Luz

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⁠Você se reconhece neste circo espiritual? IV

O trabalhador da luz / titular da grade
Estas são as versões “anciãs” da categoria anterior, e são obviamente as escolhidas.
A lightworker/grid holder tem mais de 50 anos, ela é vidente e pode iniciá-lo em qualquer modalidade de cura, remotamente.
Ela vê números de anjos em todos os lugares e está sempre ocupada mantendo a rede unida.
Em seu tempo livre, ela ficará feliz em recrutá-lo para seu círculo de dinheiro de esquema de pirâmide.
O trabalhador da luz/portador da grade só fala de escadas espirituais, aquelas em que ela se coloca no topo.
Palavras usadas com frequência: Ativação da Luz, atualização do DNA, ascensão, consciência crística, Madalena.

O Ayaspiritual também conhecido como o povo da medicina.
Mais sagrado do que tu, os curandeiros nunca admitem seu vício em remédios, pois cada ação sua é um ritual. Eles adoram jejuar e podem ter explosões de raiva inesperadas devido a níveis de açúcar no sangue fora de controle.
Com razão, o pessoal da medicina é altamente superior à pessoa espiritual comum, pois eles se sentaram com Aya mais vezes do que você pode contar. Afinal, quem pode discutir com a avó? (continua)

Um curto circuito de luz
Passamos tempo demais fingindo que somos permanentes.
Compramos relógios como se pudéssemos negociar com o tempo. Construímos casas como se elas fossem sobreviver à ferrugem. Prometemos "para sempre" enquanto o corpo já começa, silenciosamente, a desaprender a juventude.
Depois alguém morre.
Um cachorro. Um amigo. Um pai. Uma mulher que você amou e que continua respirando, mas nunca mais olha para você do mesmo jeito.
Então a ilusão desaba.
A verdade é que somos uma faísca.
Não um farol. Não um sol. Apenas uma descarga elétrica que risca a noite por um segundo antes de desaparecer. Antes de nascermos havia um silêncio tão absoluto que sequer sabíamos que ele existia. Depois que partirmos, talvez haja o mesmo silêncio. Ou talvez algo que a linguagem nunca foi capaz de alcançar. Não importa. A única certeza é este pequeno intervalo em que o coração insiste em bater.
E o que fazemos com ele?
Discutimos política como se isso nos tornasse imortais. Acumulamos dinheiro que outro homem gastará. Guardamos mágoas como quem coleciona pedras para carregar no próprio bolso.
Enquanto isso, o cigarro termina. O café esfria. A chuva cai sobre a cidade sem perguntar o nome de ninguém.
A vida não tem obrigação de fazer sentido.
Ela apenas acontece.
Às vezes numa gargalhada de bar. Às vezes numa oficina coberta de graxa. Às vezes no cheiro de uma estrada depois da chuva. Às vezes na mão calejada segurando outra mão, sem precisar dizer uma palavra.
Talvez seja isso a tal luz.
Não uma grande missão divina. Não uma resposta definitiva para o universo.
Só esse instante absurdo em que conseguimos sentir o vento no rosto, ouvir uma música antiga e perceber que, por alguns minutos, estamos vivos.
O resto pertence ao escuro.
E, curiosamente, é essa escuridão que torna a luz tão bonita. Se fôssemos eternos, nenhum abraço teria urgência. Nenhum beijo teria peso. Nenhum pôr do sol faria alguém parar o carro para olhar.
A morte não estraga a vida.
Ela lhe dá contorno.
Ela diz: "não desperdice."
No fim, talvez Nabokov estivesse certo. Somos um curto circuito de luz entre duas eternidades que não conhecemos.
Mas enquanto essa faísca durar, que ela não seja gasta apenas pagando contas, acumulando rancores ou esperando o momento perfeito.
Que ilumine alguém.
Nem que seja por um segundo.
Porque um segundo de luz verdadeira vale mais do que uma eternidade passada na escuridão.

Aquele que sela suas janelas acabará malbaratando os raios do sol — uma luz que, projetada adiante, tenta prevenir as catástrofes ordinárias. O ser, quase imóvel sob o peso dessa renúncia lancinante, vê retardado seu próprio florescer. Ainda, os que detêm o saber, os floristas, tornam-se mais estrídulos que o próprio ceifador visível, cujo único labor é garantir que os campos permaneçam estéreis.

Tudo o que percebo são feixes que transitam entre a luz e a sombra, partejando a terrível ilusão que chamamos de vida. Em tudo que não é verdade, alcançamos algum significado quando desfragmentamos a casca que construímos em nosso próprio redor; colhemos um fruto maduro que nasceu da plena inexistência da realidade.

Misture Tabaco com Mate e Fume em Pé
A fumaça subia lenta no vermelho da luz,
Montevideo pulsando pesada nos graves do sul,
copos brilhando dourados no balcão de metal,
e eu sozinho no canto, calmo, quase ritual.
Misture tabaco com mate e fume em pé.
Como quem já viu demais pra perder tempo com fé.
Gente dançando apertada num calor estrangeiro,
perfumes caros, olhares rápidos, desejo passageiro,
mas meus olhos estavam longe, presos na janela,
na garoa escorrendo fria pelos prédios da Ciudad Vieja.
As luzes cortavam fumaça em câmera lenta,
o baixo batendo no peito de forma violenta,
e ainda assim existia silêncio dentro de mim,
um silêncio bonito que não precisava de fim.
Uma uruguaia ria alto perto do corredor,
alguém falava espanhol arrastado sobre amor,
mas eu só observava o mundo girar devagar
com aquela paz estranha de não precisar entrar.
O mate amargo queimando o começo da boca,
o tabaco deixando a madrugada rouca,
e o tempo passando elegante, vulgar,
feito farol refletindo no Rio da Prata depois do bar.
Eu gostava disso:
dos trajetos sem pressa depois da fumaça,
das avenidas molhadas brilhando na praça,
do frio atravessando tecido e postura,
da beleza breve que existe na noite escura.
Misture tabaco com mate e fume em pé.
Ignore o excesso.
Observe tudo.
E permaneça.

A fé que não nunca morre .
As vezes a luz diminui e parece que se apagou, mas não, isso é devido a dor do momento, mas ela voltará com brilho mais intenso novamente!

As vezes as lágrimas, serão inevitáveis, mas acredite, voltará a sorrir novamente...
As vezes a correção será dura, mas necessária, ouça, pois dela depende sua conquista!

As vezes perderemos pessoas e coisas, tudo isso para que uma força a qual ainda não sabemos que temos, apareça dentro de nós!

As vezes, irá querer ficar sozinho(a) fique , será necessário, as vezes estará no meio da multidão e se sentirá sozinho, também é necessário!
As vezes dirá palavras, as quais irão fazer indiferença, sentirá que não vale a pena falar, mas se for necessário fale, para que essas palavras façam justiça!

As vezes será desprezado e provará o vazio, ao qual o Pai lhe preencherá por completo!

As vezes a dor será tão intensa que sentirá que está sozinho (a) também será necessário!
As vezes não irão ti entender, apenas compreenda onde você está agora e respeite o propósito de cada um, pois há pessoas que nunca irão mudar e haverá outras que não vêem a hora de se encontrarem com a mudança, apenas seja parte dela!

As vezes há coisas que irão se resolver sozinhas, não se preocupe demais com nada, apenas faça sua parte e confie!

Sou o Filho da Luz.
Escrevo o que a mente livre pensa quando recusa o domínio.
Acredito que o impossível é só uma porta: é só abrir, seguir em frente, abrir de novo e chegar do outro lado.
Em busca da verdade em vida. Sem máscara, sem medo.

Francisco de Sousa Pimentel
Filho da Luz. Escritor e pensador independente.
Dedico-me à busca da verdade em vida, recusando o domínio que começa na mente.
Para mim, o impossível é apenas uma porta: cabe a nós abrir, atravessar e abrir de novo.
Escrevo para os que preferem o constrangimento de ser verdadeiro ao conforto de ser igual.

“Assistir à minha ascensão é como acender uma luz em um quarto escuro: de repente, o medo some e tudo o que você consegue ver são oportunidades esperando por você.”

No silêncio pulsante, o vento escreve em cores invisíveis, e a sombra dança com a luz que não se vê. O tempo se dobra em palavras mudas, tecidas entre murmúrios que ninguém escuta, mas todos compreendem. O céu é uma sinfonia de ausências que preenche espaços deixados pela memória.Entre raízes do não-ser, brotam sonhos que não chegaram e promessas que nunca partiram. O vazio se enche de significados que escapam da lógica, e a ausência torna-se a presença mais verdadeira. No sopro das coisas sem sentido, mora a mais profunda razão.

Flores, Espinhos e a Luz de Tutancâmon


A saúde mental floresce como lótus no Nilo antigo, mas carrega espinhos que ferem a alma. Tutancâmon, menino-faraó de ouro e maldições, viveu frágil e real ossos tortos, intrigas palacianas, provando que viver é melhor que sonhar; Sonhos são vapores, de névoa; a vida, com espinhos, corta fundo, mas liberta.
Liberdade não é palácio vazio, ecoando ausências. É escolher espinhos para colher flores: enfrentar ansiedade, restaurar a mente com coragem cotidiana. Neste Natal, sob luzes como estrelas do deserto, celebramos a vida palpável, dor e graça, onde esperança brota entre provações. Viver é erguer-se, livre e inteiro.
Cuide da mente como uma coroa, colha flores sem temer espinhos.

A honestidade é a única luz que não busca iluminar o mundo. Mas que, por ser pura, acaba por denunciar as suas sombras.

O Natal é o instante que o tempo silencia para que a alma escute o convite da luz.

A luz incomoda quem vive de sombras . continue brilhando ;a " preocupação " deles nada mais é do que o reflexo do medo que você descubra que não precisa deles para nada .⁠

Aqueça-se por dentro; sua luz própria não tem interruptor.⁠

Ser justo é plantar sementes de luz em solo invisível; o tempo se encarrega da colheita.⁠

A escuridão é apenas o intervalo necessário para que a luz revele sua força.⁠

Mesmo na noite mais profunda, o amanhecer nunca se atrasa: a luz sempre encontra o caminho de volta. E isso não é sobre noite e dia.⁠

Quando o novo dia nasce,
Traz a luz da claridade;
Abre nova perspectiva,
Cria nova oportunidade.

A maior virtude da vida
Vem da compreensão
Que Jesus
Em sua luz
Pediu de irmão para irmão