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Livre para Voar sem Destino

Cerca de 26920 frases e pensamentos: Livre para Voar sem Destino

O livro serve para o que serviu sempre: para criar mente, gente livre.

O perdão foi estratégia de sobrevivência, perdoar não apaga, organiza o futuro, livre ando sem correntes.

A disciplina fez-se hábito benevolente, não me castiga, me emancipou, sou livre porque pratiquei.

Já fui preso ao passado, hoje sou livre na gratidão.

Sou como um canto que nasceu livre, mas aprendeu cedo o peso invisível das próprias grades, não as que se veem, mas as que se sentem no fundo da alma. Há em mim um desejo antigo de voo, desses que não pedem destino, apenas horizonte, mas que se desfazem toda vez que a lembrança me puxa de volta. Minha liberdade mora longe, talvez no tempo em que o peito ainda não conhecia o silêncio imposto pela dor. E mesmo assim, continuo cantando baixo, como quem tenta não esquecer a própria essência, ainda que tudo ao redor insista em aprisioná-la. Porque existem almas que nasceram para o céu, mas aprenderam a sobreviver dentro de gaiolas feitas de saudade.


- Tiago Scheimann

Ser livre é reconhecer que o muro é alto, mas que a nossa capacidade de contemplar o horizonte é o que realmente define a extensão das nossas asas invisíveis.


- Tiago Scheimann

⁠E deixo-te ir, livre como o vento,
Ainda que doa, é tempo de deixar,
Partir, seguir, sem mais tormento.
Adeus, meu amor, que a vida te seja bela,
Nas águas do destino, que encontres tua estrela.
Haverá um dia em que minha lembrança
Pairará suave, depois de meses ou anos,
Talvez sorria ao relembrar, talvez pranto dance,
Memórias de tempos bons, eternos laços humanos.
Te concedo perdão por tudo que se passou,
Não te esqueças da tua grandiosidade interior,
Meu amor, eterno, mesmo que doloroso,
É justo partir, aceitar o tempo, sem rancor.
Que compreendas a pressa da vida em seu curso,
Caminha, vive, sem hesitar, sem temor,
Pois no coração, guardarei amor puro,
Mesmo na distância, uma luz, um fulgor.⁠

⁠Cortou minhas asas,tentando me prender,relutei e fui empurrado do abismo,mesmo em queda livre,me apossei da liberdade.

Sou livre,
Banco minhas escolhas,
Não passo recibo nem mando a conta pra ninguém.

Não pense que amar te aprisiona; mais livre é quem sabe amar.

Deixe o outro livre para escolher, se a escolha for você, e se livrar do resto, faça por merecer.

Do fundo do poço ninguém passa, mas o declínio da queda livre sirva para aprender não despencar outras vezes.

⁠“Não sou estranho — sou livre.”

Sou livre


Sou livre como o vento que aprende teu nome ao passar entre janelas abertas do peito;
não me prendo ao medo, faço do silêncio um céu onde teu riso pousa sem receio.


Sou livre como o rio que aceita suas curvas, beija pedras, sangra margens e segue inteiro; teu amor é ponte, não prisão — nele atravesso sem perder-me.


Sou livre porque amar não é jaula,
é asa confiada ao próprio voo;
se fico, é escolha do coração
que encontra em ti um horizonte,
não um nó.

⁠A vida deveria ser como sorriso de criança…
Livre, feliz e sincera.

O ódio é um vínculo, e eu escolhi ser livre. Se a sombra da ⁠sua maldade não conseguiu apagar a minha luz, é porque a minha essência é governada pelo que carrego no peito, e não pelo que recebo de suas mãos.

Na origem dimensiona damos conta da adversidade dentro da estagnação do espaço o espírito é livre.
A resposta para uma pergunta se torna uma questão.
Quando mais há mais uma resposta temos um choque de realidade.
Mesmo na privação de luz e som, a matéria escura em plano superior ou inferior na presença visual devemos ter olhar profundo e crítico.
Para que seja iluminado o caminho que guie.

Todo homem está predestinado a morrer. Portanto, o livre-arbítrio concedido por Deus é uma falácia da Bíblia.

LIVRE ARBÍTRIO

A pessoa humana vive através de escolhas.
Na infância, geralmente as escolhas são feitas pelos pais, contudo, quando começa a adquirir liberdade para seus atos, a própria pessoa começa a escolher.
A pessoa pode escolher alimentos que podem ser bons ou ruins para seu organismo, ingerir bebidas alcóolicas em demasia, fumar, usar drogas ilícitas, sabendo que podem ser prejudiciais.
É a própria pessoa quem escolhe se irá viver sozinha ou com alguém, se constituirá família, o namorado ou a namorada, o companheiro ou a companheira, o esposo ou a esposa, se terá filhos, a forma de criação destes.
O trabalho é escolhido pela pessoa, assim como o local de moradia, tendo liberdade de mudar quando quiser e se tiver oportunidade.
Se a pessoa tiver força de vontade e se esforçar, estudará o curso que desejar.
A religião pode ter sido escolhida pelos pais na infância, mas a pessoa pode fazer nova escolha posteriormente, até não seguir nenhuma religião.
Os estabelecimentos, bares e locais de lazer, para comprar ou frequentar, são escolhidos pela própria pessoa.
Cabe à pessoa decidir se irá ter e/ou dirigir veículo, habilitada para tal ou não.
Quando se deparar com alguma dificuldade, inclusive doença, a pessoa poderá desistir ou procurar resolvê-la, ainda que não consiga.
A pessoa pode escolher amar ou odiar, praticar o bem ou o mal, ser alegre, ainda que esteja sofrendo, ou chorar.
Cabe à própria pessoa buscar a felicidade, se é infeliz, mediante escolhas.
Até a morte e enquanto tiver discernimento, cabe à própria pessoa fazer suas escolhas, por mais simples que sejam, e sempre poderá dizer sim ou não, aceitar ou recusar.
Portanto, a pessoa humana tem o livre arbítrio, assim, deve pensar bem ao fazer suas escolhas, pois será através delas que colherá frutos bons ou ruins, imediatamente ou no futuro.

Doce Prazer da Queda Livre, publicada em 2024 por Michel F.M. (pseudônimo de Bruno Michel Ferraz Margoni), é uma obra poética que explora a entrega aos processos de transformação e a aceitação da vulnerabilidade humana. [1, 2]


Análise Temática e Estilo
A obra se insere em um contexto de produção intensa do autor, que frequentemente aborda temas como a reinvenção do ser e a superação de crises. [1, 2]


A Metáfora da Queda: O título sugere uma mudança de perspectiva sobre o fracasso ou a perda de controle. Em vez de medo, a "queda" é apresentada como um movimento de libertação ou um "doce prazer", onde o indivíduo deixa de resistir à gravidade dos acontecimentos para encontrar fluidez.


Dualidade e Contraste: Michel F.M. utiliza frequentemente oposições em seus títulos e textos (como na sua Trilogia Coleção Opostos). Em Doce Prazer da Queda Livre, o oxímoro entre o "prazer" e a "queda" reflete a busca por beleza em momentos de instabilidade.


Estilo Poético: Sua escrita é marcada por reflexões existenciais curtas, por vezes cáusticas, que buscam extrair lucidez de um mundo caótico. O autor transita entre a poesia lírica e a crítica social, característica também vista em seus projetos como Revolesia. [1, 2, 3, 4, 5]


Sobre o Autor


Michel F.M. é um autor multidisciplinar com formação em História, Artes Visuais, Filosofia, Educação Física e Comunicação Social. Essa base diversificada influencia sua poesia, que mistura conceitos de movimento (físico e existencial) com uma análise profunda da condição humana.


Ele é um autor ativo em plataformas de autopublicação como o Clube de Autores, e Palco MP3 onde disponibiliza grande parte de sua vasta produção de mais de 900 composições. [1, 2]