Mais que uma Mao Estendida

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"Deixe-me no deserto, onde a adversidade me faz mais forte.

As mentes mais silenciosas são as que carregam as maiores violências.

— Pascale Lacelle.

Autoconhecimento


"A jornada mais poderosa é a que começa dentro de você. Cresça, compreenda, sinta empatia — e veja o mundo florescer com a sua evolução."⁠

Não consigo mais ver a vida com o brilho dos olhos de minha juventude, sinto que os tempos de vida tem me tirando até o prazer que eu tinha da absurdo da vida, realmente não tenho mais o vigor dos tempos passados, a vontade de novo, das descobertas. Sinto realmente apenas como uma engrenagem de uma grande máquina, que é mais uma entre outros que não tem muita utilidade e essa peça pode ser facilmente substituída desse aparelho social. Apenas tenho sentimentos que meus dias estão escorrendo debaixo das minhas mãos, e tenho todas as oportunidades pela liberdade de fazer esse ato de mudar, mas não consigo realmente mudar, sinto no meu fundo que essa liberdade que foi dada é apenas uma ilusão, sou apenas um observador da minha própria vida, da realidade, no fundo mesmo eu sou apenas um covarde que tem medo da mudança e um cansaço existencial que não permite mudar mesmo que no fundo no ser que eu desejo fazer isso. No final de tudo eu sou apenas um covarde reconhecido, que tem na mente a vontade e a vergonha de fazer e ser realmente humano.

“Tem lugares que Deus não vai te tirar, mais vai te arrancar para você entender que sua dependência tem que ser somente dele.”

A FORMA MAIS BELA DE EXISTIR
Seria se você fosse tudo que me rodeia.

Se você fosse o amanhecer,
Eu abriria os olhos só para ver sua luz me tocar.

Se você fosse o entardecer,
Eu deixaria todos os meus compromissos de lado, só para te ver se despedir do dia.

Se você fosse o mar,
Eu navegaria para sempre, sem jamais querer encontrar terra firme.

Se você fosse poesia,
Eu gastaria todas as minhas palavras tentando te escrever e ainda assim faltariam versos.

Se você fosse melodia,
Eu ouviria sua canção em repetição até decorar cada nota que é você.

Se você fosse um jardim,
Eu cuidaria de cada pétala como se fosse o meu maior tesouro.

Mas você não é só parte do mundo,
Você é a minha razão, o meu destino,
E o lugar onde quero morar para sempre:
o seu coração.

“Nada mais era visível e o que se via não nos via.”

"Algum movimento? Vento – e mais nada!"

A conexão que nós dois falávamos
e era um mistério pra nós no início, realmente é muito mais profundo
do que a gente imaginava.


(23 de Agosto de 2025)

''Um café derramado faz mais sujeira do que um perverso se achando limpo.

Eu não reconheço mais o ser humano. O que era calor virou frieza, o que era lealdade se transformou em egoísmo, e o que chamávamos de amor agora se resume a interesse e manipulação. Olhares que antes transmitiam verdade hoje escondem mentiras, e palavras que antes curavam agora apenas ferem. Parece que a humanidade se perdeu em si mesma, trocando empatia por indiferença, coragem por covardia, e dignidade por conveniência. Sinto-me cercada por sombras disfarçadas de gente, por ecos de sorrisos que nunca existiram, por gestos vazios que não valem nada. E diante disso, só me resta uma constatação cruel: o ser humano que eu conheci morreu, e o que sobrou é apenas uma casca fria, distante, sem essência, sem alma.

Meus pensamentos me consomem mais que boleto no fim do mês.

A maior aprendizagem é aprender um pouco mais de Deus.

Trago comigo parte do mundo, no meu DNA, muito mais do que a maioria das pessoas, trago energia, trago caos , trago incoerência, inconsistência, trago a paz, o amor, a sorte e a paixão
Trago o whisky, trago a sorte, trago a morte.
Trago o mistério e a resposta, a dúvida oculta, a pista e o norte
Trago a vida, trago o espelho, a coragem, a luxúria selvagem, trago o ventre e o fogo já dormente, "aburrido..."
E se te trago é uma dádiva, uma troca, um pouco de mim vai, um pouco de ti fica
Em um grito, um eco, um gemido




Trago comigo o mundo em pedaços,
cravado no sangue, bordado nos traços —
mais do que muitos, mais do que sei,
trago o que sou, e o que deixei.
Trago energia, trago o caos,
sou incoerência, sou vendaval.
Trago a paz que dorme em silêncio,
o amor febril, a sorte — o incêndio.
Trago o whisky queima-garganta,
trago a morte que nunca espanta.
Sou mistério e sou resposta,
sou a dúvida oculta, a pista, a rota.
Trago a vida em seu espelho,
a coragem, o desejo vermelho.
Luxúria em carne, ventre em brasas,
o fogo adormecido nas madrugadas.
“Aburrido...” — murmura o tempo,
mas sou um grito, um eco, um lamento.
E se te trago, é dádiva e troca:
um pouco de mim vai,
um pouco de ti, ainda me toca.
Trago tudo — e nada explico.
Sou o verbo antes do grito.

O Silêncio que Fala Mais Alto

Sempre achei curioso o fascínio moderno pelos podcasts. Milhares de vozes, todos os dias, despejando pensamentos, opiniões e experiências em um fluxo infinito de conversa. É como se a humanidade tivesse descoberto, finalmente, o jeito de falar sem parar — e, mais do que isso, sem ser interrompida. Há quem chame de revolução na comunicação; eu vejo como a consagração de um instinto antigo: o de falar mais do que ouvir.

Não me entenda mal. Há podcasts brilhantes, daqueles que parecem uma extensão da alma, que abrem portas para mundos desconhecidos. Mas, na maioria das vezes, percebo que o objetivo não é compartilhar, e sim existir pelo som da própria voz. É um palco portátil, onde cada um pode ser mestre de si mesmo, declamando certezas como quem ergue bandeiras. Falar se tornou uma forma de respirar. Ou talvez, para alguns, seja a única maneira de não se afogar.

Eu, no entanto, nunca tive essa ânsia. Prefiro estar na plateia invisível, nos cantos da sala, com o fone no ouvido, deixando que as vozes alheias se acomodem na minha mente. Não porque eu me ache menor, mas porque sei que é no silêncio que colho mais frutos. Quem fala está ocupado demais afirmando o que já sabe; quem ouve, se abre para o que não conhece.

A ironia é que, nos podcasts, mesmo quando se convida alguém “para ouvir”, na prática, é para esperar a vez de falar. O diálogo cede espaço ao monólogo de duas cabeças. É um jogo de pingue-pongue onde a bola, às vezes, nem precisa voltar — basta continuar girando dentro da própria mão.

Vivo me perguntando se a arte de ouvir não está se tornando uma espécie em extinção. Talvez, no futuro, surjam podcasts silenciosos, onde se transmitam apenas pausas, respirações e o som do mundo acontecendo. Quem sabe aí a gente descubra que, muitas vezes, o que mais precisamos não é dizer algo, mas escutar o que o silêncio já vem dizendo há muito tempo.

E eu estarei lá, ouvindo. Sempre ouvindo.

- Eduardo Medeiros -

Porque, no fim das contas, só existe um amor para a vida inteira.
E, por mais que outros amores venham, ele sempre será aquele que o seu coração reconhece como lar.

Querer
Eu só queria que o mundo fosse mais abundante, não dá a prosperidade material, pois isso é inegável, mas sim de uma leveza de uma clareza, uma lucidez que o fizesse mais sublime, que cada sonho de magnanimidade fossem empreedidos...
O meu seria a profundidade das palavras onde a alma de cada um, sobrepor-se as questões inerentes a subterfúgios.
Leveza não constrangimento suavidade não sofrimento... Onde enfim, não seria mais o querer...Particularizadamente viver...

Quero dizer a todos que, de fato, existe um poder espiritual que controla o físico e tudo mais. Este homem chamado Dr. Kumola tem poderes e pode resolver problemas espirituais e físicos: ganhar processos judiciais, restaurar relacionamentos rompidos, ajudar na fertilidade, crescer nos negócios e muito mais. Entre em contato com o e-mail dele agora mesmo ([email protected]). Obrigado.

''Não foi a traição que mais me doeu, foi quando me prometeram o mundo e me atiraram no abismo logo em seguida''.

Me doeu fortemente te ver nesse estado. Mas me doeu, ainda mais, não conseguir fazer nada para te ajudar. E vai me doer, ainda mais, não conseguir te salvar. Me perdoe, princesa. Eu não fui aquele que te fez a mulher mais feliz do mundo. Pelo contrário, eu fui aquele que tentou e te viu se desfazer com o tempo, como um lírio perdendo suas pétalas.


E pensar que nunca te olhei nos olhos. Nunca sequer coloquei minhas mãos sobre as suas. Nunca sequer te abracei levemente e menos ainda com toda a minha força... E pensar que nunca vou ser capaz de te dizer que te amo, te olhando nos olhos, acariciando o seu rosto, com lágrimas escorrendo pelo meu.


Se, ao menos, eu tivesse a menor das chances de voltar no tempo e impedir o meu eu de te permitir sair dos meus braços, apenas para que talvez eu tivesse a menor das chances de te salvar para sempre... Eu faria qualquer coisa para te fazer sorrir e te fazer sentir alegria apenas por estar viva. Deus sabe o quanto me culpo amargamente por ter te permitido ir.


Eu não quero morrer, mas viver sem você é como se eu nem mais estivesse vivo para ter o privilégio da morte.


Você terá sempre o seu lugar em meu coração, no mesmo trono em que eu havia te acomodado, na primeira vez que te amei, minha princesa, minha rainha, minha majestade, minha vida, minha pequena... meu tudo.