Livre pra poder Sorrir
O amor que existe dentro de cada um de nós, é o nosso maior poder e a nossa maior força para prosseguir.
Duas ferramentas modelam um homem.
A primeira, sem sombras de dúvidas é o Poder. Pois o homem com poder, consegue tudo e todos.
A segunda é o medo.
O homem com medo obedece quem tem o poder.
Ter uma mente poderosa, amparada em Cristo, é uma fortaleza inabalável. Os meus pensamentos precisam estar condicionados aos cuidados de Deus, pois sua direção para a minha vida é a melhor.
Somente corações bem resolvidos têm o poder de compartilhar sonhos. Os mal resolvidos se perdem na própria escuridão, incapazes de ver além.
Se você não criar seu futuro intencionalmente, sua mente recriará tudo o que ela se acostumou a ver no seu passado
Strega
Nas entranhas da noite, ecoa o murmúrio,
Uma mulher de poder, bruxa, em seu retiro.
Amante de si mesma e da natureza,
Sua alma liberta, dança com a beleza.
Entre véus de mistérios, ela se desenha,
Palavras sussurradas, como folhas que se empenham.
No silêncio, seus passos reverberam,
Na dança da lua, seus encantos se aclaram.
Autêntica, feito pássaro que rompe a gaiola,
No coração da floresta, ela se encolhe e se desenrola.
Em sombras, inspiraria a prosa,
Dessa bruxa que se entrelaça com a neblina misteriosa.
Na solitude, ela é sua própria amante,
A teia de seu ser, um laço vibrante.
Sua magia, um eco nos recantos da existência,
Como em si, em palavras, sutilmente intensa.
Nas sombras danço, bruxa poderosa,
No manto da noite, misteriosa.
Feitiços tecidos com fios de lua,
Minha essência, uma chama nua.
Olhos que refletem o breu estelar,
Magia pulsante no ar a pairar.
A noite, em sombras, inspiraria,
A força que em mim se anuncia.
No silêncio, sussurros de encanto,
Mistérios entrelaçados, a quebrar o quebranto.
Entre feitiços e segredos a esvoaçar,
Sou a bruxa que a noite vem buscar.
Sigo trilhas obscuras com passos firmes,
Minha magia, como pássaro que voa sem rédeas.
Minha alma, nas entrelinhas, desvendaria,
A alma da bruxa que a escuridão guia.
Regras morais, pra quem busca o poder, não são aplicáveis ou aceitáveis. Basta olhar para aspirantes aos Governos e logo verá que se eles não são imorais, logo serão, afinal o poder não se curva facilmente às pessoas morais ou gentis.
O poder é impiedoso e você não o terá tendo pena do coitado.
Todos querem ajuda, mas poucos querem se ajudar.
Uma pessoa eticamente poderosa é capaz de julgar situações e pessoas, sem permitir que o sentimento sobreponha a lógica, resguardando, apesar de sua firmeza, a sua gentileza e compaixão na busca de seus objetivos.
Já cheguei a me perguntar, diversas vezes, como pessoas frias, oportunistas e de má índole conseguem tantas vitórias e riquezas... Não conseguia conceber isso. Até que me dei conta de que pode ser justamente pelo fato de elas se preocuparem primeiro consigo mesmas. E por mais egoísta e imoral que isso possa soar, é uma das verdades do mundo. Você gasta tempo, energia e recursos para ajudar aos outros, assim como poderia gastar em prol de si mesmo.
O problema é que muitas vezes ajudamos todos ao nosso redor, não sobra o suficiente para nós mesmos. E por ajudarmos tanto, passamos a imagem de que não precisamos de ajuda. Juntando a rara vontade alheia de ajudar com a falsa percepção de que você não precisa de ajuda, você acaba somente vendo a ascenção de terceiros e nunca a própria.
É só ao entender tudo isso, que surge a necessidade de se fechar pro mundo e focar no auto desenvolvimento e alcance de metas pessoais, ao menos por um tempo, pois você não vai poder continuar sendo uma boa pessoa e ajudar aos outros se não se ajudar de vez em quando. Pensar em si mesmo não é imoral, é a regra da sobrevivência e evolução.
Ser famoso e rico pode ser bom, mas não mais que ser uma boa pessoa. Poder e fama não garantem bondade. Mas, a bondade pode te dar muitas garantias. Uma pessoa genuinamente boa tem posse de alguns grandes poderes.
Enquanto o homem acreditar que o poder é o sentido da vida, não teremos uma sociedade harmonioso, pois a ideia do poder está atrelado a "ter influência", logo há o que influencia e o influenciado, dessa forma, sempre haverá o que pode e os que são submetidos a esse poder.
Eu não sou um fantoche sob controle
Eu cortei as cordas há muito tempo (...)
E agora estou aqui comandando
O poder fascina, embriaga e
enlouquece. Ele escraviza,
acorrenta e domina.
É uma chaga impiedosa,
insensível. É um verme
decompositor.
Há pessoas que nascem pontes.
Elas surgem em meio à vastidão, erguendo-se como frágeis arcos sobre o abismo, oferecendo-se como passagem para os que hesitam à beira do precipício, são aqueles que estendem as mãos quando tudo parece cair, que silenciosamente se colocam entre o caos e a esperança, permitindo o avanço de outros, e fazem isso sem alarde, sem o desejo de aplausos, são a estrada que não se vê, o chão que, mesmo quando trêmulo, ainda assim sustenta.
Essas pontes, essas almas que se curvam para que outros possam caminhar, carregam o peso ingrato de serem notadas apenas pelo desconforto que provocam, são esquecidas, não pela indiferença, mas pela conveniência, os tropeços que causam, pequenos, quase sempre insignificantes, tornam-se o único traço lembrado de sua presença, não são vistas pelo que representam, pelo espaço seguro que proporcionam, mas pelas pedras irregulares que eventualmente ferem os pés de quem as atravessa.
O ingrato é que essas pedras são a natureza da ponte, elas não se alisam com facilidade, são marcas do seu esforço, da sua luta, dos sacrifícios que as moldaram, e mesmo assim, aqueles que passam por elas raramente se voltam para agradecer o caminho que trilharam, ao invés disso, reclamam dos tropeços, o chão áspero é mais fácil de recordar do que a travessia que salvou.
Essas pessoas que se fazem ponte não reclamam, elas entendem, talvez de forma cruel e resignada, que sua função é servir de passagem, não de destino, a travessia, em sua essência, é o que importa, mas há uma dor silenciosa em ser apenas o meio, em ser o suporte que nunca será celebrado, apenas cobrado por cada rachadura ou oscilação, a ponte nunca é glorificada pela jornada que tornou possível, os pés que a cruzam estão sempre apressados demais, preocupados demais consigo mesmos para perceber a vastidão que ela atravessou, o abismo que contornou.
No fim, essas pessoas-pontes se tornam invisíveis, ficam como sombras sobre a água, refletindo o céu que outros desejam alcançar, mas sendo lembradas apenas por seus defeitos, contudo, há uma nobreza nesse esquecimento. Porque no seu silêncio, no seu papel de chão imperfeito, está a verdadeira grandeza, elas são o que sustentam o avanço do mundo, mesmo que o mundo se esqueça de lhes olhar nos olhos.
E assim, enquanto o passageiro segue adiante, com sua ingratidão disfarçada de esquecimento, a ponte permanece, silenciosa, sabendo que sua gratidão é maior, pois a ponte, ao contrário do passageiro, conhece o valor de sustentar o outro mesmo que jamais seja lembrada por tal feito, ela não precisa dos olhos que a veem, mas da firmeza de sua própria essência, pois há grandeza em servir ao destino sem jamais precisar alcançá-lo.
E se, um dia, essas pontes se partirem, se o chão que parecia eterno ceder, então talvez se entenda o valor do que foi perdido, até lá, seguirão sendo o chão elevado! Apenas pedra, apenas passagem.
Todo poder que procura se impor sobre pessoas, instituições e nações, fazendo uso de mecanismos conhecidos ou ocultos de dominação, não é um poder democrático, mas ditador, pois não respeita o princípio do livre arbítrio estabelecido pelo Criador. Até usa o discurso de agir com o fim de proteger as democracias, mas na verdade a está destruindo. O discurso é falso, com o fim de enganar. Todos que assim agem, são lobos vestidos em peles de ovelhas. Melhor, são lobos travestidos de bons pastores, que querem as ovelhas devorar!
Não sou feito de aço,
nem de pedra erguida contra o vento.
Sou o que passa em silêncio,
o que cresce nas sombras,
longe dos olhos que só veem
o músculo tenso, a muralha imponente.
Mas o que é a força, afinal?
Será o grito que se impõe
ou o sussurro que resiste,
a raiz que, sem alarde,
se infiltra nas fendas do chão duro
e ali permanece, paciente,
até que a pedra ceda?
Desprezam-me,
os que se acham donos do mundo,
os que medem o valor
pelo peso que carregam nos ombros.
Mas o que carregam, realmente,
senão o vazio de não entender
que a força também é delicadeza,
que o músculo pode ser frágil
diante do silêncio que dura?
Não sou deles,
nem preciso sê-lo.
A verdadeira força não grita.
Ela cresce,
como a erva que ninguém vê,
até o vento mudar,
e a muralha cair.
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