Luz
Se cada noite vive em trevas cada dia vem com nova luz. Mas de dia não enxergo, é na escuridão que procuro meu reflexo.
Anos luz decifram o vago mergulhado em ultrapassados códigos de mentes atuais primitivas que nunca imaginariam a real condição astral de viver isso que chamam de dia a dia em adaptações ilusórias de influente maestria impressas num vulto espectro extenso de covardia imaginando ser nível de evolução com 10D de preconceitos humanos numa dimensão.
Em bilhões de anos luz o multiverso conspira deduções e esconde situações em barreiras místicas de reais imortais. Num piscar de frações emitem contradições ao paralelo diagnóstico.
Se um dia me calar a voz, ou se a luz dos meus olhos se apagar, e de mim se afastarem os prazeres do mundo, que ainda assim permaneça firme em mim a fé no meu Deus.
Fracos sonhos!!!
Adoraria encontrá-la
Em plena luz da lua
Acreditar na palavra tua
Acreditar e sempre sabê-la
Conhecer o que me traria
A encantadora guria
Que tanto me traz alegria
Mesmo assim sem vê-la
Guria de vulgares covinhas
E de vergonhas sozinhas
Como eu queria tê-la
Queria que fosse minha
Toda manhã beijá-la
Apreciar sem pressa
Cada canto do teu charme
Começar uma conversa
Desenvolver até a tarde
Tudo que nos interessa
Por fim, que não se despessa
O novo ciclo então começa...
...Amá-la.
Não há luz sem escuridão, não há alegria sem tristeza, não há coragem sem medo, não há força sem fraqueza. Então relaxa.
I. Entre a luz que revela e a sombra que protege
Nem toda luz é revelação. Há claridades tão intensas que cegam. Desnudam o que ainda não está pronto, queimam o que germinava em silêncio. E há sombras que não escondem, apenas resguardam. Guardam o que é semente, não o que é ruína.
Vivemos entre clarões e penumbras, mas o medo nos ensinou a preferir a luz mesmo quando ela fere. Aprendemos a temer a escuridão como se fosse sempre ameaça, mas esquecemos que nela repousa o mistério, e é no mistério que a alma respira. A noite, quando acolhe, não sufoca. Ela sussurra verdades que o dia, apressado, ignora.
A luz exterior muitas vezes ofusca a centelha interior. E a escuridão, por vezes, é o caminho necessário para reencontrá-la. Há silêncios que só se escutam no escuro. Há encontros que só acontecem longe da luz pública, no íntimo do não dito, do não visto, do que permanece em suspensão.
A sabedoria não mora na claridade constante, mas na dança entre os polos. Saber acender a própria luz sem negar a sombra é o princípio da lucidez. Reconciliar-se com o escuro é devolver à alma sua capacidade de habitar o tempo sem medo do invisível.
III. A luz que revela o abismo e a escuridão que acolhe o voo
Algumas luzes nos conduzem até o abismo. E não porque sejam más, mas porque são honestas. Iluminam o que evitamos ver, rasgam os véus que nos protegiam da própria queda. A verdade, quando brilha sem filtros, exige que encaremos o que somos sem moldura. E nem todos estão prontos para se enxergar sem disfarce.
A escuridão, ao contrário, muitas vezes nos dá asas. Porque nela os contornos se dissolvem e os limites se tornam menos rígidos. Na ausência de forma, é possível voar sem direção. E não há libertação mais profunda do que permitir-se perder o controle sob o manto do que ainda não se sabe.
Tememos o escuro como crianças assustadas, mas há uma sabedoria ancestral que habita as sombras. Elas nos forçam a desenvolver outros sentidos. Ensina-nos a sentir, mais do que ver. A intuir, mais do que racionalizar. A mergulhar, mais do que caminhar.
E quando finalmente aprendemos a confiar na escuridão que não devora, mas acolhe, compreendemos que o verdadeiro clarão não vem de fora. Ele nasce no momento em que ousamos atravessar o invisível e ali, no centro do que parecia fim, descobrimos o princípio.
V. O que permanece quando a luz se vai
Quando todas as luzes se apagam, o que resta? O vulto das memórias? O eco das escolhas? Ou a presença de algo que nunca dependeu da claridade para existir?
Há um ponto da noite que não é mais medo, é entendimento. Um estado em que a ausência de luz externa deixa de ser falta e passa a ser convite. A visão não se perde, ela se transmuta. Deixa de buscar fora e passa a revelar dentro. E nesse instante, descobrimos que a verdadeira iluminação não vem do que vemos, mas do que suportamos sentir quando nada nos distrai de nós mesmos.
A luz, por mais pura que seja, tem começo e fim. A chama vacila, o sol se põe, o clarão cansa os olhos. Mas a escuridão é contínua. Não como ausência, mas como permanência. Nela, tudo repousa, tudo retorna, tudo aguarda o instante certo para voltar a nascer.
Aprendemos, com o tempo, que não é preciso iluminar tudo. Que nem toda verdade precisa ser dita sob refletores. Que há beleza em sussurros. E que a alma, para crescer, precisa germinar longe da pressa e da exposição.
Assim, quando a última luz se vai, resta o que somos sem aplausos, sem testemunhas, sem nome. E talvez seja aí, justamente aí, que começa a centelha que nos sustenta. Porque no fim, toda luz que importa vem do escuro que tivemos coragem de atravessar.
“O ser forjado em ambientes hostis tende a estranhar o acolhimento. A luz ameaça porque revela. A razão inquieta porque delimita. E a felicidade, quando exigida, apenas reforça o abismo de um sofrimento não dito.”
“A vida, em sua sabedoria oculta, alterna luz e sombra mesmo nos dias mais comuns. Aos que têm olhos de ver, cada surpresa é lição e cada dor, uma ponte para o despertar.”
”Quando a dor dilacerar, sê luz. Quando o mundo perder o rumo, sê abrigo. Quando a força for necessária, que seja temperada pela compaixão. Porque ao final, só os que amaram com gentileza repousarão em paz e ascenderão em espírito.”
“Confrontar-se é o mais ousado dos atos. Traz à luz antigas dores, revela verdades ocultas e pavimenta o caminho da redenção interior.”
“Nem todo brilho está na luz direta. Ser essencial no silêncio e penumbra é virtude dos que já compreenderam seu papel.”
“Entre sombras e luz, a alma traça sua jornada, encontrando profundidade no abraço de ambos os extremos.”
“A luz se emite com um elemento químico, um fósforo que se inflama em contato com o ar, é um truque muito manjado… Thomaz Green Morton também me desafiou, foi publicado no jornal ‘O Dia’. Ele apostou US$ 100 mil que era capaz de, em 20 minutos, tirar um pinto de um ovo e, com a força do pensamento, dobrar o trilho de um trem. Aceitei o desafio, mas disse pra fazer diante de mim e em condições adequadas de observação. A Organização de Parapsicologia Mundial ficou sabendo do desafio e apostou US$ 1 milhão se ele fizesse isso. Desde então ele está fugindo!”
Por favor você tem que usar óculos pra você e chegar que eu sou o amor de sua vida?
Você vê a luz brilhar assim e claro que sou eu o amor de sua vida?
Você é a luz, você é a noite
Você é a cor do meu sangue
Você é a cura, você é a dor
Você é a única coisa que quero tocar
Nunca imaginei que poderia significar tanto
Tanto
Você é o medo, eu não ligo
Pois nunca estive tão extasiada
Me siga até a escuridão
Me deixe te levar além dos satélites
Você pode ver o mundo que você trouxe à vida
À vida
Então me ame como você ama
Me a-a-ame como você ama
Me ame como você ama
Me a-a-ame como você ama
Me toque como você toca
Me to-to-toque como você toca
O que você está esperando?
Aparecendo, desaparecendo
À beira do paraíso
Cada centímetro da sua pele
É um Santo Graal que tenho que encontrar
Só você pode deixar meu coração em chamas
Em chamas
Sim, vou deixar você ditar o ritmo
Pois não estou pensando direito
Minha cabeça está girando, não consigo mais ver com clareza
O que você está esperando?
Então me ame como você ama
Me a-a-ame como você ama (como você ama)
Me ame como você ama
Me a-a-ame como você ama
Me toque como você toca
Me to-to-toque como você toca
O que você está esperando?
Então me ame como você ama
Me a-a-ame como você ama (como você ama)
Me ame como você ama
Me a-a-ame como você ama (sim)
Me toque como você toca
Me to-to-toque como você toca
O que você está esperando?
Vou deixar você ditar o ritmo
Pois não estou pensando direito
Minha cabeça está girando, não consigo mais ver com clareza
O que você está esperando?
Então me ame como você ama
Me a-a-ame como você ama (como você ama)
Me ame como você ama
Me a-a-ame como você ama (sim)
Me toque como você toca
Me to-to-toque como você toca
O que você está esperando?
Então me ame como você ama
Me a-a-ame como você ama (como você ama)
Me ame como você ama
Me a-a-ame como você ama (oh)
Me toque como você toca
Me to-to-toque como você toca (ah)
O que você está esperando?
Wellington ah você amiga
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