Me Ame quando eu menos Merece

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Quando queremos coisas que só existem na nossa cabeça, travamos uma das maiores batalhas dentro de nós, ficamos divididos em fragmentos, sem um comando moderador e pedaço por pedaço vamos nos perdendo em nós mesmo.

Quando um amor, valer toda desgraça da sua vida, é porque é deverás um grande amor.

O silêncio é louvável, quando não permite que se profira duras palavras para alguém.

Criamos a tempestade para nós, quando decidimos ter o que não nos pertence.

Quando você for destratado com atitudes e palavras, só há uma saída:
sair em silêncio e nunca mais voltar.

Quando tudo a sua volta for mentira, use o silêncio como abrigo.

Quando ferimos o orgulho de alguém, não se tenta resolver com palavrões, se tenta irremediavelmente usar a humildade acompanhada de profundo respeito, isso não se humilhar, mas sim um fala silenciosa de uma pessoa digna que reconheceu que errou.

Não há tragédia maior do que quando o algoz cinicamente espera retratação de suap vítima.

A busca de encontrar alguém para viver em comum cessa quando você se encontra, porque, como ter alguém certo para conviver, se você não sabe certo quem você é.

Conviva com as pessoas de tal forma que quando você for embora, elas não consigam se livrar das boas lembranças que você deixou.

Quando você se apaixona pelas pedras, você carrega peso, quando você se apaixona pelas flores, você conhece a efemeridade, quando você se apaixona por outra pessoa, você conhece a instabilidade, então se apaixone por você mesmo, na sua ótica você é perfeito, se ame primeiro, seja apaixonado por você, de tal forma que nada tire você de você mesmo, seja seu, se empreste mais nunca se de completamente, não se perca de você.

O que fazer quando você estiver diante de uma pessoa, que optou em jogar a lanterna fora e optou ficar com a bengala branca.




Não é sobre bengala e nem lanterna.

Uma mulher quando está apaixonada por um homem, ela dá a ele o seu corpo, mas, não se iludam, pois um homem quando está apaixonado por uma mulher, ele dá um lar a ela.
Isso talvez explique a pequena durabilidade dos relacionamentos atualmente.

O pior inimigo é aquele que se silencia quando você dispara algumas verdades sobre ele.

Quando acontecer algo de péssimo em nossa vida causando decepções, rejeições e traições, que chegam a balançar nossa estrutura, devemos imaginar que é a passagem de um vendaval e jamais permitir que esses fatos nos abalem, pensando que tudo não passou de um pesadelo; que foi como um vento forte que passou e não nos derrubou, e ter a certeza de que não mais vamos ter esse sonho. O Natal está chegando, aproveite para renascer e entre no ano novo como uma pessoa revigorada e livre de aborrecimentos desnecessários. Elias Torres

⁠Quando escrevo, sinto que estou sendo iluminado. Assim como você que ao chegar no trabalho seus negócios disparam!

⁠O poder pessoal não é quando as pessoas te veem. É quando orgulhosamente as pessoas te admiram.

O espaço que parece vazio

Quando um vínculo termina, quando um ciclo se rompe ou quando uma estrutura que nos acompanhou por anos se desfaz, a primeira sensação que surge quase sempre é a de ausência.
Um silêncio estranho.
Um espaço que antes estava ocupado e agora parece vazio.

Chamamos isso de solidão.
Mas, na maioria das vezes, não é.

Durante muito tempo, esse espaço não era ocupado por amor, paz ou leveza. Ele era ocupado por conflito, por inconformidade, por tensões silenciosas que exigiam energia constante para serem sustentadas.
Mesmo quando tudo parecia “funcionar”, havia um custo interno. Um esforço invisível para se adaptar, tolerar, justificar, suportar.

O ser humano se acostuma até ao que dói.
O corpo, a mente e o sistema emocional aprendem a conviver com o desconforto como se ele fosse parte da paisagem. Com o tempo, o conflito deixa de ser percebido como algo estranho e passa a ser apenas “o normal”.

Quando esse conflito é retirado — quando há um rompimento, uma decisão firme, um limite respeitado — o espaço que ele ocupava se esvazia de repente.
E esse vazio assusta.

Não porque algo bom foi perdido, mas porque algo pesado foi retirado.

A mente, ainda habituada ao ruído, interpreta o silêncio como falta.
O corpo, acostumado à tensão, estranha a ausência dela.
E o coração, desacostumado à calma, pergunta: “o que está faltando?”

Na verdade, nada está faltando.
O que está acontecendo é uma reorganização interna.

Esse espaço aberto não é um buraco.
É um território em limpeza.

É o novo eu se acomodando, recalibrando, reaprendendo a existir sem precisar se defender o tempo todo. É o sistema emocional entendendo que já não precisa permanecer em alerta. É a vida interna se ajustando a um estado mais coerente com quem a pessoa se tornou.

Por isso, esse momento não pede pressa.
Não pede substituições rápidas.
Não pede preenchimentos artificiais.

Ele pede presença.

Com o tempo, aquilo que parecia vazio começa a revelar sua verdadeira natureza: espaço fértil.
Espaço para vínculos mais saudáveis.
Para experiências mais alinhadas.
Para uma paz que não depende de comparação, validação ou resistência.

O silêncio deixa de incomodar.
A ausência deixa de doer.
E o espaço passa a ser percebido como aquilo que sempre foi:
um lugar limpo, pronto para receber apenas o que soma.

Não é solidão.
É libertação em fase de acomodação.

E isso, embora desconcerte no início, é um dos sinais mais claros de crescimento emocional real.

Quando só restam cinzas, não adianta querer reanimar o fogo.

⁠"Quando o centro do culto deixa de ser o local de contrição, arrependimento e denúncia do pecado, a igreja passa a ser um espetáculo em vez de cumprir seu chamado."