Maldade

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Se existisse uma escala para medir graus de maldade, aquelas cometidas dentro das religiões, fantasiadas de verdade, fé e justiça estariam entre as piores. Absolvidas na consciência e sempre justificadas como necessárias ao exercício da fé elas atravessam gerações.(Walter Sasso)

Riqueza trilionária só cresce com caráter. Quem não tem, a própria maldade se entrega — e quando se entrega, ninguém precisa dizer mais nada.

Quem pisa em sonhos não cai por alguém — cai porque a própria maldade se expõe.

Não é preciso apontar dedos: a maldade sempre se revela pelo comportamento.

Onde falta caráter, a maldade fala sozinha. E isso arrepia mais do que qualquer acusação.

Não é a boca que entrega a maldade, é o comportamento.

A maldade não se esconde por muito tempo. Ela sempre encontra um jeito de se revelar.

Não é Deus que expõe a maldade; é a própria pessoa que se entrega.

A maldade não precisa de acusação — ela se expõe nos detalhes.

“Quem faz maldade e desvaloriza sonhos alheios revela mais sobre a própria falta de fé do que sobre o valor de quem sonha.”

“Quem faz maldade com quem sonha é porque já desistiu de si mesmo.”

“Continue sonhando, mesmo quando te ferem — o sonho é maior que a maldade.”

“A maldade aparece quando alguém vê em você o futuro que abandonou.”

"O mundo parece perdido quando tantos escolhem o caminho da maldade; a verdadeira força está em transformar-se e inspirar bondade."

"A maldade se espalha quando corações permanecem fechados; abrir-se para o perdão e a transformação é a chave para a verdadeira evolução."

"O mundo precisa de pessoas que percebam a maldade ao redor e escolham ser faróis de mudança, e não parte do caos."

"Não dá para carregar o mundo sozinho; quando todos esperam só de nós, a maldade e a indiferença tornam tudo mais difícil."

“Na ausência da oração pelo mundo,
a maldade encontra quem a siga.”

A ganância do homem raramente começa como maldade.
Ela nasce como medo.

Medo de faltar.
Medo de ser pequeno.
Medo de voltar a ser ninguém.

No início, é só cuidado. Depois vira acúmulo.
O problema é que o limite quase nunca chega — porque a ganância não quer coisas, quer controle.

Quanto mais o homem tem, mais ele teme perder.
E quanto mais teme, menos ele confia.
Aos poucos, troca relações por vantagens, princípios por conveniência, caráter por resultado.

A ironia é cruel:
a ganância promete segurança, mas entrega prisão.
Promete poder, mas produz vazio.
O homem ganha o mundo e perde o senso de “basta”.

E quando tudo vira meio — pessoas, tempo, até a própria alma —
ele já não sabe mais se vive para possuir
ou se possui apenas para não encarar o que falta dentro.

A ganância não é excesso de desejo.
É falta de sentido.

O mal dos malvados é achar que os bons são desprovidos de maldade.


(Georgeana Alves)