Mamãe e Papai Te Amo
Acredita-se que o amor mais verdadeiro e profundo mora no coração de uma mãe. Esse sentimento começa muito antes do nascimento, ainda durante a gestação, quando a vida começa a se formar em seu ventre sagrado. A cada toque na barriga, ela sonha e imagina o futuro, pensando no mundo que deseja preparar com carinho para seu filho.
Ser mãe é viver um sentimento eterno, nascido do amor mais puro. Mesmo enfrentando os incômodos da gestação, como enjoos e desejos, ela continua sonhando, fazendo planos e acariciando com carinho cada pequeno movimento do bebê, que já bate em harmonia com seu coração.
Os filhos nascem, crescem e, um dia, formam suas próprias famílias, num ciclo onde os sentimentos renascem, marcados pelos laços de um amor que nunca se desfaz. O tempo pode passar, a vida pode seguir outros caminhos, mas, no íntimo de uma mãe, um filho será sempre sua criança — alguém que precisa do seu colo, do seu cuidado, do seu amor incondicional.
Uma vez mãe, sempre mãe. O amor que nasce ali é eterno.
Acredito que Deus, em Sua infinita sabedoria, escolheu as mães como a forma mais pura de expressar o Seu amor. Em cada abraço, em cada gesto de carinho, revela-se a fonte divina da vida. Nos olhos de uma mãe, encontramos a essência mais verdadeira do que é amar sem limites.
Podemos afirmar com certeza que mãe é um anjo, que cuida, protege e, à medida que os filhos crescem, seu amor permanece imutável. O que ela sente vai além de qualquer imaginação, ultrapassa todas as fronteiras. Os instintos de uma mãe nos dão fé em sua direção, pois ela sempre deseja o melhor para seus filhos e luta para que não faltem felicidade e paz em suas vidas.
Mãe é o nome mais doce de se pronunciar. Ela é a base segura de nossos sentimentos, a certeza de que, mesmo quando crescemos, continuamos sendo para ela, eternamente, crianças..
Na sombra da paz , caminha o verdadeiro amor , que pela caridade , supera toda e qualquer dor !
João Batista Barbosa
AMOR DESSE JEITO
Carrego no peito
O instinto de amar
Com você eu aceito
Desejos de sonhar...
Lágrimas chorei
No canto do leito
Ah como eu amei
Assim do meu jeito.
Mas você foi embora
E não posso encontrar
O lugar que hoje mora
Deus levou para guardar.
O tempo fez moradia
O amor sempre presente
Seja de noite ou de dia
Eu te amo eternamente!
Esse é meu jeito de te amar
Embora longe do meu leito
Sei que ainda vou te encontrar
Você é toda vida no meu peito!
JOÃO BATISTA BARBOSA
POESIA
CADE VOCÊ?
Cadê você?
Com seu olhar sonhador
Com a magia do amor
No beijo tão desejado.
Cadê você?
Que eu tanto espero
Numa canção singela
No flutuar da lua
E no despertar do sol.
Cadê você?
Onde estão seus olhos
Seus lábios sinuosos?
Cadê seu corpo?
Que eu espero tanto
A voz do seu canto
Embalando meus sonhos.
Onde está você?
Não mais se esconda
Entre amarga solidão
Deixando em meu peito
Sangrando de saudades.
Venha meu amor
Sonhar meus desejos
Ao som da canção
Enxugar todo pranto
Que por você eu choro.
Vem meu amor
Não demore mais
Pois vem raiando o dia
Eu preciso da sua boca
Preciso do seu calor
Eu preciso de você!
Então venha logo!
Não me deixe sofrer
Com a sua ausência...
Pois já era destino
Do milagre já descrito
Nas páginas de nossas vidas!
AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS
MIMOSO DO SUL- ESPÍRITO SANTO
AMOR DE DEUS
O mundo pode dar milhões de voltas
Dimensões geram universos
E como gotas num vasto oceano
Como um grão de areia na praia
Paramos nossas vidas
Imaginando diversas razões
Quando o caminho está na verdade
Para alcançarmos plenitude .
A vida num pulsar de tempo
Marcando compasso com frequência
Cadenciando cada batida
Num piscar das estrelas
Mostrando quantos pensamentos
São diluídos e levados com o vento.
Somos o que somos neste mundo
Um ínfimo grão no meio do deserto
Mas assim mesmo somos parte
De algo que nos torna tão valiosos
O maior sentimento que existe
Gerado pelo Dono de tudo e todos
Pelo infinito amor de DEUS!
JOÃO BATISTA BARBOSA
POESIAS
ETERNIDADE É O AMOR
Eu aprendi meio a tanta confusão
Que temos uma estrada a desbravar
Mas assim como numa procissão
Cuidado é o jeito para nao tropeçar .
A gente assim enfrenta o tempo
E quantas pessoas ao nosso redor
Soprando contra ou a favor do vento
Umas querendo o pior e outras o melhor.
Ah se soubesse ouvir a voz da experiência
Teria evitado tantas dores e dissabores
Correria menos e com inteligência
Sentiria a intensidade dos certos valores.
Agora que meus cabelos mudaram de cor
Sinto saudades pulsar meu coração
Tempos de chuva e frio, de sol e calor
Traçando assim o forte elo de emoção .
E deixamos um legado em nossa partida
Para os que ficam ,grande marca de dor
Mas vivemos o caminho a verdade e a vida
Com certeza eternidade só através do amor!
POESIA
JOÃO BATISTA BARBOSA
PURO AMOR
Tem gente que tem tudo
Tem gente que nada tem
Gente com tao pouco
Gente com quase nada
Sabe viver com o que lhe convém
E dribla a vida com alegria
No aconchego do seu jeito
Onde com certeza brilha
A luz que enche o peito
Onde nunca faltam sorrisos
Pois sua alma trilha a verdade
Não existe nenhuma maldade
Pois o que o que importa
Nessa estreita porta
É ter sopro pra viver em paz
Muitos que muito tem
Muitas vezes vivem perdidos
Deixam a ilusão dominar
Pensam ser donos do mundo
Daí partem para extravagâncias
Atraídos por suas ganâncias
Surgem pensamentos negativos
Mesmo no meio de tantos atrativos
É que nada mais faz sentido
Pois não percebem que na vida
Que na beleza ao seu redor
São encontradas nas coisas simples
São vividas na simplicidade
Onde poucos alcançam a humildade
Pra viver essa missão com lealdade
Revelando que o bem da humanidade
Mesmo meio a diversidade
Ter mente onde habita de verdade
A forma de se viver bem
Com aquilo que realmente tem
Mas tem gente que pra viver
Acha que muito precisa
Não ouve quem avisa
Que a cada segundo se respira
Sentir que a cada volta que gira
Existe o verdadeiro valor
Onde tudo possa surgir
Com base no puro amor!
João Batista Barbosa
Poesias
PENSAMENTOS
Que sejam verdadeiras suas intenções, para que possa semear paz e amor através de suas ações!
João Batista Barbosa
Ser mãe atípica é aprender todos os dias que o amor também exige coragem. É enfrentar olhares, julgamentos, dificuldades e batalhas que muitas pessoas nem imaginam. É comemorar pequenas conquistas como se fossem grandes vitórias, porque sabemos o quanto cada passo custou.
Às vezes eu também canso, choro e penso em desistir. Mas olho para meu filho e lembro que ele não precisa de uma mãe perfeita; precisa de uma mãe que continue acreditando nele.
Ser mãe atípica me ensinou que nem toda vitória faz barulho. Algumas acontecem em silêncio, dentro de casa, em um abraço, em uma palavra nova, em uma pequena evolução. E só quem vive essa realidade entende o tamanho dessas conquistas.
Eu não escolhi o caminho mais fácil, mas escolhi caminhar ao lado do meu filho. E enquanto eu tiver forças, continuarei lutando para que ele seja respeitado, amado, incluído e tenha o direito de ser exatamente quem ele é. ❤️🩹
"O amor divino é o amparo mais seguro: quando a alma se eleva em oração, o coração encontra o descanso que precisa."
"A renúncia por amor não nos faz perder, mas nos devolve ao que somos de verdade, seres feitos para a leveza, não para carregar espadas suspensas pelo fio do ego."
O AMOR QUE NÃO DÓI, MAS ESCLARECE.
Há uma concepção amplamente difundida de que amar é, inevitavelmente, sofrer. Tal ideia, reiterada por tradições literárias e por experiências humanas mal compreendidas, cristalizou-se como uma espécie de dogma emocional. Contudo, sob uma análise mais rigorosa, percebe-se que aquilo que fere não é o amor em si, mas as projeções, os apegos e as ilusões que o indivíduo deposita sobre o outro.
O amor autêntico não obscurece a razão, tampouco aprisiona a consciência. Ao contrário, ele a amplia. Trata-se de uma força que ilumina zonas antes ignoradas da própria interioridade, promovendo um processo de esclarecimento que, embora por vezes exigente, não é destrutivo. O que há de desconforto nesse percurso não advém do amor, mas do confronto com as próprias imperfeições.
Sob a ótica da filosofia moral, o amor elevado não se confunde com posse, dependência ou carência afetiva. Ele se estabelece como reconhecimento da dignidade do outro enquanto ser autônomo. Amar, nesse sentido, é desejar o bem do outro sem subjugá-lo às próprias necessidades emocionais. É um exercício de liberdade compartilhada.
Na tradição espiritualista, especialmente à luz da O Evangelho segundo o Espiritismo, o amor é compreendido como a mais alta expressão da lei divina. Não se trata de um sentimento passivo, mas de uma prática ativa de benevolência, indulgência e caridade. Quando vivenciado dessa forma, ele não dilacera, pois não nasce do ego, mas da consciência expandida.
Do ponto de vista psicológico, relações que geram sofrimento constante costumam estar ancoradas em vínculos de dependência emocional. Nesses casos, o indivíduo não ama o outro, mas aquilo que o outro supostamente preenche em si. O amor esclarecedor, por sua vez, não busca preencher lacunas, mas compartilhar plenitudes. Ele não exige completude do outro, pois já parte de um estado interno mais equilibrado.
Esse tipo de amor tem uma característica singular. Ele revela. Ao invés de cegar, como frequentemente se afirma, ele permite ver com maior nitidez. Mostra virtudes e limitações, tanto do outro quanto de si mesmo, sem que isso gere desespero ou negação. Há aceitação lúcida, não idealização.
Além disso, o amor que esclarece educa. Ele conduz ao aperfeiçoamento moral não por imposição, mas por inspiração. A convivência com alguém que ama de forma elevada desperta no outro o desejo de também elevar-se. Não há coerção, há exemplo.
Importa destacar que esse amor não é frio nem distante. Ele é profundamente sensível, porém não se deixa governar por impulsos desordenados. Há nele uma harmonia entre sentimento e razão, o que impede que se converta em fonte de sofrimento contínuo.
Em termos antropológicos, sociedades que valorizam vínculos mais conscientes tendem a produzir relações mais estáveis e menos conflituosas. Isso não elimina desafios, mas modifica a forma como são enfrentados. O amor deixa de ser campo de batalha emocional e passa a ser espaço de construção mútua.
Assim, ao contrário do que muitas narrativas sugerem, o amor não precisa ser sinônimo de dor. Quando alinhado à lucidez, à ética e à maturidade espiritual, ele se torna um instrumento de esclarecimento profundo.
Amar, então, não é perder-se no outro, mas encontrar-se com mais verdade dentro de si mesmo, à medida que se aprende a ver, compreender e respeitar o outro em sua essência. E é nesse encontro lúcido que o amor deixa de ferir e passa a revelar, com serenidade, aquilo que o espírito sempre esteve destinado a compreender.
“Passei anos acreditando que o amor bastava para esconder o cansaço de um pai que aprendia sozinho a não desmoronar diante dos próprios filhos.”
JOÃO 19.26 A 27
A SUBLIME TRANSFERÊNCIA DE AMOR E RESPONSABILIDADE.
O trecho de João 19.26 a 27, pertencente ao quarto Evangelho, insere-se no conjunto tradicionalmente denominado as Sete Palavras de Cristo na cruz. Nele lemos.
"Vendo, pois, Jesus sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe. Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo. Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa."
A cena ocorre no Calvário, momento culminante da Paixão. Segundo o Evangelho de Evangelho segundo João, estavam junto à cruz Maria, mãe de Jesus, algumas mulheres e o discípulo amado, tradicionalmente identificado como João. A declaração não é meramente afetiva. É um ato jurídico, moral e espiritual.
No contexto judaico do século I, a responsabilidade filial pelo cuidado da mãe viúva recaía sobre o filho primogênito. Ao confiar Maria a João, Jesus cumpre a Lei e reafirma o quarto mandamento. Honrar pai e mãe não é apenas reverenciar. É prover, proteger, sustentar. Mesmo sob extrema agonia física, Ele preserva a ordem moral.
A expressão Mulher não denota frieza. É forma solene e respeitosa, semelhante à empregada nas bodas de Caná. Ao dizer Eis aí o teu filho, Cristo inaugura uma nova família fundada não no sangue, mas na fidelidade espiritual. E ao declarar Eis aí tua mãe, estabelece uma comunhão que ultrapassa a biologia.
Sob perspectiva histórica, o gesto garante amparo concreto a Maria. Sob perspectiva teológica, simboliza a formação da comunidade cristã como família espiritual. A cruz, instrumento de suplício romano, converte-se em altar de fundação comunitária.
Na tradição cristã antiga, essa passagem foi compreendida como sinal da maternidade espiritual de Maria em relação aos discípulos. Já na leitura ética clássica, destaca-se o exemplo supremo de responsabilidade mesmo em sofrimento extremo. A cruz não anula o dever. Antes o consagra.
Do ponto de vista psicológico, a cena revela lucidez e domínio interior. O condenado não se encerra na própria dor. Ele volta-se ao outro. O amor, aqui, não é emoção efêmera. É decisão consciente que organiza vínculos e assegura continuidade.
No horizonte moral, o texto ensina que a verdadeira grandeza não está no poder, mas na capacidade de cuidar. A autoridade espiritual manifesta-se no zelo silencioso.
Assim, João 19.26 a 27 não é apenas despedida. É instituição. É testamento afetivo. É pedagogia do amor responsável.
E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa. Esta frase encerra uma verdade perene. O amor autêntico não se limita a palavras pronunciadas no auge da dor. Ele traduz-se em atos concretos, cotidianos, silenciosos.
Na cruz, o sofrimento não gerou desordem. Gerou família. E toda família que nasce do dever vivido com amor transforma a história.
ÀS IGREJAS DO PLENO AMOR.
Catarina Labouré / Irmã Zoé .
Queridos irmãos, fraternidade e paz descam sobre cada um de nós e permaneça em morada plena no cântaro de nossos sentimentos.
O mundo sacode-se e contorce-se de dores sequazes imperativas das nossas corrupções morais que não cabendo mais no alforje transborda pelos caminhos onde vai o interesse humano que regorgita o veneno sorvido pelo próprio homem.
A iniguidade, a dor, a injustiça e as trevas do orgulho e do egoísmo tem alimentado fartamente o monstro da destruição que investe contra a esperança e a paz.
O estertor das bombas de outrora que estilhaçava uma fria e indiferente belicosidade, eis que bate quase que já arrombando todas as portas do mais além na terra e no céu. Irmãos de Jesus, amados e amantes do Cristo, relembremos os primórdios do Evangelho sobrevivendo ensanguentado pelos mártires sem nenhuma particular denominação religiosa o estandarte era tão somente a mensagem cristã. Hoje, hora aponta e convoca os corações de um só amor, de um só pastor e um só rebanho. Somos convidados há muito meus filhos a amparar e estender o socorro a quem é vítima limpa e que se encontra sobre os escombros da maldade que sem dar-se conta devora a si mesma num repasto que não cabe à mesa messiânica. Somos convidados a lutar pela paz distante e tão seguaz tão perto, mas lutar sem atacar, lutar sem ferir, lutar sem o peso das nuvens densas em nossos corações e nem em nossa razão. Não existe o que justifique o aniquilamento de uma reencarnação. Irmãos que somos, como outrora já o provamos estando sob as bênçãos do Cristo. Qual a diferença que nos dividiu que não tenha causa primordial no interesse humano? Hora urge combatentes, sustentáculos do brilho do amor excelso daquele que amou e ama para todo o sempre até os confins do mundo demo-nos as mãos mais uma vez, mas em plena homogeneidade com o coração. Jesus conta com cada alma sempre e sempre uma vez mais,não o abandonemos no horto entregando-nos ao sono da indiferença. O Mestre conta com os vitimados para que busquem força na crença do estar no lugar do outro,conta com os que compadecem para que o samaritano resurja antes do assalto na estrada, conta com cada pensamento de harmonia e paz e esta paz fortalecerá os lares e ao mundo. As potências bélicas estão nas mãos humanas, mas a Lei e a vontade na permissão Divina. Sejamos hoje mais que ontem nos holocaustos Cristãos, mais unidos, compreendendo que tudo tem um curso de meandros,mas somos os herdeiros de Deus a exercer a obra magistral de caráter efetivamente e inequívoco pois só se comprova na fraternidade.
