guia,
Transformando o trabalho duro em pura maestria.
Seu olhar é um livro aberto, cheio de lição e verdade,
Uma mulher que comanda a própria realidade.
Não se perde em lamentos, ela prefere o movimento,
Cuidando dos seus com o vigor do próprio alento.
Se o coração dela é um reino, o filho é o seu tesouro,
E sua lealdade vale muito mais do que o ouro.
Eu sou a guarda dela, o batimento que não cansa,
Aquela que retribui cada gota de esperança.
Enquanto as irmãs criam asas, eu escolhi ser o cais,
Protegendo a rainha que me ensinou a ser mais.
O amarelo não combina com quem já brilha por si só,
Ela é laço apertado que nunca se torna nó.
Minha mãe é o exemplo da vida que se faz vitória,
Uma guerreira admirável que honra a própria história.
Sua sabedoria é lei, seu amor é o meu chão,
A mulher mais incrível que já pulsou no meu coração.
Navego pelo século 21 com o compasso da Geração Silenciosa: sou o violino que só canta para quem entende de zelo, e o piano que transforma a paciência em paz. Sou o silêncio que escreve poemas enquanto o mundo faz barulho
Taciturnidade
Zetalhões de poesias a disposição.
Quanta literatura
Livre para ler.
Tanta manifestação
De falsas virtudes.
Tenho saudade dos filmes mudos
Estes sim, diziam muito.
Criticidade
Aos tolos e iletrados
Falsos leitores de poesias
Julgam-se interpretes inatos
Na sua horrenda analogia.
As artes nascem de esforços hercúleos
Da solidão à perseverança
Engaiolada num verão de janeiro
Desabrocha a criação.
Muitas vezes vivo o que escrevo
Momentos que trago à clausura
Outras vezes do nada sai o pensamento
São palavras que se amoldam com formosura.
Os asnáticos nunca saberão
O que escrevo é somente à minha interpretação
O que eles leem...
Não é mais a minha poesia.
Sem analogia de almas
Sou puro sentimento, sou mulher,
É na constância sentimental que alimento a minha alma,
Os céticos que a lê, dizem que em mim não existe.
Digo com solidez que a vida não é arbitrária,
Tenho como princípio o antagonismo,
Para alimentar o meu sentimento, ajo com a razão.
Sou uma imperfeição de pessoa
Tenho como causa primária às exceções
Profano as regras capazes de eliminar a minha abstração.
Quem comigo conjumina, leva-me a uma triste impressão,
De tirar-me o privilégio do desvio, do habitual.
Quem clarividência minha alma, elimina a minha consciência sutil.
Não aceito esse dogmatismo que dissimula a minha regalia
Sou uma semideusa, assim, onipotente,
Tenho uma alma conceitual sem similitude.
