Maldade das Pessoas
O maior problema das pessoas boas, é abrir demais a guarda para pessoas ruins. Há de continuar sendo uma pessoa boa, mas não uma pessoa inocente, tola. Tem mesmo que ficar esperto. É complicado os julgamentos, mas não tem outro meio de evitar conflitos.
Em qualquer empreendimento de alto risco existem três tipos de pessoas que acabam se machucando, ou o que é pior, machucando outras pessoas:
OS INEXPERIENTES;
OS AZARADOS; e
OS MUITO EXPERIENTES.
E para essas pessoas, há somente um caminho para a salvação: os rituais de segurança, o gerenciamento de risco, a destreza proporcionada pelo treinamento constante e os procedimentos repetidos à exaustão.
O problema não é ser de direita, centro ou de esquerda, o problema é a ambição que pessoas assumem para si mascarada numa fantasia de fazer parte de um plano de poder que também pode ser nomeada por fanatismo. O fanatismo destrói com o patriotismo e arromba com o nacionalismo.
Uma crise política ou uma crise econômica não podem levar as pessoas a entrarem numa negação coletiva da memória afetiva dos símbolos, tradições, cultura e de reverência aquilo que nos faz Nação.
Não há graça ter contato com pessoas que pensem igual a mim, porque o assunto se esgota rápido, e acho melhor ainda que discordem de mim porque exerço e testo o meu poder de convencimento.
As pessoas devem aprender a ter discernimento para não transformar uma ocorrência social em uma ocorrência criminal. Quem não tem sensibilidade social precisa aprender a ter.
O ataque a identidade nacional, a cultura e o investimento para o desgaste afetivo entre as pessoas em um país e num continente inteiro, é o prelúdio de que estamos todos sendo assediados por terroristas para causar desestabilização na região.
As pessoas de uma maneira geral deveriam ser mais cautelosas na Internet antes de serem levadas por suas paixões políticas deveriam se centrar na busca pela verdade, se de fato querem passar um mundo a limpo. Mentir só para atender uma simpatia política é um ato nocivo.
As pessoas podem estar alteradas. As pessoas podem estar até provocando uma briga. Nada justifica o uso desproporcional da força.
Quando se procura mil motivos para justificar o uso desproporcional da força é sinal de retrocesso civilizatório.
Governos de esquerda e de direita erraram e acertaram. As necessidades das pessoas são flutuantes, não dá para esconder os erros do passado para tentar justificar um presente. Erros são erros e acertos são acertos.
