Mas Confia em meu Amor
Ouvi dizer que o amor que o amor é cego também surdo, finge que não ouve, ele não escolhe a pessoa é nem tem dia e nem hora de chegar.!
Simplesmente acontece.!
Ora pois, é o amor que te escolhe.E quando isso acontecer não interrompa deixa entrar.Até sangrar a,alma.!
Ele te anestesia para não sentir dor.
O amor é aquele que te desperta quando você está adormecido se fingindo invisível e não querendo nem ver, ah, sim.!
Más ele te ajudará muito a conseguir o que te parecia impossível, a lutar , crescer e amadurecer.
Olha o amor mudará sua maneira de ser, crescer, o tornará mais sensível, mais humano e mesmo sentindo rejeição você será feliz, sempre sorrindo e qualquer que te conhece irá perceber, a diferença. Você se tornará mais humano e cheio de expectativas.
Mas o amor é oportunista, sim, egoísta, exclusivista sim, não divide.
Às vezes se mostra, faz tudo para chamar atenção te cortejado se faz mais belo a todos só para te conquistar, e você nem percebe, que isso é uma armadilha um alçapão.
Também é hábil ágil, e frágil te mostrará todas as façanhas, te ensinará a lutar, e não desistir....dele.
Sim nunca se cansara de ti. Pois ele é aquele que não conhece barreiras e nem fronteiras e mesmo estando longe se fará presente.
Estará aqui ou ali, aonde quer que você vá.
Permanecera presente.
Ele nunca mente, sempre lhe dirá a verdade.
O amor te conhecerá e lhe dirá coisas com o olhar.
Ele te entrega de braços abertos o mundo inteiro.!!
Copyright, direitos autorais
Todos os direitos reservados a
Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
Por um mundo onde os relacionamentos sejam Alicerçados pelo Amor, e Sustentados pelo modo de Relacionar, não pelo MEDO.
Não há interesses mais confusos e covardes quanto aos que confundem amor com carência, e acabam após saciados.
Porque o Amor Verdadeiro não se esgota quando a fome é saciada — ele nasce justamente quando o outro deixa de ser remédio para a solidão e se torna companhia na inteireza.
A carência só quer preencher um vazio; o amor, transbordar!
Quem ama pela falta, consome, desgasta e até usa o outro.
Quem ama por plenitude, compartilha o que tem de mais inteiro.
Por isso, é tão fácil ver relações que começam com tanta intensidade e terminam em silêncios tão ensurdecedores — eram tão somente gritos de necessidade disfarçados de afeto.
O amor não almeja saciedade, mas sim, permanência.
Aprendi que tudo feito com muito Amor e Carinho dá certo…
Inclusive Brigar!
É raro alguém conseguir Brigar com tanto Amor e Carinho, sem deixar o pincel cair de propósito — só para rabiscar o perdão no meio da discussão.
Porque certas brigas nascem apenas para nos lembrar que o Abraço é o ponto final mais bonito…
Os abraços grandes, os memoráveis, nascem das mãos livres… e dos corações presos — ao desejo de amar.
Com carinho — à prima, Elaine Ferreira.
O amor não se sustenta nem se eterniza só na calmaria, mas também na fidelidade nas tempestades.
Na saúde, na doença e na eterna gratidão por estarmos juntos.
Sem revolta, passamos o Natal no hospital.
Sabíamos — e seguimos sabendo — que o Grande Aniversariante veio pelos doentes.
Sem revolta, passamos o réveillon no hospital.
E hoje, sem revolta, passaremos também o nosso aniversário de casamento no hospital.
Porque sabemos que estar juntos não é circunstância — é aliança: na saúde e na doença.
Naquele que tem autoridade até sobre a tempestade, confiamos:
Ele jamais permitiria que a atravessássemos se não pudesse dominá-la.
Mas ainda assim, Pai Amado, humildemente Te suplico:
restaura a saúde da mulher da minha vida —
aquela que me deste por esposa.
Toca seu corpo com a Tua cura,
acalma sua alma com a Tua paz
e renova suas forças dia após dia.
Dá-nos vigor quando o cansaço insistir,
silêncio quando o medo tentar falar mais alto
e esperança quando os dias parecerem longos demais.
Sustenta-nos na travessia
e permite que, ao final dela, saiamos mais inteiros,
mais gratos
e ainda mais unidos em Ti.
Que o Pai Amado continue abençoando a nossa jornada!
A Ti, Pai, gratidão por mais um ano de casados!
Amém!
Talvez não haja Dor que supere a de beijar a Testa Gelada do nosso Grande Amor num caixão.
Há despedidas que não encontram palavras suficientes.
O silêncio pesa muito mais do que qualquer discurso, e o coração tenta aceitar aquilo que a alma insiste em negar.
Nesse instante, compreendemos que o verdadeiro amor não se mede apenas pelos dias felizes, mas pela imensidão da saudade que fica quando a presença vira memória.
Quem ama de verdade, nunca está preparado para dizer adeus.
Restam as lembranças dos sorrisos compartilhados, das mãos entrelaçadas, dos sonhos construídos e da gratidão por cada momento (com)partilhado.
A morte pode até interromper uma história nesta terra, mas jamais poderá apagar um amor que marcou uma vida inteira.
Hoje, entre lágrimas, medos e saudade, só consigo dizer:
Vá em paz, amor da minha vida, Célia Maria!
E, mesmo com o coração dilacerado, elevo meus olhos aos céus e agradeço:
Gratidão, Pai Eterno, Pai Amado, por ter me emprestado a mulher da minha vida por mais de três décadas.
Que eu tenha forças e hombridade para honrar tudo o que vivemos, e para carregar comigo o legado de amor que ela deixou.
Talvez uma das maiores provas de que o amor existe seja exatamente a tamanha intensidade da dor da despedida.
E, talvez, não haja dor que supere a de beijar a testa gelada da pessoa mais amada da sua vida num caixão.
Vá em Paz, amor da minha vida!
"O amor deixaria de ser um mistério para se tornar a única equação matemática onde um mais um resulta em um inteiro indivisível."
"Onde não existe sabedoria
não existe
paz, onde não existe paz
não existe amor e onde não
existe amor
não existe justiça: aquilo que para você é
visto como evolução, aventura
ou novidade,
para mim é percebido como repetição
vazia, superficialidade ou falta
de propósito."
Álbum: O Mundo Jaz no Maligno
(Autor-desconhecido)
PENSAMENTO DE UM MERCADOR PERSA.
O AMOR É UM ACONTECIMENTO NOTÁVEL QUE SÓ DE PENSAR
NOS FAZ SONHAR EM CASAMENTO.
O amor que deixei ir era a minha liberdade, mas eu estava ocupada demais tentando curar quem não queria ser curado.
