Me Deixa mais Forte
A humildade é o reconhecimento de que, mesmo sendo forte, você é apenas um instrumento de uma força maior.
Você é maior do que pensa, mais forte do que imagina. Quem duvida disso é o seu medo, projetando uma sombra onde a luz deveria estar.
Não espero mais que a vida seja leve, eu apenas escolho ser forte, leveza é consequência, força é decisão, e eu decidi.
Se a sua confiança não for forte o suficiente para aceitar e aguentar o peso da sua dúvida sincera, talvez não seja uma convicção sólida, mas uma crença fraca, construída nas suas próprias certezas. É no momento da dúvida que a convicção se aprofunda, forçando-nos a largar as certezas superficiais para mergulhar na visão do propósito.
Sofrer não me fez forte, me fez consciente. A força veio depois, quando percebi que ninguém viria me resgatar. Foi ali que descobri que Deus não tira a dor, mas sustenta quem a carrega. E sustentar-se já é um milagre diário.
Ser forte não é resistir ao impacto, é continuar andando depois dele. É juntar os pedaços sem saber onde cada um encaixa. É aceitar que certas partes nunca mais voltarão a ser como antes. E mesmo assim, escolher existir.
Eu não sou forte, eu sou persistente, e existe uma diferença tênue entre os dois, porque a força se esgota, mas a persistência se arrasta, e, mesmo aos pedaços, eu continuo.
Ser forte nunca foi sobre não cair, mas sobre levantar com o coração em pedaços e ainda assim acreditar que vale a pena continuar tentando.
O problema de ser forte o tempo todo é que as pessoas esquecem que o aço também cansa, que as vigas também rangem sob o peso da estrutura e que, às vezes, o que o herói mais precisa não é de uma capa nova, mas de um colo onde possa finalmente desabar sem julgamentos.
Há dias em que eu não quero ser forte. Quero apenas descansar de mim mesmo. Mas a vida não oferece pausa para a alma cansada. Então sigo, mesmo exausto, porque desistir nunca foi uma possibilidade que o destino me permitiu.
Ser forte nunca foi uma escolha. Foi a única alternativa que restou. Quando desmoronar não era permitido, fui obrigado a continuar. E seguir, sem forças, tornou-se a minha forma de existir.
Não escrevo para parecer forte, escrevo porque conheço a fragilidade de perto. Entre lembranças, orações e silêncios, aprendi a transformar ausências em linguagem e a dar sentido às ruínas que encontrei dentro de mim.
Hoje é o dia dela! Minha irmã querida!
Dia desta mulher de fé, iluminada, tendente, forte, alegre, amorosa, sensível, determinada, sábia, sorridente. Tantos predicados que a faz muito especial e significativa para nós.
Peço a Deus sempre te proteja e te conduza, que continue trilhando seu caminho com muita benção, que você colha todos os frutos do seu merecimento, lhe concedendo a paz e a saúde; a força e a coragem, a alegria e o amor; a prosperidade e a vitória.
Continue sendo essa mulher de fibra, essa mulher resolutiva, essa mulher provida de encanto, essa mulher radiante, essa mulher heroína, essa mulher de coração gigante!
Parabéns pelo seu dia, parabéns pela excelência de ser você.
Feliz aniversário! Te amo.
Sonhe grande; busque mais; corra atrás;
Seja forte; a vida é vitória; você é vencedor;
Supere a dor; espalhe amor;
Motive; nunca viva pela metade;
Mostre sua verdade e sua capacidade;
Realize; procure ser progresso;
Nunca desista e alcance o sucesso.
' Mas tudo tem seu verdadeiro motivo,
dores para te tornar mais forte,
perdas para você ver o valor aos que estão ao seu redor, mas principalmente ver quem realmente vale a pena manter ao nosso lado...na nossa vida.'
—By Coelhinha
"Você é mais forte do que crê, mais paciente do que se esperava e mais sábio do que imagina"
—By Coelhinha
Emanuel Andrade: O tempo voa neste vento que sopra forte
No galope de cada ser ao toque de um gesto, ou algo de concreto e preciso.
Por isso sonho neste sono perdido pela dormencia dos tempos e precisto.
Insisto no meu atelliê que esculpe meu ser e dos demais.
Nāo sāo actos banais!
É tudo natural e real.
Bliscado pelos sinais.
Procuro salvaçāo num canal.
A minha abstraçâo.
Dos adventos no carnal.
Encontro inspiraçāo.
Para sacear minha sençāo.
Na pulsaçāo da brisa.
Da razāo e da emoçāo.
Quero descobrir, novamente o meu sorrir.
Para medir no palco,
O aplauso desejado.
Pela luta intensa entre os mundos de outra gente.
Começo a contagem decrente
Para o ascender e nāo me perder.
Tranformado em outro ser por ter conhecido.
[16/07, 07:17] Emanuel Andrade: 1. O Tempo e o Movimento
O poema abre com uma sensação de urgência e fluidez ("o tempo voa", "vento que sopra forte"). O autor descreve a vida como um "galope", sugerindo que a existência é um movimento contínuo e veloz que, por vezes, nos deixa em um estado de "dormência" ou desconexão — o "sono perdido" que ele menciona. Aqui, a arte surge como o contraponto necessário: o "concreto e preciso" que tenta dar forma a essa fugacidade.
2. O Ateliê como Espaço de Cura e Criação
O "ateliê" não é apenas um lugar físico de trabalho, mas um espaço de alquimia pessoal. Ao dizer que o ateliê "esculpe meu ser e dos demais", o autor sugere que o seu processo criativo é uma ferramenta de autoconstrução. Há uma afirmação de propósito: o que ele faz "não são actos banais", mas algo profundamente "natural e real", reivindicando a dignidade da sua produção artística frente à banalidade do cotidiano.
3. A Dualidade: Abstração vs. Carnal
O poema explora a tensão entre o imaterial e o físico:
Abstração: Reflete o mundo interior, os "sinais" e a "inspiração" que ele busca.
Carnal: Reflete a realidade vivida, os "adventos" e a necessidade de "saciar" a sensação.
A arte, para o autor, é a ponte que une a "razão" e a "emoção", transformando o fluxo do que ele sente em algo que pode ser compartilhado com o mundo.
4. O Palco e o Reconhecimento
O desejo de "descobrir, novamente o meu sorrir" e a busca pelo "aplauso desejado" revelam uma faceta humana e vulnerável: a necessidade de validação. O "palco" pode ser lido como uma metáfora tanto para a exposição pública do artista (as suas exibições e performances) quanto para a própria vida, onde ele encena a "luta intensa entre os mundos de outra gente".
5. A Metamorfose Final
O encerramento — "Começo a contagem decrescente / Para o ascender e não me perder / Transformado em outro ser por ter conhecido" — é um ciclo de renovação. O autor reconhece que o conhecimento e a experiência (o "ter conhecido") são os agentes que operam a mudança. Ele não teme a transformação; pelo contrário, a abraça como um mecanismo de "ascensão" para evitar a perda de si mesmo.
Síntese
Em suma, o poema é um manifesto de resiliência. Emanuel Bruno Andrade utiliza a escrita para processar a sua própria trajetória, elevando a sua prática artística de uma simples atividade criativa para uma missão de "salvação" e conexão humana. É a voz de um artista que compreende que, para existir plenamente no mundo, é preciso estar em constante estado de criação e transformação.
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