Mal
Sou lembrança sem ternura, sou a agua mais impura, sou o mal que não tem cura, mais eu quero te amar. Sou a injuria a mentira, sou o mal que não espira, sou a gula sou a ira, mais eu quero te amar. Não sou sonho, mas pessadelo sou o grito o desmanselo, mais eu quero te amar.
Deixe de lado esse baixo astral
Erga a cabeça enfrente o mal,
Que agindo assim será vital para o seu coração,
É que em cada experiência se aprende uma lição,
Eu já sofri por amar assim me dediquei mais foi tudo em vão!
Abstinência é fogo!
Mal-humorado!
Jejum prolongado...
Ah! De saco cheio!
Obs.: Perdoem minha grosseria...
Amo tanto e com tanta força, que mal consigo ouvir meus pensamentos. Você poderia falar comigo pra eu ter certeza que não estou surdo?
Amor é psicologico, tragico e inultil.
Nossa mente consegue definir todos esses termos, e mal conseguimos escapar de todos eles.
“Eu não sou o que pensam de mim. Seja bem ou mal. Eu sou o que sou. Eu me conheço. É uma pena que você pense isso de mim sem me conhecer.”
Só temos um caminho a seguir. Bem ou mal é o resultado das nossas inconsequentes escolhas no decorrer da caminhada.
Nunca mais esquecerei esse conto mal feito que durou tanto tempo. Nunca mais esquecerei o que escrevi e suas palavras tortuosas – como se eu tivesse culpa, como se eu tivesse escolhido me apaixonar -
A verdade, é que são tantas as coisas que me deixam mal, mas você é o principal motivo. Você e a falta enorme que você me faz.
PRECISO DE AMIGO
Preciso de amigo
Diverso, ante a apatia dos que exercitam o mal
Confesso no reconhecimento de que somos iguais.
De sensato argumento explícito nos olhos
De que não viramos janta de canibal.
Preciso de amigo, que ao me saber triste
Não se fixe em apenas compartilhar dessas lágrimas.
- Que eu mesmo posso enxugá-las -.
Que seja atento a outras desventuras, sintomáticas
Como minha mão gelada
E a taquicardia que me retarda o ar.
Que nos abraços que viermos trocar
Oculte, com discrição,os batimentos do meu coração.
Que me faça acreditar nessa máxima:
- Somos guerreiros do mesmo Deus
Que Ele dos seus lugares insondáveis
Nos olha com seus olhos de proteção e amor -.
Porque é bom ter notícias de Deus sempre.
Que me oriente na virginal procura de mim
Estradas dos meus pesadelos, de ofensas vãs
Da mesma dor, igual.
Que não concorde quando eu culpo a vida
Por não haver sido gentil comigo.
Mostrando-me o caput do poema
Onde fala de que todos somos naturalmente iguais.
Eu preciso de amigo que nunca recitem
O poema das “rosas predestinadas.”
Preciso de amigo que me escreva vez em quando.
Preciso de amigo que nos lugares ermos
Fique a mostrar-me passarinhos e flores
Como se nunca os tivessemos visto.
Como se fôssemos divididos, em homens e mulheres.
Preciso de amigo, que, se lhe pergunto
Com toda a infantilidade, ainda em mim
Ele feche os olhos, em gestos de esforços
E me pronunciem, com o lume aberto do dia:
- Qual das montanhas que contemplamos,
Qual julgas ser a mais, bonita e imponente?
E eu sem poesia lhe dissésse:
Foram tantas... Mas duas mais me encantaram:
Duas negras montanhas, que sombreavam à nossa frente.
Quando andávamos e o sol desenhava à frente,
Duas colinas bem assentadas, que se abraçavam.
E nos acompanhavam e se moviam com nossos movimentos.
Eu ainda preciso de amigos.
O mundo material não se destroi se transforma. Mas os sentimentos ruins criado por experiencias mal vevidas estas sim são aniquiladas.
