Mãe Irmã

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⁠Eu fui a filha que eu queria muito;
Eu fui a irmã que sempre sonhei em ter;
Eu fui a amiga que ansiei encontrar;
Eu fui a esposa que cuidava como eu queria ser cuidada;
Eu fui a líder que enaltecia e não a que humilhava;
Encontrei infidelidade ao longo da minha vida, fui ferida, machucada por pessoas que confiei e entreguei meu coração, mas contudo nunca desisti, fui determinada e hoje colho os frutos das minhas escolhas.
Eu fui, eu sou e sempre serei!
Sou leal a mim, tenho convicção dos meus valores.
Seja fiel mesmo que o mundo inteiro não seja, faça a diferença, a recompensa é certa!

Quando não puder das as mãos, que a tua oração seja o cumprimento mais honesto no coração de um irmão.

É difícil compreender uma irmã que escolhe apoiar alguém que nem faz parte da família, e insiste em defende-la, mesmo após eu ter mostrado todas as mensagens no celular. Dói perceber que quem deveria nos proteger acaba sendo quem mais nos decepciona.

Apostasia: irmã gêmea da heresia.

Deus tem um trabalho para todo irmão, e irmã, ele confia algo a cada um deles.

⁠A justiça tem uma irmã gêmea - o amor.
frases cristãs 9

A lua, sua irmã de prata, vigia o cume da montanha,
Enquanto o vento apaga os rastros da batalha febril.
Recolha suas garras, mas mantenha aceso o instinto,
Neste templo de sombras, sob o manto sutil.




⁠---- Eliana Angel Wolf⁠

⁠⁠Minha querida irmã,
Luciene Guedes
Todos os dias penso em como tenho sorte de ser sua irmã!
Você é uma mulher inigualável!!!
Se existir de fato outra vida quero voltar e ser novamente sua irmã,
você é leal, fiel e verdadeira.
Tua sensibilidade me faz acreditar, em dias melhores, te amo!
Sua irmã:
Márcia Guedes

Quando um maçom compartilha suas ideias, suas experiências e seus aprendizados com os demais Irmãos, ele participa da circulação simbólica da luz dentro da Loja.

Eu te amo, nunca deixarei de segurar as suas mãos, minha irmã mais nova. Já passamos por tantas fases da vida juntas, e todas elas me fizeram ter a certeza de que, não importa o momento ou o dia que estamos vivendo, todos eles me fazem ter a certeza de que eu te amo. Minha princesa linda, aquela que dou o maior valor, que sempre esteve comigo lado a lado, e não troco a sua amizade por nada! Você sempre será minha irmã, aquela com quem eu tomo banho de chuva! Aquela com quem eu compartilho segredos! Aquela com quem não tenho medo de falar o sinto! Eu te amo por demais, minha vida. ♥

⁠"Minha irmã é mais do que uma parente-ela é a única pessoa que entende cada parte da minha história,porque viveu junto comigo cada página."

Com uns dez anos de idade eu morei em uma fazenda, em Mato Grosso do Sul, com minha irmã e meu cunhado.
Era uma fazenda enorme de criação de gado. Uma bela de uma sede,mas sem energia elétrica.
Meu cunhado vivia aprontando comigo. Como ele sabia que eu tinha medo de fantasmas, cada noite era uma coisa nova.
Na fazenda havia um cemitério bem antigo. Da época da guerra do Paraguai, dizia ele. Sempre que passávamos por perto ele inventava uma história nova para me assustar.
Como eu, mesmo com todas as histórias de terror, preferia ficar perto dele que da minha irmã. Onde ele estava, eu estava por perto. Uma noite ele resolveu caçar, logo próximo do velho cemitério, mas antes ele contou a seguinte história: Naquele cemitério morava um tatu gigante q comeu todos os defuntos que foram enterrados ali e com isso ele acostumou a comer carne humana. Deu moleza, o tatuzão ia lá e traçava. Mas, como eu disse; entre ficar com minha a irmã na sede da fazenda e ir caçar, optei por ir com ele.
No caminho, passamos por perto do cemitério. Dava para ver os túmulos. Dali e até chegar no local que íamos ficar esperando a caça, eu rezei tudo quanto era reza que eu sabia e inventei mais algumas. Proteção total.
Chegamos no local, era uma árvore, onde ele montou uma especie de plataforma, chamada de girau. Nos acomodamos e ficamos ali, esperando o bicho.
No passar das horas, me encostei num galho e acabei dormindo. E aí, aconteceu. Comecei a ouvir um voz estranha me chamando. Como eu estava meio dormindo a voz parecia vir de muito longe Era uma voz chorosa vindo do lado do cemitério. Assustado e meio confuso procurei pelo meu cunhado, mas nada, ele não estava mais do meu lado. Em seguida a voz gritou meu nome novamente misturada com uns grunhidos como se fosse um bicho., o tatu comedor de gente. Como eu desci da árvore não sei, mas em fração de segundos eu estava dentro do jeep, que havia ficado bem longe por causa do cheiro de gasolina q podia espantar a caça. Eu até acho que naquela noite eu voei, dado a minha rapidez.
Se já não bastasse todo o susto que passei . de repente o grito novamente, agora do meu lado, no escuro e lá estava ele: meu cunhado.
De volta para a sede eu tive que abrir as porteiras de arame que havia, e em todas ele me deixava pra trás e ficava gritando que o tatu estava vindo, me procurando.( I

Carta aberta à minha irmã

Hoje eu vi em algum lugar que era o Dia do Luto. Fiquei pensando nessa palavra por alguns minutos. Ela é pesada. Não sei se entendo o significado, talvez nem faça sentido tentar entender agora. Também não fui procurar. A verdade é que eu queria te dizer algo que você nunca vai poder ouvir. Então, vou escrever.

Quase ninguém sabe, ninguém do meu meio atual, mas até os meus 15 anos você foi minha heroína, minha fortaleza e minha confidente. Mesmo nas brigas diárias de irmãs, você sempre estava lá.

Às vezes sinto como se você estivesse lá no dia em que nasci. Acho que estava, porque você vivia dizendo que eu era um bichinho feio de tão pequena. Mas você estava lá.

Eu lembro das nossas brincadeiras na praia, de correr no quintal da vovó, de aprender a subir nas árvores com você e de fugir da mamãe quando aprontávamos. Lembro até de pular da ponte só porque você pulava. Naquela época eu sabia, só não entendia o quanto você era parte de mim.

Lembro do meu primeiro beijo e de quando te contei que meus dentes bateram nos da outra pessoa. Você riu tanto. Lembro das viagens de barco com o papai. Lembro do amor que existia entre nós e de como a gente se entendia só pelo olhar.

Te perder uma vez já foi dolorido demais. Depois dos meus 15 anos, aquela criança ficou para trás. Foi colocada em uma caixinha.

E, há alguns dias, eu liguei para a mamãe feliz, porque finalmente poderíamos nos encontrar. Eu imaginei esse encontro. A criança que estava guardada pulava de felicidade. Criei imagens de nós duas conversando, contando as besteiras da infância. Imaginei conhecendo as meninas e dizendo que eu seria a tia mais legal do mundo. Lembro de pensar: “Vou ter ela de volta.”

Mas não foi assim.

Nosso encontro foi diferente. E, dessa vez, você foi arrancada de mim mais uma vez, e para sempre. E eu não pude fazer nada. Não pude lutar, nem quebrar uma cadeira na cabeça de alguém. Pelo menos da primeira vez eu fiz isso. Eu te defendi. Briguei com todo mundo por você.

Mas, em algum momento, eu desisti. E por isso te peço perdão.

Irmã, você me deixou, mas eu ainda não aprendi a te deixar. Ainda crio lembranças que nunca aconteceram, porque é mais fácil assim. Porque, por alguns instantes, isso faz você parecer presente.

Quero que você saiba que o teu legado não vai morrer. Não enquanto eu existir.

Você sempre será a minha melhor lembrança.

E as minhas melhores histórias sempre terão você.

Com amor,

Da sua irmã, que ainda não aprendeu a viver sem você.

A audácia, prima-irmã da ousadia, é instigada para que o verbo desasnar se expanda.

Ode à Poesia

Ó Poesia, filha do silêncio e irmã da eternidade! Tu és o sopro invisível que desperta a alma quando o mundo adormece na monotonia dos dias.

Antes que existisse a tinta, já habitavas o coração. Antes que as mãos aprendessem a escrever, já desenhavas universos na delicada linguagem dos sentimentos.

És chama que não consome, rio que jamais se esgota, vento que atravessa os séculos sem perder o perfume da primeira inspiração.

Em teu templo, as palavras deixam de ser meras letras para tornarem-se asas. Elas voam sobre montanhas de dor, atravessam desertos de solidão e regressam trazendo o orvalho da esperança.

Tu conheces o nome de todas as lágrimas. Sabes distinguir a lágrima da saudade, a da alegria, a do reencontro, a da despedida e aquela que nasce quando Deus toca o coração sem pronunciar uma única palavra.

És jardim onde florescem os sonhos que o tempo não conseguiu apagar. És oceano profundo, onde mergulham os que procuram mais do que respostas: procuram sentido.

Quando o amor se torna pequeno para caber na linguagem comum, é em teus braços que ele encontra morada. Quando a dor já não suporta o peso do silêncio, é em tua voz que ela descobre a dignidade da beleza.

Tu transformas cinzas em primavera, feridas em sabedoria, espera em confiança e saudade na mais pura forma de permanência.

Poesia, tu não desafias o tempo; tu o santificas. Fazes de um instante uma eternidade inteira e de uma vida simples uma obra que jamais se apaga.

Por ti, o céu desce às palavras, e as palavras aprendem a subir ao céu. Ao teu encontro, o invisível ganha rosto, o impossível ganha caminho e o coração encontra o lugar de onde nunca deveria ter saído.

Que jamais se cale a tua voz! Pois quando a poesia silencia, o mundo perde um pouco da sua luz, a esperança se torna mais distante e a alma esquece que nasceu para contemplar a beleza.

Permanece entre nós, ó eterna companheira, ensinando-nos que viver é muito mais do que existir: é sentir profundamente, amar sem medida, esperar com coragem e descobrir Deus em cada pequeno milagre escondido nas entrelinhas da vida.

Salve, Poesia!

Enquanto houver um coração pulsando, um olhar voltado para o infinito, uma flor desabrochando ao amanhecer e uma alma disposta a amar, o teu canto viverá e ecoará para sempre por todos os tempos.

Chamamos de irmã a morte,
embora dela fujamos sem cessar.
Ela não nos rouba a esperança;
apenas a conduz para além do olhar.

É dura para quem fica,
silêncio que rasga o peito e faz chorar.
Mas, para quem parte em Deus,
é a porta por onde a Vida vem abraçar.

A morte fere os vivos,
não porque vença o amor,
mas porque o amor sente a ausência.

E, ainda assim, nossa irmã
leva o peregrino ao encontro
da Vida que jamais terá fim.

A primeira vez que conheci a mentira eu tinha quatro anos de idade. Pedi minha irmã para eu ir na rua com ela. Mandou eu pedir minha mãe. Quando voltei ela tinha ido embora e me deixado. Entendi rapidamente que ela tinha mentido e me enganado. Até hoje tenho sérios problemas com mentiras. E ser enganada é sentido como um golpe emocional muito forte.

Sonhei que a minha avó paterna, tinha acabado de morrer e a minha tia, que é sua filha e irmã do meu pai, tinha vindo pegar as coisas dela, minha prima, filha da minha tia, estava chorando e ela era pequena e falava para mim, que a vó era chata, mas que iria lembrar das coisas boas, que ela fazia.




MAIO DE 2023


PS: ELA JÁ ERA FALECIDA

Minha tia, irmã dele pagou a passagem do meu irmão, porque o dinheiro não dava para todos.


19 de fevereiro de 2009!!


Sexta feira de carnaval!!


Chegamos em Teresina Piauí!!


Sem dinheiro, sem rumo, sem nada.


4 da manhã!! Esperamos o dia amanhecer na rodoviária.


Ás 6, saímos!!


Eu tinha 10,00 todinho. Comprei de lanche para meus 3 irmãos e dividi entre eles. Eu e minha mãe, ficamos com fome.


Éramos mais fortes na fome.

O Tatu Comedor de Defuntos

Eu tinha uns doze anos quando fui morar com minha irmã e meu cunhado em uma fazenda no Mato Grosso do Sul.

Era uma fazenda enorme de criação de gado. Tinha uma sede bonita, daquelas que impressionam qualquer menino do interior, mas não havia energia elétrica. Quando a noite chegava, a escuridão tomava conta de tudo.

Meu cunhado vivia aprontando comigo. Como sabia que eu tinha medo de fantasmas, inventava uma história diferente a cada noite.

Na fazenda havia um cemitério muito antigo. Segundo ele, era da época da Guerra do Paraguai. Sempre que passávamos por perto, surgia uma nova história de assombração.

Apesar disso, eu preferia ficar perto dele do que da minha irmã. Onde ele estava, eu estava por perto.

Numa noite, resolveu sair para caçar nas proximidades do velho cemitério. Antes de sairmos, contou mais uma de suas histórias.

Disse que naquele cemitério vivia um tatu gigante que havia comido todos os defuntos enterrados ali. Depois de se acostumar com carne humana, passou a procurar gente viva.

— Deu moleza, o tatuzão traça mesmo! — garantiu ele.

Mesmo assustado, escolhi acompanhá-lo. Entre ficar sozinho na sede e sair para caçar, achei que a segunda opção era menos perigosa.

No caminho passamos perto do cemitério. Era possível ver os túmulos no escuro. Dali até o local da caça, rezei todas as orações que conhecia e inventei mais algumas. Proteção nunca é demais.

Chegamos a uma árvore onde ele havia construído um girau, uma espécie de plataforma entre os galhos. Subimos e ficamos esperando algum bicho aparecer.

As horas foram passando. Encostei-me num galho e acabei pegando no sono.

Foi então que aconteceu.

Comecei a ouvir uma voz estranha me chamando. Como ainda estava meio dormindo, parecia vir de muito longe.

Era uma voz chorosa, vindo da direção do cemitério.

Assustado e confuso, procurei meu cunhado ao meu lado.

Nada.

Ele havia desaparecido.

A voz chamou meu nome outra vez. Dessa vez veio acompanhada de grunhidos estranhos, parecidos com os de um animal.

Na mesma hora tive certeza:

Era o tatu comedor de gente.

Como desci daquela árvore eu não sei explicar. Só sei que, em questão de segundos, eu estava dentro do jipe. O veículo havia ficado estacionado bem distante por causa do cheiro da gasolina, que poderia espantar a caça.

Até hoje desconfio que naquela noite eu voei.

Mas o pior ainda estava por vir.

De repente ouvi novamente o grito.

Agora bem ao meu lado.

Quase morri de susto.

Era meu cunhado.

Ele ria tanto que mal conseguia falar.

Na volta para a sede da fazenda, ainda havia várias porteiras de arame pelo caminho. Em cada uma delas eu precisava descer para abrir e fechar a passagem.

E toda vez acontecia a mesma coisa.

Ele me deixava para trás no escuro e saía gritando:

— Corre, que o tatu está vindo!

Eu nunca vi o tal tatu.

Mas tenho certeza de que naquela noite ele correu atrás de mim mais do que qualquer bicho daquela fazenda.