Mãe e Filhos
A punição dos pais é para alinhar seus filhos na educação da justiça de Deus e lapidar a sua índole para endireitar os seus passos em prol da sua eternidade.
Malditas sejas as famílias que seguem as tradições malditas de seus pais, porque vão gerar filhos amaldiçoados, tentando ensinar as mesmas maldições para as próximas gerações rebeldes e incrédulas, que depreciam a voz da disciplina de Deus.
Na atual sociedade os pais liberam seus filhos à promiscuidade, à sensualidade e bestialidade, porque perderam a força da disciplina familiar.
Aconselhar filhos jovens à enfrentarem seus problemas emocionais, físicos ou espirituais, o melhor é fazê-los acreditar que todos são resolvidos na fé, na confiança e na prática.
O rico não deixa quase nada para os verdadeiros herdeiros, porque a sua herança pertence aos filhos legítimos de Deus.
As famílias mais fortes são aqueles em que as mães souberam educar os seus filhos no caminho do Senhor.
Mães que usam seus comentários para irritarem a seus filhos são as primeiras a saberem depois que eles não perderam nada.
Jesus fez tudo para os filhos de Deus possam buscar o poder, as bênção, a justiça, a paz e a vida eterna nos Céus.
Jovens sem instruções divinas são como filhos da rebeldia: pagam caro para viver um futuro sofredor, curto e desastroso em família.
Filhos que obedecem a disciplina de seus pais, namoram seguros, são apresentados uns aos outros e marcam refeições juntos para compartilharem bons momentos em família.
Filhos que sentem prazer e alegria constantes pelas obras do Senhor Jesus, as suas construções se tornam mais fáceis, firmes e abençoadas por Deus.
Filhos que impõem tudo sobre os seus pais na força e na discussão, estão com a mente deturpada, mal-educada e com valores distorcidos.
Quão distantes estão dos seus pais os filhos da rebeldia, obstinação e da hipocrisia, porque seguem valores deturpados da boa moral e do bom senso.
“Filhos, devemos ensiná-los bons princípios e acompanhar por algum tempo esse processo; depois deixar que eles próprios se governem. A vida que escolherem levar, complementará esse processo.
Pais, que nada do que anteriormente foi dito sirva para apreensão, senão consolo”
Ney P. Batista
Jun/03/2022
É muito comum, para a maioria dos pais, ouvir dos filhos: Eu já sou maior, não se preocupem, eu sei o que é bom para mim. Mas será que eles sabem realmente o que é “bom”?
Primeiro, “bom” do ponto de vista individual, quando se pensa apenas na satisfação de um desejo, é fácil de se entender. O difícil, para os pais, é ficar tranquilo, em paz, tendo dúvidas se esses filhos também estão enxergando outros pontos além desse.
Segundo, esse “bom” para verdadeiramente justificar e representar segurança precisa ter boas respostas para as seguintes considerações:
-O local onde se dará a satisfação desse desejo é de boa reputação? É seguro?
-Que tipo de pessoas frequentam esse lugar? Será que elas estão ali pelo mesmo desejo seu? Por exemplo “dançar um pouco” ou estão lá por outros desejos, como: embriagar-se, exibir-se para chamar a atenção ou provocação…
-Você não tem receio algum de que seus parentes e amigos saibam que você frequenta esse lugar?
-Já parou para pensar o que você pode perder de valor na sua vida, por consequência de estar nesse lugar, ou da sua condição ao sair dele?
-Por fim, será que não existe para você, algo “melhor” que esse “bom”?
Filhos, a verdade é que vocês só entenderão o que hoje para vocês é uma “chatice” dos seus pais, quando seus filhos começarem a fazer o mesmo que vocês fizeram…
Saibam também que - os que hoje não dão preocupação aos pais são os que aprenderam bastante ou que sofreram o bastante.
Que o SENHOR através do seu Espírito Santo os ajude a compreender tudo isso.
Ney Paula B.
