Me Deixa Viver

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⁠O Terapeuta tem uma formação em si, e a certeza que cada pessoa, precisa viver à sua história.

Não há problema nenhum em buscar um propósito.
Mas a vida; ela é feita para viver!

“Uma sombra nunca pode impedir alguém de viver — ela não toca a vida, apenas a parede onde a luz decide não brilhar.” ✨

“Viver espontaneamente é aceitar que não sou perfeita — sou verdadeira, e sigo adiante como uma errante aprendiz, colecionando quedas, descobertas e a coragem de recomeçar.”

Eu escolho viver o momento, onde o coração respira e a vida realmente acontece.

“O amor é a essência do viver: não apenas impulso, mas escolha que sustenta e transforma.”

"Partir ou chegar são momentos distintos, porém todos têm o mesmo objetivo no nosso viver: mudar de lugar."

"Não há sentido em viver apenas por viver, pois a vida é muito mais do que o simples fato de existir — não obstante o entendimento do filósofo René Descartes: 'Penso, logo existo'. Penso que o existir está além do pensar; o existir habita no sentir, e o sentir está muito além do pensamento."

"Só os tolos acreditam que viver à sombra de outro traz segurança. O sol que você busca está dentro de você; a sombra de quem quer te ver rastejar não merece espaço em seu caminho."

Ah! Você parece estar bem melhor hoje


Uma pessoa livre não pode viver reclusa


O sol não se esconde da luz do dia


Levante, respire e sorria

Interesse


Meu interesse é viver uma paixão. Menina
Meu interesse é viver um grande amor. Menino


Meu interesse é muito raro não me desanima
É a paixão que dura um dia inteiro e a tarde termina
Meu interesse é longe distante de qualquer caminho
É o lenço que foge das lágrimas e chora sozinho


Meu interesse é viver uma paixão. Menina
Meu interesse é viver um grande amor. Menino


Meu interesse é um subir pra baixo descendo pra cima
É o punho girando o pandeiro dessa minha sina
Meu interesse não soma valor nem é levado em conta
É o sorriso no rosto menino depois que apronta
Meu interesse é entrar de cabeça na paixão menina
Não está escrito no bilhete aonde ela termina
Meu interesse é viajar na frente desse amor menino
Até que o samba alegre dessa vida chegue ao seu destino

Depois que morri para você passei a viver

Descostume


Esse meu descostume
De viver longe do seu perfume
Dos seus cabelos encaracolados
Desse seu jeitinho engraçado


Esse meu descostume
Está acabando comigo
Me fazendo viver isolado
Escondido do sorriso
Nas linhas de um rosto fechado


Sei que fui um cara distraído
Não percebi o amor do meu lado
E hoje fui surpreendido
Com a felicidade desacostumado


Esse meu descostume
De não provar do seu beijo suave
De lado a lado com você deitado
Naquela paz alegre interminável


Esse meu descostume
Me fisgou nas malhas do desejo
E contido nessa armadilha
Quem era água agora sente sede

Viver um dia de cada vez pode ser a melhor maneira de colorir todos eles.

⁠E se você não estiver nesse futuro pelo qual tanto se cobra e, em nome dele, se impede de viver o agora?


Talvez o amanhã tenha se tornado um credor impiedoso, cobrando juros altos demais sobre uma vida que só pode ser paga no presente.


Promete-se sentido depois, descanso depois, felicidade depois — e, enquanto isso, o hoje vai sendo adiado, silenciado, desperdiçado…


Vivemos como se a existência fosse um rascunho, um ensaio para um tempo que talvez nunca chegue.


Ora, negligenciamos tanto o percurso que alcançamos nossos objetivos, mas perdemos a empolgação por fragilizar-nos demais.


E quase sempre guardamos abraços, adiamos risos, engavetamos sonhos, tudo para honrar um futuro que não garante presença nem permanência.


Mas se — ao final — descobrirmos que ele nunca nos incluiu nos seus planos?


O agora não é um obstáculo a ser superado, mas o único território onde a vida de fato acontece.


Negá-lo é trocar o certo pelo hipotético, o palpável pela promessa.


Não se trata de abandonar o amanhã, de deixar de sonhar, mas de lembrar que nenhum futuro vale o preço de um presente não vivido.


Talvez a verdadeira imprudência não seja viver intensamente o hoje, mas hipotecar a própria vida em nome de um amanhã que pode jamais nos chamar pelo nome.


O melhor dia para viver é hoje, às vezes o amanhã tem a estranha mania de ser tarde demais.

⁠Viver em sociedade exige concessões silenciosas, não guerras sonoras, a sua liberdade termina onde a minha paz começa.


A Limitação Cognitiva e a Ditadura do Volume


Talvez esperar bom gosto de quem não tem bom senso seja mais um distúrbio: pura limitação cognitiva.


Porque não se trata apenas de preferência musical, mas da incapacidade de compreender que o mundo não é uma extensão do próprio quarto ou da sala, nem um palco particular onde todos são obrigados a assistir ao mesmo espetáculo.


Não dá para esperar um bom repertório escolhido por puro capricho, antes de tudo, para invadir.


O som que atravessa muros, janelas e a paciência alheia deixa de ser expressão cultural para se tornar imposição.


E toda imposição é, em essência, uma forma preguiçosa de poder: a de quem não argumenta, não dialoga, apenas aumenta o volume.


É verdade que o bom gosto é muito subjetivo.


O que agrada a uns pode ser insuportável a outros.


Mas o desrespeito ao bem-estar alheio não é questão de opinião; é um problema concreto de convivência, de civilidade mínima, de noção básica de que o outro existe e importa.


Confundir liberdade com licença para incomodar é um erro muito comum — e perigosamente aceito.


Mas qualquer imbecil funcional deveria ao menos perceber que, num mundo com mais de oito bilhões de pessoas, é impossível escolher vizinhos por afinidade musical ou paixão por ruídos.


Viver em sociedade exige concessões silenciosas, não guerras sonoras.


Exige entender que o direito de fazer barulho termina exatamente onde começa o direito do outro de ter paz.


No fim, o problema não é o volume do som, o estilo musical ou a caixa potente…


É a ausência de empatia caprichosamente amplificada.


E quando o bom senso é desligado, não há playlist que salve a convivência.


Que Deus nos livre dos que confundem alegria com euforia e liberdade com licença para nos incomodar.

A eutanásia é tratada como um horror por uma sociedade que obriga você a viver uma agonia sem propósito apenas para não ferir a estética do "milagre da vida". No fundo, a moralidade prefere um cadáver respirando por aparelhos a um homem livre partindo com dignidade.

O maior medo humano não é morrer, é viver sem significado e descobrir isso tarde demais.

Poderíamos viver uma quantidade absurda de tempo que jamais nos cansaremos da lógica repetitiva e mecânica de amar

Muitos veem o fim como destruição; o humanista vê um convite para viver cada instante como uma criação.