Lutar por quem Nao te Ama

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Cristãos são chamados para o servir não para serem servidos como satanás.

Deus perde um fiel, mas não perde a piada.

Olhar pra minha história é entender que não foi sorte… foi propósito.
Cada passo, cada escolha e cada momento, até aqueles em que tudo parecia incerto e desistir parecia mais fácil, fizeram parte de um caminho que Deus já conduzia.
Nos dias bons, celebrei.
Nos dias difíceis, fui sustentado.
E, em todos eles, fui moldado.
O homem que sou hoje não nasceu do acaso. É fruto da fé que escolhi manter, das decisões que tomei mesmo com medo, das dores que senti, das renúncias que ninguém viu e das batalhas que enfrentei em silêncio.
Carrego cicatrizes, mas também carrego propósito. E sigo firme, com gratidão pelo que vivi e com a certeza de que Deus ainda está escrevendo os próximos capítulos da minha história.

"Reflexão cristã"
"Cuidado com as cordas que parecem inofensivas. Dalila não prendeu Sansão com correntes, e sim com cordas.
Sansão se deixou prender por confiar demais.
Não é só a força da corda que nos prende, mas a nossa fraqueza por confiar em quem não deveríamos."
@Suédnaa-Santos

Como, quando e onde, nos tornamos tão pobres, diria até, paupérrimos? E não me refiro a posses nem dinheiro.

Sejamos bons de coração. Façamos apenas o bem. Nada na vida virá ao nosso encontro se não nos propormos a fazer o que está determinado pelas Leis universais.

Se entendêssemos um pouquinho mais sobre o poder da natureza, não precisaríamos de mais nada para sobreviver.

⁠Se tens dúvidas, não prossigas. A incerteza é um sinal de que precisamos repensar antes de tomar qualquer decisão.

⁠Em momentos de paz entendemos que não precisamos de nada, nos bastamos.

⁠Mudar é difícil e não mudar é mortal.

⁠Estar só não é sinônimo de solidão. É o encontro com o nosso melhor.

Não desisti de tudo. Nem deixei para trás meu sonho. Apenas, dei uma pausa para fazer o que era necessário.

Sempre fui otimista e sonhadora. O que não aconteceu foi porque não era para acontecer e o que aconteceu foi o que a vida me deu de presente, e eu aceitei.

É claro que o tempo é o meu guardião e as horas minha bussola. Só que nada tem importância se eu não estiver alinhada a tudo.

Querer quando não sabemos se podemos ter, é sofrer antecipadamente.

Não pense que o silêncio seja um fim. No marasmo dele se encontra a força do meu amor.

O que é de alma não morre, adormece.

Nada será igual. Tudo se transforma, mas sem arriscar, a coragem não se justifica.

Refúgio nas Linhas


Eu poderia me declarar, mas o medo de ser rejeitada me faz recuar. Não nasci para o desprezo – nasci para ser aceita, amada e adorada. São as minhas exigências como mulher. Trago em mim a convicção de que a mulher nasceu para ser amada, admirada e idolatrada. É a minha essência: romântica, inteira e sonhadora. Prefiro recolher-me em mim mesma do que receber um “não” ou um “talvez” sem coragem. Há dentro de mim um lugar sagrado, reservado ao amor e o amor, quando chega, precisa ser inteiro.


Eu poderia ligar, mandar mensagens, áudios – qualquer outra coisa revelando o que sinto. Poderia fazer surpresas, enviar músicas que tocam meu coração e minha alma, músicas que talvez tocassem a dele também. Eu poderia escrever uma carta manuscrita. Cartas a próprio punho são tão românticas –revelam a presença íntima de quem escreve, o perfume do papel, o calor das mãos que desenharam palavras amorosas. É como se o coração encontrasse refúgio nas linhas.


Há tantas formas de se declarar. No amor são infinitas as possiblidades. Eu saberia como fazê-lo, mas e se...e se desse errado? E se ele apenas achasse graça da minha declaração? E se não entendesse minha intenção? E se não sentisse o mesmo que eu? Esses “e se” ficam pipocando na minha cabeça e não me deixam seguir adiante. Deixam-me em polvorosa, só de imaginar-me tentando me declarar – e recebendo um “não” como resposta.


Preciso tratar esse meu ferimento interno. Cuidar da autoestima que, talvez, ande em baixa. Não sei responder às perguntas que me faço diariamente sobre esse medo da rejeição. Já pensei, repensei, tentei encarar o que pode ter acontecido num passado não tão distante. Tentei relembrar fatos que me deixaram assim, mas nada vem à mente. Talvez, eu precise reorganizar meu mundo interno, entender que é coisa da minha cabeça, que esse medo não existe de verdade. Talvez essa rejeição que sinto seja apenas fruto da minha imaginação. Talvez seja só isto. Talvez.


Talvez eu escreva uma carta ou mande uma mensagem me declarando. Amar é se arriscar. É colocar o coração na beira do precipício. E se ele dizer não, aceitarei, pois terei dito o que sinto – e isso, por si só, já é uma forma de liberdade.


Rita Padoin
Escritora

Sem sal, sobra apenas o que não convém.