Me apaixonei por um homem casado e agora
O Senhor não vê como vê o homem…
(1 Samuel 16:7)
Ele vê fé onde o mundo vê limite.
Que Ele te lembre todos os dias:
o improvável nas mãos de Deus se torna resposta.
miriamleal
Dinheiro? É fruto de trabalho, preparo, disciplina.
Em Provérbios 22:29 vemos que o homem diligente prospera naquilo que faz. Isso é princípio natural.
Mas salvação… Isso é graça.
É obra da cruz. É milagre eterno.
miriamleal
Em Marcos 8:36 está o choque que muitos evitam:
Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?
Ganhar o mundo e perder a alma é fracasso eterno.
miriamleal
O homem que é realmente de Deus nunca aceita ser colocado como ídolo. Ele sempre aponta para Cristo, nunca para si mesmo.
miriamleal
Homem: cansa, erra, adoece, se perde,
morre.
A Palavra não: adoece,
A Palavra não erra,
A Palavra não muda,
A Palavra não morre.
Por isso Jesus é chamado de o Verbo, a Palavra viva.
miriamleal
Não coloque no coração
ninguém no lugar de Deus, não.
Homem falha, homem cai,
mas o Senhor é quem sustém e jamais se vai.
miriamleal
Coração que a Deus pertence
não se curva ao que é carente.
Honre o homem, mas sem confundir:
só Deus é digno de existir e dirigir.
miriamleal
Ainda que o homem em si me despreza, fingindo não me ver, mas feliz sou eu, que CRISTO me escolheu, sendo eu insignificante desprezado, que nada é, para ser alguém no coração de DEUS.
Um homem que grita como se fosse dono do mundo,
mas é só eco vazio em peito profundo.
Grande no corpo, pequeno na alma,
carrega a força, mas não carrega calma.
Veste palavras de Deus como armadura,
mas nunca deixou que elas curassem sua própria fissura.
Usa o sagrado como palco e disfarce,
mas no silêncio é o ódio que ele abraça e reparte.
A verdade dele não é verdade...
é crença inflada pela própria vaidade.
Ele acredita, então impõe.
Ele impõe, então destrói.
Bruto no gesto,
agressivo no tom,
ignorante no modo de existir ...
acha que mandar é construir.
Quem não o conhece pode até acreditar,
mas quem já viu de perto sabe:
por trás da soberba existe medo,
e por trás do medo, um homem pequeno demais para amar.
E no fim, o que se diz não é ameaça, é fato:
sozinho ele volta...
porque ninguém suporta por muito tempo
o peso de um coração fechado e exato.
Ele traz o amargo no nome,
como se já tivesse nascido marcado,
como se o destino tivesse sussurrado:
“serás peso, não abrigo”.
Há homens que aprendem a amar.
Ele aprendeu a dominar.
Confunde respeito com medo,
confunde fé com discurso,
confunde força com excesso.
Ele não conversa... Ele impõe.
Não escuta... Interrompe.
Não sente... Reage.
O amargo não está só no nome,
está na forma de olhar,
no jeito de tocar que não acolhe,
no silêncio que antecede o ataque.
Há algo nele que sempre ameaça voltar...
Não por amor,
não por saudade,
mas por necessidade de controle.
E o mais duro de admitir?
Ele acredita na própria versão.
Se convenceu de que é justo,
de que é certo,
de que o mundo é que o provoca.
Mas quem carrega ódio como combustível
não constrói... Consome.
E no fim…
o amargo que ele espalha
é o mesmo que o corrói por dentro.
Porque ninguém vive em guerra constante
sem se tornar o próprio campo de batalha.
Assim como o homem não é o mesmo ao entrar no rio pela segunda vez, o escritor também muda junto de seus pensamentos. Ao reler opiniões de anos passados, percebo a transformação em minha visão, a evolução da minha percepção. Como as águas do rio, meu crescimento é contínuo, nunca se detém.
O homem se molda à sua realidade. Reclama de uma refeição repetida quem nunca sentiu o estômago vazio por dias. Reclama de seu amor quem nunca dormiu sozinho em um colchão duro, sem abrigo nem abraço. Reclama de acordar para o trabalho quem nunca sentiu o peso da porta fechada do desemprego e o olhar de desprezo da sociedade. Reclama da vida quem nunca enfrentou a violência, a injustiça, a miséria, a fome que corrói ossos e esperança. Reclama de existir quem nunca precisou lutar para sobreviver, quem nunca foi invisível aos olhos de um mundo cruel.
O homem que se isola por medo do erro renuncia à sua natureza e torna-se um eco em seu próprio deserto.
