Livre pra poder Sorrir
O tempo não possui o poder mágico de curar, ele é apenas o cronista impiedoso das nossas batalhas perdidas, registrando as feridas que insistimos em maquiar com o falso sorriso da resignação forçada, e a ilusão de que a passagem dos anos apaga a dor é o autoengano mais perigoso. O verdadeiro antídoto contra o veneno do passado não está na espera, mas na ação de mudar as escolhas, de traçar um caminho onde a sua atitude não seja um reflexo do que foi, mas um farol do que será, porque a vida só se transforma quando paramos de ser meros espectadores dos nossos próprios erros.
Existe um Deus que faz morada nas cinzas e tem o poder de ressuscitar o que estava morto, transformando o luto em dança e a tristeza em uma nova melodia de vida. Ele é o Mestre que não risca nada do papel quando os nossos planos falham, pois Seus projetos são mais altos e Seus sonhos para nós são maiores do que os nossos mais ousados rascunhos. A história de vida que parecia ter chegado ao fim é apenas o prelúdio de um novo tempo de graça, onde o que foi perdido será restaurado e o que parecia impossível será a prova viva do Seu poder.
Não se deixe ser a vítima da sua história. Seja o herói que a reescreve, o poder de mudar o enredo está nas suas mãos.
A força não está em gritar, mas na quietude de quem sabe o poder que carrega, o oceano é mais profundo que a onda.
Se quem vive de aparências fizesse o mesmo esforço para poder viver a própria essência existiria menos gente infeliz e recalcada.
A Constituição como Estrutura de Poder
Há países em que a Constituição não opera como fundamento, mas como instrumento. Não nasce de um projeto político coerente, e sim de compromissos acumulados, remendos históricos e concessões feitas para resolver crises imediatas. O resultado é um texto extenso, ambíguo e contraditório uma Constituição que tudo promete e pouco define. Essa ambiguidade não é defeito acidental: ela se converte em método de governo.
Em contextos assim, o Legislativo tende a perder centralidade. Não por ausência formal de poder, mas por comprometimento estrutural. Legisladores produzem normas já prevendo sua própria neutralização futura. Criam leis defensivas, cheias de exceções, conceitos indeterminados e cláusulas abertas, permitindo que o texto constitucional seja continuamente reinterpretado conforme a conveniência do momento político. A lei deixa de ser limite e passa a ser álibi.
Nesse vazio funcional, o Judiciário avança. Inicialmente como árbitro, depois como intérprete máximo e, por fim, como agente político de fato. A Justiça, tradicionalmente concebida como poder contramajoritário, passa a exercer protagonismo contínuo, ocupando espaços deixados por um Legislativo frágil e por um Executivo condicionado. A supremacia jurídica transforma-se em supremacia política.
A Constituição, então, já não é parâmetro estável, mas território em disputa. Seu texto permite múltiplas leituras porque foi concebido assim: aberto o suficiente para acomodar qualquer decisão que se queira justificar. A hermenêutica constitucional substitui o debate político. Decisões fundamentais deixam de ser deliberadas publicamente e passam a ser resolvidas por interpretação técnica, blindada por linguagem jurídica e legitimada pela autoridade institucional da corte.
É nesse cenário que processos eleitorais se tornam contingentes. O calendário democrático deixa de ser um dado objetivo e passa a depender da leitura constitucional vigente. O que deveria ser exceção transforma-se em precedente; o precedente vira jurisprudência; a jurisprudência se naturaliza como normalidade institucional. Não há ruptura explícita há continuidade reinterpretada.
O resultado não é uma ditadura clássica, nem uma democracia plena, mas um regime híbrido, no qual o centro decisório desloca-se do voto para a interpretação. O país passa a ser governado não por programas políticos, mas por entendimentos jurídicos. A soberania popular permanece no texto, mas se enfraquece na prática.
Nesse modelo, o futuro político não é decidido nas urnas, mas nos limites elásticos de uma Constituição que tudo comporta. Se ela é uma concha de retalhos, quem detém o poder real é quem define como os retalhos se encaixam. E, quando a exceção se torna método, a Constituição deixa de proteger a democracia — passa a administrá-la.
2026, nesse sentido, não é um evento imprevisível. É uma consequência lógica.
Não do acaso, mas de uma arquitetura institucional que trocou clareza por conveniência, representação por interpretação, e política por técnica.
Na impossibilidade de poder viver os desejos do coração, resta-me apenas calar o que sinto...mesmo que para mim, calar um sentimento que tão bem me faz, seja sufocar minh'alma ... Me resta entregar ao tempo e deixar que ele, da mesma forma que o trouxe, possa levá-lo...e o vazio da saudade se faça para mim, a árdua companhia da tua ausência.
As palavras têm poder e a forma que nos expressamos nos causa uma serie de coisas...Pode nos levantar ou derrubar...nos emociona ou nos fere. Nos causa dor. Às vezes nem percebemos quando magoamos...Verdadeiramente, é algo que explode dentro da gente...
A fé nos motiva a buscar, conhecer e anunciar a Deus, pois fortalece o poder das nossas realizações.
A nossa identidade, habilidade e liberdade devem estar seladas pelo poder do Espírito de Deus, porque fomos chamados, aprovados e escolhidos por Ele para andar sob a excelência de Sua sabedoria, no cumprimento de Sua vontade.
Palavras têm poder: imagine o que elas fazem na vida de quem precisa e busca pela sua transformação.
Oxalá se todos experimentassem o poder da fé: venceriam grandes obstáculos e ameaças do próprio mundo; pelo contrário, ninguem quer perder tempo para ver se funciona e acaba sendo vencido até pelas próprias mentiras, artimanhas e inúmeras dificudades.
Nada mais leve que ter motivos para sonhar, poder ir além. Isso transforma uma boa parcela da realidade.
Medite mais na alegria do poder da Palavra de Deus do que na pandemia que atravessa os céus para trazer sofrimento, perdas e oportunidades.
No vazio da pausa, o poder se revela sem palavras, sem movimento, sem limites. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon
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