Me Deixa Viver
E se alguém te disser que quer viver o ego, o orgulho e a vaidade, e que está disposto a suportar as consequências, não há nada mais gentil do que você simplesmente deixar que ele aprenda com as próprias experiências.
Eu descobri que já não consigo viver sem você ao meu lado, me vejo sem sentido no meu silêncio magoado pelo que me aconteceu ou o que me faltou.
Nunca me imaginei sem você, nunca acreditei que a vida me pregaria essa peça para que resistisse à minha provação com dignidade e honra.
Anime-se com coragem... E determinação para viver com intensidade, arrisque com audácias e venças com as tuas certezas;
Sejas autentico, ousado e até mesmo atrevido para mostrar o quanto és capaz no qual te julgaram insuficiente...
Viver dói — sempre doeu. Quem tenta escapar da dor termina por esquivar-se da própria vida: contorna riscos, suaviza experiências, recusa o impacto que forma e transforma. Ao poupar-se do que fere, priva-se também do que expande. A existência exige exposição; não há plenitude sem atravessamento. E, no fim, descobre-se que o maior sofrimento não foi a dor sentida, mas a vida que deixou de ser vivida.
Vai doer muito até eu entender que é possível viver longe de você. Só agradeço a Deus uma coisa. Você está vivo!
Amor, fé, esperança, confiança e paixão, são os sentimentos capazes de te levar a lugares e a viver situações inimagináveis.
Agarre-se a um desses sentimentos e mova-se!
O que importa mesmo é você ter garra e vontade para sair do lugar e retomar a caminhada quantas vezes forem preciso.
O segredo para o sucesso é esse: estar se movendo impulsionado por um sentimento enorme e jamais desistir, embora tropece as vezes.
A vida é bela
O difícil é aprender a viver.
O segredo para uma vida plena é saber vibrar no percurso
Na caminhada para o lugar que for sempre há emoções...
Encontre-as!
ÚLTIMO SUSPIRO
Até o meu último suspiro em vida,
quero aprender a viver.
Quem sabe, não aprenderei sobre coisas que me faria viver,
pelo menos mais um dia?
Aprender e viver é uma ideia única.
Não se vive sem aprender,
e se deve aprender para bem viver.
Aprender a construir o destino,
destinar-se a viver bem.
Bem vividos os dias são bons.
Os dias são contados e corridos.
Segue-se vivendo e aprendendo...
Já que se morre aos poucos.
Saber escutar quem sabe
Não se pode viver sem entendimento, próprio ou emprestado. Muitas pesssoas não tem consciência do que não sabem, e outras pensam que sabem sem saber. Os erros da estupidez são irremediáveis, pois, como os ignorantes não se consideram assim, não procuram aquilo que lhes falta. Alguns seriam sábios se não acreditassem sê-lo. Por isso, os poucos oráculos da prudência vivem ociosos porque ninguém os consulta. Pedir conselho não diminui a grandeza nem a capacidade de ninguém. Ao contrário, fortalece a reputação. É bom ouvir a razão para evitar o ataque da má sorte.Relacione-se com quem tenha algo a ensinar
Relacione-se com quem tenha o que lhe ensinar.O trato amigável deve ser uma escola de erudição, e a conversa, um ensinamento culto. Deve-se fazer com que seus amigos sejam também seus melhores mestres, combinando o útil da aprendizagem com os gostos da conversa.Deve-se alternar o prazer com a instrução. Os aplausos gratificam aqueles que falam, e os que ouvem são recompensados com o ensinamento. Normalmente a própria conveniência nos leva a conversar com outras pessoas- e assim enobrecemos. O homem prudente freqüenta as casas dos homens eminentes, pois mais que palácios da vaidade são cenários de gradeza. Existem senhores com reputação de prudentes que são oráculos de grandeza por seu exemplo e modo de agir. Além disso, o grupo de seus acompanhantes é uma refinada academia de sensatez, tato e engenho.
Não se pode viver sem entendimento, próprio ou emprestado. Muitas pesssoas não tem consciência do que não sabem, e outras pensam que sabem sem saber. Os erros da estupidez são irremediáveis, pois, como os ignorantes não se consideram assim, não procuram aquilo que lhes falta. Alguns seriam sábios se não acreditassem sê-lo. Por isso, os poucos oráculos da prudência vivem ociosos porque ninguém os consulta. Pedir conselho não diminui a grandeza nem a capacidade de ninguém. Ao contrário, fortalece a reputação. É bom ouvir a razão para evitar o ataque da má sorte.Relacione-se com quem tenha algo a ensinar
Não me preparei pra viver com escolhas erradas.
Quando errei? Quando te deixei.
Entre dois caminhos, escolhi o mais fácil,
fechei os olhos e parti,
num impulso covarde fugi.
Te amo ainda e só sei viver com escolhas certas.
Hoje, nós dois é a escolha certa...
eu sei,é difícil de administrar
mas eu prometo resistir à tentação de converter nós dois em impossível,
se eu puder voltar.
A Geografia dos Que Não Sabem Viver
Nunca aprendi a viver.
Talvez ninguém tenha aprendido.
Talvez chamemos de existência
a longa repetição de gestos
que fazemos antes de descobrir
que não levam a lugar algum.
Nasci tarde demais para a esperança
e cedo demais para o esquecimento.
Desde então,
habito uma espécie de intervalo.
Não pertenço às ruas,
mas também não pertenço ao silêncio.
Sou hóspede de lugares
que desaparecem quando alguém acende a luz.
É ali que resido:
entre o eco de uma voz
e a voz que já não existe,
entre a sombra de um corpo
e o corpo que partiu,
entre aquilo que desejei
e aquilo que tive medo de desejar.
Há uma crueldade particular
em continuar vivo
quando já não se espera nada da vida.
A esperança, quando envelhece,
não se transforma necessariamente em desespero.
Às vezes transforma-se em hábito.
E há hábitos mais difíceis de matar
do que qualquer esperança.
Carrego dentro de mim
uma cidade construída sobre ruínas.
Cada rua conduz a uma ausência.
Cada janela dá para alguém
que não voltou.
Cada quarto conserva o cheiro
de uma coisa que terminou
sem jamais ter começado.
É estranho perceber
que podemos sentir saudade
daquilo que nunca tivemos.
Talvez seja essa
a forma mais pura da melancolia:
sentir falta
de uma vida que nunca nos pertenceu.
Meus desejos também envelheceram.
Já não gritam.
Já não imploram.
Permanecem no fundo de mim
como moedas enferrujadas
no bolso de um homem morto.
Ainda posso tocá-los.
Ainda posso senti-los.
Mas já não consigo gastá-los.
Desejo o amor
como um condenado deseja a liberdade:
não porque saiba o que faria com ela,
mas porque precisa acreditar
que existe uma porta.
E talvez não exista.
Talvez todas as portas sejam apenas
formas arquitetónicas da nossa ilusão.
Talvez a liberdade seja
o nome elegante que damos
ao intervalo entre duas prisões.
Por isso permaneço.
Não por coragem.
Não por fé.
Permaneço porque até o abandono
exige uma certa perseverança.
A noite me conhece pelo nome.
As sombras já não me assustam.
Elas aprenderam a conviver comigo.
Às vezes sentam-se ao meu lado
e não dizem absolutamente nada.
É a conversa mais honesta
que já tive.
Então penso:
e se a vida nunca tivesse sido feita
para ser compreendida?
E se compreender fosse apenas
mais uma maneira de destruir
o pouco mistério que nos mantém respirando?
Talvez eu não esteja perdido.
Talvez não exista lugar algum
para onde voltar.
Talvez esta sensação de estar ausente
seja a única forma de presença
que me foi concedida.
A madrugada chega.
O mundo começa novamente
a fingir que amanhã importa.
Eu permaneço diante da janela.
Lá fora, alguém ri.
Um carro desaparece na esquina.
Uma mulher fecha as cortinas.
Um homem acende um cigarro.
E por alguns segundos
tudo parece absurdamente vivo.
Então percebo uma sombra atrás de mim.
Ela não estava ali antes.
Não me viro.
Porque existe uma pergunta
que passei a vida inteira evitando:
se tudo aquilo que perdi
continua vivendo dentro de mim...
então quem, exatamente,
é que está vivendo
quando eu já não estou?
