Mais que uma Mao Estendida

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8 segundos...o meu mundo parou, mas lutei e saí com meus próprios pés. Deus me deu uma segunda oportunidade e neste momento soube que era por algum motivo, era para fazer feliz muitas pessoas, que como eu necessitavam de um abraço. Só queria ser uma princesa como as dos contos de fadas.

Duvide do brilho das estrelas.
Duvide do perfume de uma flor.
Mas nunca duvide de um amor.

É inútil falar sobre a alternativa de razão e fé. A própria razão é uma questão de fé. É um ato de fé afirmar que nossos pensamentos têm alguma relação com a realidade, por mínima que seja.

Existe uma lacuna entre nós dois.Um misto de saudade, medo, insegurança, mau entendidos, uma dose de raiva e atração.Tudo meio subentendido. Com uma pergunta, se vivemos juntos tudo o que tinha para viver.

Dumbo sempre pôde voar, só precisava de uma pena mágica

Toda garota sonha em, encontrar seu príncipe encantado. Mas se esse príncipe se recusa a vir.. uma garota precisa dar um jeito com suas próprias mãos.

Eu queria somente queria...

Queria um abraço sincero; queria uma voz calma, serena, leve; queria um olhar meigo e uma carícia macia; queria momentos de paz, queria um sentimento sincero de doação; queria um verdadeiro coração;
Queria um sorriso lindo nem que fosse por um instante; queria as mãos suavemente acariciando meu corpo acalmando o fardo cansado; queria um beijo carinhoso e demorado;
Queria um abraço de amor romântico; queria um abraço amigo e confortante; queria sentir seguro o meu estar; queria me sentir protegido no meu caminhar;
Queria dormir com uma paz nunca imaginada; queria ouvir uma palavra de incentivo e de força, queria receber um elogio pelas coisas que ouso fazer; queria sonhar, mas sonhar o sonho do sonho de sonhar com histórias felizes, sem nunca sofrer;
Queria um afago; queria uma conversa, sem o silêncio e apatia; queria sentir o respirar como o vento massageando o meu rosto; queria sentir o corpo como o sol aquecendo meu ser; queria tanto uma oração; queria um verdadeiro coração;
Queria adormecer no aconchego dos seus braços; queria ouvir o amanhecer com canções de pássaros; queria ler e conversar sobre a vida; queria que pudesse entender meus pensamentos; queria que considerasse meus sentimentos;
Queria a segurança de sua presença sempre amiga; queria a amante romântica e apaixonada; queria a companheira da empreitada; queria a eterna namorada;
Queria descansar minha alma no seu conforto; queria o encanto de uma palavra de amor sincero e sereno; queria receber um olhar de atenção; queria um verdadeiro coração;
Queria somente queria...

Durante toda a minha vida, entendi o amor como uma espécie de escravidão consentida. É mentira: a liberdade só existe quando ele está presente. Quem se entrega totalmente, quem se sente livre, ama o máximo.
E quem ama o máximo, sente-se livre.
Por causa disso, apesar de tudo que posso viver, fazer, descobrir, nada tem sentido. Espero que este tempo passe rápido, para que eu possa voltar à busca de mim mesma - encontrando um homem que me entenda, que não me faça sofrer.
Mas que bobagem é essa que estou dizendo? No amor, ninguém pode machucar ninguém; cada um de nós é responsável por aquilo que sente, e não podemos culpar o outro por isso.
Já me senti ferida quando perdi os homens pelos quais me apaixonei. Hoje estou convencida de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém.
Essa é a verdadeira experiência da liberdade: ter a coisa mais importante do mundo, sem possuí-la.

A vida e uma longa espera do nada

Esperar que a vida te trate bem só porque você é uma pessoa boa é o mesmo que querer que um tigre não te ataque só porque você é vegetariano.

Dennis Wholey

Nota: A autoria do texto tem vindo a ser erroneamente atribuída a Bruce Lee.

Dê ao homem uma máscara e ele se tornará quem realmente é.

Oscar Wilde
Intentions, Heinemann and Balestier, 1891, p. 150

Só não me confunda com uma garota solitária, ou depressiva e muito menos suicida. Sou só uma garota vazia....

Gosto da rosa branca por ser uma linda flor,
Gosto da minha sogra por ser mãe do meu amor.

Se aceitarmos que uma mãe mate seu filho dentro do próprio ventre, como poderemos impedir que as pessoas matem umas as outras?

Soneto do amor sem fim

Em busca do verdadeiro amor sempre andei
E em cada novo dia uma prece
Não se procura o amor! Acontece
E um dia sem querer te encontrei.

Por um instante houve um silêncio total
Não girou a Terra em sua órbita
Quando olhei não acreditei, te vi a porta
Com um olhar doce e um rosto angelical.

Agora será sempre assim, esse amor sem fim
Adoravelmente nostálgico e sincero
Que sempre me dá mais do que espero
Desse ardente amor reservado para mim.

E com o passar dos longos anos
Seguirei vivendo a cada dia
Em cada palavra, gesto ou mania
Essa maravilhosa tarefa de amar.

Tudo o que ouvimos é uma opinião, não um fato. Tudo o que vemos é uma perspectiva, não a verdade.

Desconhecido

Nota: A citação costuma ser atribuída a Marco Aurélio, mas não há fontes que confirmem essa autoria.

– Ah, a música – disse Dumbledore secando os olhos. – Uma mágica que transcende todas que fazemos aqui! E agora, hora de dormir. Andando!

Saber conquistar uma mulher é uma arte, saber ama-lá é um dom

Não é difícil tomar uma decisão, difícil é quando esta escolha não é a do seu coração...

Meu Ideal Seria Escrever...

Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está doente naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse -- "ai meu Deus, que história mais engraçada!". E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria -- "mas essa história é mesmo muito engraçada!".

Que um casal que estivesse em casa mal-humorado, o marido bastante aborrecido com a mulher, a mulher bastante irritada com o marido, que esse casal também fosse atingido pela minha história. O marido a leria e começaria a rir, o que aumentaria a irritação da mulher. Mas depois que esta, apesar de sua má vontade, tomasse conhecimento da história, ela também risse muito, e ficassem os dois rindo sem poder olhar um para o outro sem rir mais; e que um, ouvindo aquele riso do outro, se lembrasse do alegre tempo de namoro, e reencontrassem os dois a alegria perdida de estarem juntos.

Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera a minha história chegasse -- e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aqueles pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse -- "por favor, se comportem, que diabo! Eu não gosto de prender ninguém!" . E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história.

E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo e fosse contada de mil maneiras, e fosse atribuída a um persa, na Nigéria, a um australiano, em Dublin, a um japonês, em Chicago -- mas que em todas as línguas ela guardasse a sua frescura, a sua pureza, o seu encanto surpreendente; e que no fundo de uma aldeia da China, um chinês muito pobre, muito sábio e muito velho dissesse: "Nunca ouvi uma história assim tão engraçada e tão boa em toda a minha vida; valeu a pena ter vivido até hoje para ouvi-la; essa história não pode ter sido inventada por nenhum homem, foi com certeza algum anjo tagarela que a contou aos ouvidos de um santo que dormia, e que ele pensou que já estivesse morto; sim, deve ser uma história do céu que se filtrou por acaso até nosso conhecimento; é divina".

E quando todos me perguntassem -- "mas de onde é que você tirou essa história?" -- eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua, de um desconhecido que a contava a outro desconhecido, e que por sinal começara a contar assim: "Ontem ouvi um sujeito contar uma história...".

E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.

Rubem Braga
BRAGA, R., A Traição das Elegantes, Editora Sabiá, Rio de Janeiro, 1967