Me Descubro um pouco a cada dia
Tira a mascara q cobre o seu rosto, me mostre e eu descubro se eu gosto, do seu verdadeiro jeito d ser [...]
Sozinho eu reflito sobre a minha vida...
Sozinho eu descubro as minhas falhas...
Sozinho eu faço uma viagem dentro da minha própria mente,
e descubro que não posso ser sozinho para sempre.
"Em teus olhos, encontro o universo inteiro, e em teus braços, descubro o lar da minha alma, onde o amor floresce como uma eterna primavera."
Quanto mais me volto sobre a infância distante, tanto mais descubro que tenho sempre algo a aprender dela.
Cada vez mais descubro que a felicidade vem de dentro. Que somos responsáveis pelas nossas reações mais até do que as próprias ações. E que devemos ser gentis conosco. Sempre.
Acho incrível quando descubro que a responsabilidade é minha porque sei que mudar ou não é só uma questão de decisão!
O diploma que adquiri não tornou a minha mente superior. No fim das contas, descubro que minha essência, por mais que eu lute, é de homem simples.
- Summer Bittencourt
“Teus olhos são estrelas que guiam meu destino, e no teu abraço, descubro que o tempo é apenas um sussurro pejado de infinitéssimos diante da eternidade do nosso amor.” ©JoaoCarreiraPoeta.
Campinas, 05/12/2025.
Entre o Indizível e o Infinito.
Há dias em que me leio por dentro e me descubro escrita nas entrelinhas de Clarice.
Porque nela encontro esse espelho raro,
onde o íntimo não se esconde apenas pulsa.
E quando encosto meu silêncio no silêncio dela, entendo por que diz:
“Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.”
Talvez porque eu também deseje o indizível, o que não cabe no mundo, mas insiste em caber dentro de mim.
Vinícius, então, chega como quem abre uma janela para a alma respirar o que é essencial.
Ele afaga minhas dores,
desamarra minhas paixões, e relembra que o amor não precisa permanecer para ser eterno:
“Que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure.”
E é nesse infinito breve que encontro a beleza do que sou e do que sinto.
Sigo assim, entre Clarice e Vinícius, como quem caminha por um corredor de luz e sombra, observando meus próprios contornos, aceitando o que é brasa, acolhendo o que é vento.
Na elegância dos meus pensamentos soltos, me reinvento.
Na profundidade dos versos que me escolhem, me encontro.
E na vida, essa poesia que não se explica e continuo sendo rascunho e revelação.
Não sou religiosa, porém sua presença me acalmava.
Descubro que era apenas fruto de um cérebro sem estímulos, logo uma criação do inconsciente carente.
Bameyu
“Quando paro e olho com o coração, descubro que a vida já me oferece a felicidade que procuro.” – Os`Cálmi
Cada vez que eu mergulho
mais nesse mar de sentimentos,
descubro a intensidade
do que trago por dentro.
Nesse processo,
ao ouvir minha voz interior,
tento acalmar todo o turbilhão
que faz acelerar o meu coração.
Novos contatos florescem no que antes era medo,
Descubro que a vida não guarda segredo:
Perder quem não soma é, enfim, se encontrar,
Pois quem nunca foi seu, não há como deixar.
Senhor, se for preciso que eu me quebre de novo, que seja. Pois é nos estilhaços que descubro o homem que devo me tornar.
Admiro pessoas de princípios e valores, pois a cada decepção descubro que tais pessoas estão sumindo
Admiro e respeito pessoas de caráter, pois a cada decepção descubro que tais pessoas estão sumindo
Sensação
Eu me descubro assim, sem rótulo máscaras ou coisas pedaços incompletos sem nexo sem roteiro desenhado no esboço do meu rosto exposto.
Eu me revelo assim, intensidade, transparência feita da essência mais louca ou talvez boba no compasso dessa melodia louca.
Eu me despeço ou recomeço sem nexo faltando um complemento talvez até sem jeito sem preconceitos, sem conceitos, desse jeito ou sem jeito.
Enfim um conjunto de tropeços onde nem sei qual é o começo mas sinceramente, eu gosto desse meu jeito então chega de argumentos e você, ah segue teu rumo, pois não nesse indo seremos amigos, inimigos ou completos desconhecidos.
