Luz e Sombra
Ao buscar a luz nos perdemos com o encanto das sombras, pois quanto mais buscamos a luz, mas vemos as sombras e somente conhecendo a sombra é que temos a certeza de estar no caminho da luz, pois sem a luz não haveria a sombra.
Eu sou o que vejo no outro. Se vejo luz, é porque há luz em mim. Se vejo sombra, é porque há sombra em mim.
Autoconhecimento não é apenas luz encontrada no final de um túnel. Onde abriga luz habita a sombra. Por entre os reflexos destila dores. Aprende com a tua própria sombra, pois ela faz parte da obra.
Era uma vez um homem que um dia fora luz, mas hoje é um todo de trevas, por amar até a sombra de alguém.
Era uma vez um homem que sempre via aquela doce face no rosto de outrem.
Era uma vez um homem que por ela daria a própria alma, e se tivesse mais de uma, daria mais de cem.
Era uma vez um homem que amava, mas não sabia a quem.
Era uma vez um homem que não sabia como fechar as feridas que têm.
Era uma vez um homem que, por amar demais, já não distinguia o que lhe fazia mal ou bem.
Era uma vez um homem que descobriu que, para se ter felicidade no amor, é só amando ninguém...
Na sombra da morte andam apenas aqueles que omitem os santos mandamentos de Cristo, que dá luz, vida e refrigério para a alma obediente.
A teoria da cor continuará a ser escrita até o momento que as cores vibrarem e incorporarem luz e som.
Cada um de nós possui uma dualidade de sombra
e luz, e quando nos confrontamos com a escuridão
da vida, é em nossa essência estelar que
encontramos a capacidade de iluminar o caminho
que estamos desbravando.
Somos Luz e Sombra
Sussurros de um diálogo silencioso,
onde o claro é tão fugaz quanto o escuro,
e ambos se fundem na incerteza do ser.
A cor, um pensamento em transição,
nasce da ausência, da falta,
enquanto a sombra dança na periferia,
desafiando o olhar, questionando a essência.
Entre o visível e o oculto,
um jogo de percepções,
onde a sombra não é ausência,
mas uma pausa necessária para a luz.
Somos feitos dessas ambiguidades,
fragmentos de luz que se perdem na sombra,
e sombras que nos fazem buscar um reflexo,
procurando sentido na penumbra.
No entrelaçar de contrastes,
a beleza do incerto se revela,
uma harmonia de opostos que nos molda,
sem prometer respostas,
apenas o caminho.
Luz e Sombra,
eternas companheiras,
desafiam o que somos,
convidando-nos a aceitar,
que talvez, a verdade esteja no meio.
A luz que incide na sombra que se avizinha, ajuda a intimidar a manifestação do breu que se levanta
Nem somente luz nem somente trevas, somos o limiar entre o claro e o escuro, uma sombra que emerge da claridade que ofusca e de um breu que nos cega
A vinha que brota em meu ser é a luz que clarifica o breu e que corrói a sombra até a chegada do alvorecer
Não é a ausência de luz que nos transforma em heróis ou vilões, mas a formação da sombra ao revelar que estamos vivos por estarmos de pé e sermos seres humanos ao agirmos de acordo com as circunstâncias
