Me Ame quando eu menos Merece
Quando você passa por uma estrada, em alta velocidade, não contempla certas paisagens do caminho.
Assim é a vida...
As vezes pela pressa, pela afobação, pela precipitação, ou mesmo pela intensidade excessiva, alguns detalhes não são vistos.
E aí, quando se faz necessário o real conhecimento da estrada, diante de uma inesperada tempestade, para se chegar ao destino, você percebe o quanto era importante saber dar importância àqueles pequenos marcadores, que sempre estiveram ali, mas que jamais receberam a atenção devida.
Esses marcadores podem ser muitas coisas: Um sentimento não confesso, uma conversa não resolvida, uma palavra não dita, uma exigência não desejável, enfim, um olvido determinante, fruto da invigilância de quem acha que o que mais importa é a chegada, e não, o próprio caminho.
Quem ama de verdade nunca tem tranquilidade...
Quando está perto tem ciúmes!
Quando está longe tem saúdades....
Sorrio...
Quando lembro-me do seu jeitinho meigo de me amar...
É como se a tua lembrança fizesse cócegas na minh'alma!
Perco-me!
De FELICIDADE em meu mundo de SAUDADE.
Quando a memória houver purificado todos os acontecimentos
de nossa vida, houver apagado as impressões confusas que
experimentávamos quando eles ocorriam, de tal modo que deles
subsista apenas sua significação profunda e secreta, todo o nosso
passado nos aparecerá como num quadro e nossa atividade ter-
se-á tornado contemplativa.
Você poderá, quando ainda no plano físico, fingir, mentir, omitir, trapacear, etc... poderá até enganar a todo mundo... Mas jamais poderá ludibriar o seu Eu interior... Porque Aquele que Tudo Sabe e que Tudo Vê conhece a verdade plena; Ele é a Própria Verdade Manifesta.
Mas se alguma coisa haviam aprendido juntos era que a sabedoria nos chega quando já não serve para nada.
A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos em frente. Nada além de um novo rumo, um novo capítulo da história. Já não é mais possível fazer curvas, retornos, nada mais nos prende ali. Não há mais argumentos que justifiquem a nossa permanência. A não ser o medo. O medo do novo. Do incerto. De tudo aquilo que tira a sensação de segurança do peito. De tudo aquilo que parece não ser firme o suficiente para que nós mergulhemos de cabeça. Todos que me veem me enxergam como a pessoa mais bem resolvida do mundo. A mais decidida. A que encoraja a todos, a que estimula a cada amigo ou conhecido a ir além dos seus próprios limites, sair da zona de conforto, não ter medo do escuro, do que ainda não se pode saber se vale a pena insistir, persistir ou desistir. Mas de perto, olhando assim, em zoom, eu não passo de mais um desses seres humanos meio perdidos, tentando saber qual é o seu lugar no mundo, por onde preciso ir para chegar onde quero ou se tomo meia dúzia de decisões irrevogáveis que mudarão o meu destino para sempre. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende, eu diria – o medo. Em contrapartida, tenho tentado me aproximar cada vez mais de tudo aquilo que não me impede de bater asas. De voar. De ir além. Mas, ridiculamente, eu não saio do conforto e da segurança do chão. Eu não bato as tais asas que sinto prenderem, que sigo procurando espaço suficiente para abrir. Vivo a dualidade de um passarinho que sonha em conhecer o mundo, tem a porta da gaiola aberta, mas não se move. Não sai do lugar. Eu só não queria ter tanto medo. Queria que alguém me jurasse, me prometesse que tudo vai dar certo, que não vou me arrepender do próximo passo, que não preciso do que é mais cômodo e menos feliz, só por não ter certeza se a vida vai me sorrir de volta ou vai me receber com uma porta na cara e um aviso de – volte mais tarde. A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos mais em frente. É como aqueles jogos de videogame que a tela te empurra para frente e te obriga a enfrentar todos os vilões, todas as dificuldades que surgirem pelo caminho. Mas repito – tenho medo. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende a este presente que já não me acelera o coração, não me faz feliz, não me faz bem, pelo contrário, me suga, me sufoca, me maltrata, me maldiz, me adoece, eu diria – a falta de coragem. Vivo a angustia de ser um passarinho com sonhos do tamanho do mundo, com a oportunidade de realizar, ao menos por ora, pequenos feitos, mas que não se move. Não sai do lugar. Por medo de que só a vontade de ser feliz não seja suficiente para ser.
A explicação se esgotou
Mesmo querendo encontrar
É que o Senhor me buscou
Quando a estrada era só escuridão!
Lembro-me do tempo em que quando criança, meus problemas se resumiam as brincadeiras no intervalo do colégio. Esse tempo passou, e junto com ele, inúmeros problemas começaram a fazer parte do meu cotidiano. Naquela época, a vontade de crescer era enorme, me tornar adulto e poder fazer tudo aquilo que não era permitido. Hoje, sinto saudades daquela época, e vejo que se tornar adulto, não são as mil maravilhas que plantam em nossa cabeça. Se pudesse, gostaria de ter vivido ao inverso, começasse minha vida como um velho e a terminasse como um bebê. A sabedoria da vida adulta me faria aproveitar muito mais minha infância e saber que, todos os problemas que temos quando jovens, não são nada perto daqueles que enfrentamos ao envelhecer.
O interessante, é quando criamos asas e voamos além do horizonte, rompemos barreiras. Por trás disso, descobrimos um mundo inteiro. Erramos e acertamos. Chegamos ao ápice de nossas vidas, de onde não tem volta, é o auge, é onde recordaremos tudo que um dia fizemos. Isso tudo ocorrerá, desde que, nossas asas, jamais ousem cortar.
Quando ele foi embora, admito, pensei que iria ficar louca de uma vez por todas. Pensei que a qualquer momento, seria capaz de pular de um prédio, da janela, mas não foi nem isso que aconteceu. Quando ele foi embora... na verdade, ele não foi embora totalmente. É uma das grandes coisas que gostaria de entender.
E quando as pessoas se afastarem de vc...
comemore..
porque o ditado sempre diz:
o mal nao perdura para sempre....
Quando olho em seus olhos
É como observar o céu de noite
Ou um belo amanhecer
Eles carregam tanta coisa
E como as estrelas antigas
Vejo que você evoluiu muito
Para estar bem aonde está
Qual a idade da sua alma?
Na maioria das vezes somos mais solitários quando circulamos entre os homens do que quando permanecemos em nosso quarto.
Quando um namoro acaba o mais difícil de se fazer é retomar a rotina, as vezes você terá algumas recaídas, você vai se lembrar de momentos maravilhosos que você passou, você vai querer que volte, tudo te fará lembrar dele, os dias, as horas, o sofá aonde vocês passavam horas conversando enfrente a tv, até mesmo uma comida, uma palavra, uma risada te fará lembrar de como era sua rotina com ele, mas isso não vai voltar, então o que te resta é continuar seguindo e construir uma nova rotina, a sua rotina.
"Os descontentamentos surgem quando a mente fica obcecada por uma única coisa e não consegue enxergar as dádivas recebidas. O sofrimento está na mente e não na matéria. Liberta-te da obsessão e volve os olhos para as demais coisas. Verás que estás cercado de inúmeras dádivas."
Quando a sua ajuda aos semelhantes é fruto de motivação e preocupação sinceras, isso lhe traz sorte, amigos, alegrias e sucesso. Se você desrespeita os direitos dos outros e descuida-se do bem-estar alheio, acabará imensamente solitário.
Bobo da corte, crítico, brincalhão, sentimental demais, sarcástico quando for preciso, maluco, de tudo um pouco, só não curto hipocrisia. Gosto de mergulhar naquilo que me atrai. Faça o necessário, se for verdadeiro vou até o final, e o principal, sou apaixonado pela vida.
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