Loucos
Louco por pouco...
louco de amor,
louco de dor,
louco mais um pouco...
louco por tão pouco.
Louco por um amor,
um amor louco.
Louco por tão pouco amor,
que durou muito pouco...
Louco mais uma vez,
que insensatez!
Louco de dor!
Louco de vez...
Agora,
porque louco você me fez!
Resolvi desaprender um pouco,me fazer de louco e deixar acontecer, cansei de tudo pronto, tudo no ponto, quero do início,bem do início e ver o caminho que vai me levar,vivi muitas coisas, perdi muito tempo,mas aprendi muito com isso, pessoas que a distância é o melhor, pessoas que a distância separa,mas no coração não muda, pessoas.,. pessoas e pessoas, que percorreram comigo na estrada da vida.
Enfim, agradeço,a quem continua, esqueço, quem de algum modo me fez mal,e mesmo assim a essas pessoas maldosas agradeço,pois a força que carrego,veio de cada ferida deixada por elas e curada com o tempo,e o tempo,ah o tempo... A ele só agradeço tudo que vivi até aqui
Só cansado...
Já fui louco, até descobrir que foi um engano,
Já estive triste, até entender que era somente uma passagem,
Já fiquei preso, até entender que as chaves estavam nas minhas mãos,
Já corri muito olhando para o espelho sem entender que era o sentido contrário o verdadeiro caminho, então parei e entendi que eu estava simplesmente cansado.
O trabalho danifica o homem, trabalhar feito louco para sustentar vícios e no final acabar vivendo uma rotina entediante e pobre de significado e de dinheiro.
Rei Salomão dizia:
que a loucura é para o louco
uma fonte de alegria.
E, sem a loucura,
não haveriam
os bens na Terra.
É tão louco crescer
Porque o tempo passa depressa sem você perceber
Você olha pra trás e vê todo o seu passado correr
Como um filme tão rápido, tão sublime de se ver
Você lembra de momentos e ri dos seus antigos desesperos
Porque no presente enxerga o quanto foram exageros
O que antes parecia impossível de acontecer
Hoje aos seus olhos é tão simples de entender
Então você fecha os olhos, sorri sem perceber
E entende que no fim, tudo tinha que acontecer
Porque entre tropeços, medos e recomeços
Foram anos incríveis que moram em você
A mãe narcisista transforma o filho em “bode expiatório” e o faz parecer louco para ocupar o lugar de vítima. Enquanto todos acreditam em sua versão, sua verdadeira face permanece protegida por uma máscara que ninguém ousa retirar.
Uma Sinfonia sem Nome
Sabe, o mais louco de tudo é que eu sequer sei o seu nome. Talvez ele já estivesse escrito em alguma página dos livros que li e passou despercebido entre tantas palavras, talvez eu já o tenha pronunciado por acaso, numa conversa qualquer, sem imaginar que carregava o som de alguém que um dia seria importante, talvez eu já tenha te visto numa parada de ônibus, atravessando uma rua qualquer, escondido entre fotografias antigas, refletido numa janela ou perdido em algum canto da internet, talvez. Mas entre ruas que meus pés ainda não pisaram e caminhos que meus olhos não alcançam, você continua sendo a resposta que Deus ouviu antes mesmo de eu aprender a perguntar.
E a tua voz... Dentre bilhões de vozes espalhadas pelo mundo, talvez ela nem seja tão diferente assim, ou talvez seja única, única o bastante para que eu a reconheça no instante em que a ouvir. Gosto de imaginar que ela não virá para preencher um vazio, porque vazios não são preenchidos por pessoas, mas gosto de pensar que ela virá para caminhar ao lado dos silêncios que ainda carrego. Que amanhã, quando estivermos lado a lado, as paisagens não precisarão ser explicadas, porque quem aprende o idioma do vento entende o que as árvores dizem sem abrir a boca.
E o teu rosto...
Ah, o teu rosto.
Deve guardar algum detalhe que fará meu coração parar por um segundo, algo que me fará lembrar de cada linha desta carta escrita antes de conhecer você, antes de saber teu nome, antes de descobrir que teus olhos talvez carreguem mais beleza do que todas as noites estreladas que já contemplei.
Talvez tragam mais profundidade do que os céus pintados por Van Gogh, talvez mais poesia do que qualquer verso que já tentei escrever. Você é uma sinfonia que ainda não ouvi, uma melodia que talvez nem Beethoven conseguisse traduzir, onde cada nota tua parece existir num lugar onde comparações deixam de fazer sentido.
Talvez teus olhos carreguem tempestades, talvez tragam calmarias, talvez carreguem as duas coisas ao mesmo tempo, e isso pouco importa.
Porque, sabe... Às vezes sinto que guio meus passos apenas pelo instinto, e quem tem sede de absoluto não segue aparências pela beleza, segue rastros por verdade. E a verdade raramente chega acompanhada de ilusões, ela chega firme, concreta, como terra depois da chuva, como raízes que se recusam a ceder ao vento.
Por isso gosto de não saber teu nome, porque enquanto não sei, posso continuar imaginando todo o amor que desejo oferecer, sem pressa, sem cobranças, sem exigir do amanhã aquilo que ele ainda não prometeu.
Eu gosto das coisas que permanecem quando o encanto acaba, quando a maquiagem da alma escorre e sobra apenas aquilo que ninguém consegue fingir. E quando esse dia chegar, espero permanecer, porque amar alguém somente durante os dias bonitos nunca me pareceu amor de verdade.
Não te espero numa janela, não conto os dias, não coleciono expectativas, mas confesso: às vezes sinto falta de alguém que nunca encontrei. Às vezes fico triste pela demora, porque existem histórias que ainda não vivi, conversas que ainda não aconteceram, abraços que ainda não conheço, e uma parte de mim queima de vontade de experimentar tudo isso.
Sabia que sementes não arrancam as próprias raízes para conferir se estão florescendo? Elas apenas crescem, em silêncio, debaixo da terra, sem aplausos, sem garantias. E eu estou tentando crescer também.
Nem sempre consigo, nem sempre é fácil, mas continuo. Porque, de alguma forma estranha, o simples fato de acreditar que você existe me dá forças para continuar me tornando quem eu preciso ser.
E se algum dia nossos caminhos finalmente se cruzarem, peço apenas uma coisa: venha quando eu estiver inteiro. Não perfeito, mas inteiro. Mesmo com cicatrizes, mesmo com ferrugens, mesmo com sonhos que às vezes parecerão mortos, mesmo quando o mapa desaparecer das minhas mãos.
E se isso acontecer, por favor, me ajude a encontrar a luz, porque carinho eu ofereço, lealdade eu entrego por inteiro, e coragem... Coragem eu dividiria até o último pedaço.
Se existe algo que aprendi observando o céu, é que estrelas abandonam constelações quando deixam de pertencer ao mesmo desenho. Eu, por outro lado, não prometo perfeição; prometo escolha, prometo permanência, prometo tentativa, prometo voltar para reconstruir quantas vezes forem necessárias.
Se houver verdade, eu fico
Se houver respeito, eu permaneço
Se houver reciprocidade, construirei um mundo ao teu lado. Mas se a confiança quebrar, não será por falta de luta, porque minhas mãos sempre carregarão as marcas das coisas que tentei salvar.
Ainda assim, aprenderei com os rios: eles encontram pedras, encontram obstáculos, encontram montanhas, mas não brigam. Mudam de direção e seguem.
Até lá... Continuarei sem saber teu nome, sem conhecer teu sorriso, sem reconhecer tua voz, sem entender teu jeito de enxergar o mundo, e talvez exista algo genuinamente bonito nisso. Algumas pessoas são encontradas pelos olhos, outras são encontradas pelo destino, mas eu gosto de acreditar que encontrarei você pelo som da sua voz.
Porque entre todas as possibilidades deste mundo imenso, eu espero que, quando chegar a hora, eu também seja a sua primeira escolha.
Domínios Onírico sob visão dos inocentes alienados.
O louco continua louco apenas ganhou contornos de novas alienações.
O passado ecoa numa lembrança quase esquecida
O louco e realizações notáveis da existência da caveira.
Ossos para quem tem fome
Não alimente os frutos da sociedade.
Transformação do ambiente social .
Pois centro estendido é retrato do relativismo brasileiro.
A insanidade não é simplicidade criar novos campos de abandono.
É cuidar da mente da sociedade
Mesmo caótica da metáfora o louco é o alienado e suas grandezas na gaiola.
Loucura é querer tanto alguém .. que é louco por outra pessoa ...ah meus devaneios, minhas paranoias..ainda morro louca, louca de amor por ti meu proibido...
Muitos dias de chuva
Tempo Véio bem louco
Sem poder sair do rancho
Pude juntar uns trocos
E com essa melhorada
Vou pegar a estrada
E numa gauderiada
Por aí retossar um pouco
Quem rotula quem tem esquizofrenia como "louco" ou "perigoso" desconhece a realidade e prefere a ignorância do preconceito ao acolhimento da empatia.
Chamar quem é sensível de louco só expõe a febre do seu próprio egoismo; procure amar as pessoas em vez de condenar a jornada de quem quer vencer.
MUSA DE UM POETA LOUCO!
Um poeta precisa de sua musa
que inspire os seus versos
e transpire todas.emoções.
O poeta é viajante imaginário
que sonha com sua princesa
e beija como um lendário
no perfil de sua tosca fotografia
para entregar pra ela um rosário
sem rumo e sem destinatário.
Seu amor latente noite e dia
Talvez até mesmo sem solução
Um poeta precisa da ilusão
sentir o perfume dela pelo ar
enquanto rolam suas lágrimas
mesmo que ela o desconheça
mas ele precisa de sua musa
para compor assim a sua poesia
Quem sabe termine um dia
como uma bela melodia
entoando nos ouvidos dela.
Ele carrega uma forte ilusão
mesmo fantasias na contramao
aflorando dentro do peito
presença tornando revelação!
Seu sorriso, seus cabelos
seu corpo solto no tempo
onde usa toda imaginação
para desenhar entre palavras
O brilho dos seus sentimentos.
Nas asas ele chega até seu mundo em delírios
descrevendo e formulando sonhos
Na vida mostrando assim
------ a musa desse poeta louco!
No Brasil, as politicas publicas cemitériais e manicomiais, para o acolhimento do morto e do louco, via responsabilidade civil do estado e do governo federal, não existem. Tao pouco a assistência social, humanitária e de cidadania para as famílias sofredoras e vitimadas nas duas ocorrências naturais da vida em sociedade. As administrações anteriores dos cemitérios por parte de entidades religiosas, eram de péssima qualidade e as das clinicas publicas para acolhimento da saúde mental eram campo de torturas, abusos e horrores. Sendo assim, ambas foram erroneamente fechadas e não reformadas para oferecerem, um serviço publico mais humano e cidadão.
