Limpar a Casa
Vamos Orar?
Querido Deus obrigado por mais um dia de vida, pela minha família ,pela minha casa,pelas bençãos recebidas!
Obrigado pelo seu amor,ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte eu não temerei mal algum,porque sei que tu estás comigo! A tua destra me sustenta e me faz prevalecer! Ainda que eu cai,tropece sei que tu sempre irá me levantar,porque tu conheces meu coração e sabes do que preciso! Sei também que mal nenhum se achegará a minha tenda porque o Senhor me guarda,porque o Senhor não dorme nem cochila,Livra me Deus de tudo que não te agrada,porque hoje o meu prazer é somente te louvar ,te amar ,te bendizer! Venho através dessa simples oração me derramar em tua presença e sei que tu me ouviras porque um coração quebrantado e contrito o Senhor não despreza! Desde já eu te agradeço pelas bençãos recebidas em nome de Jesus
Amém
Regresso devagar ao teu sorriso como quem volta a casa.
Faço de conta que não é nada comigo.
Distraído percorro o caminho familiar da saudade,
pequeninas coisas me prendem,
uma tarde num café, um livro.
Devagar te amo e às vezes depressa,
meu amor, e às vezes faço coisas que não devo,
regresso devagar a tua casa,
compro um livro, entro no amor como em casa.
"A dúvida é um hóspede barulhento, mas a fé é o dono da casa que, em silêncio, apenas tranca a porta do medo."
A música me trazia lembranças de casa, lembranças de amigos. Além de tudo, é bom chorar: às vezes, é preciso.
Como eu poderia explicar de modo que ele entendesse? Eu era uma concha vazia. Como uma casa vazia, por meses sem ninguém – uma casa condenada –, eu era completamente inabitável. Agora havia algumas melhorias. A sala da frente estava em reformas. Mas era só isso – só um cômodo pequeno. Ele merecia alguém melhor – melhor do que uma casa em ruínas com um cômodo só. Nenhum investimento dele poderia me deixar funcional outra vez.
Loucuras Incabíveis
O início da loucura...
Pessoas unidas numa casa,
Amigos, conhecidos, desconhecidos
Uma dupla, um trio, um quarteto...
alguém só...
mas todos juntos...
Líquidos unem pessoas.
Vontades soltas e contidas ...
definem a consequência dos fatos...
ir ou não ir?!
eis a questão imposta...
Ficando ou não
os líquidos permanecem a unir pessoas....
apenas o círculo aumenta...
cresce e se amplia para a cidade.
Mas junto com este crescimento do espaço unido,
as vontades aumentam...
sem saber alguns que este é apenas um prólogo...
O que esta por vir,
nem os líquidos de uma louca noite anterior conseguiram impedir.
Uma loucura desmedida..
que a aparência do ânimo tentava criar a ilusão...
mostrando um desanimo que não existia.
Segue-se caminho rumo a liberações e desprendimentos de vontades,
vontades imersas em líquidos abundantes...
vai, não entra, volta...
são as convenções...
ninguém quer ser o primeiro a adentrar o cenário,
volta, liquido e vai
agora já esta liberado o cenário...
e tudo começa a acontecer....
o ar começa a incomodar...
o corpo a se movimentar
e a multidão se une...
são tantas loucuras sem cabimento...
sou incapaz de descrevê-las
pois assim me contradiria,
se realmente coubessem aqui...
O tempo começa a enlouquecer ...
começa a correr como um insano...
se esquece das vontades...
das chaves perdidas...
chaves que abrirão e permitirão o abandono do cenário...
Mas há ainda no cenário uma louca perdida...
Líquidos nas mãos em vidro.
A chave faz cessar o choro,
numa casa vizinha...
porque o cenário deixou de existir...
Entram duas....
estranhamente entram dois...
Conhece-se um ...
desconhece-se outro...
mas nada impede a vontade até então...
Liquido, fumaça, corpo, fogo, pensamento...
são os simples elementos que compõem
aquele universo...
Mãos perdidas, dentes soltos....
um problema...
uma explosão...
o sol cega, esquenta e já não dá para ficar parado...
o toque do compromisso mais uma vez adiado insiste em incomodar...
Dois expulsos....
Largados e abandonados ...
Em plena cidade acordada...
um modo de comunicação entregue...
vai e volta ...
e já não mais dois
já não há mais liquido...
só resta a insonia e as lembranças...
loucuras contidas...
e a tentativa de compreender algo que não pode ser compreendido...
só restava saber algo...
que a louca perdida na festa estava agora amarrada...
numa cama de hospital...
sem lenço, sem documento....
sem sapatos
e que um desconhecido...
descia do ônibus,
para um encontro com céu e mar...
Hoje eu estou triste, mas só um pouco,
Passam da meia noite, todos na casa já adormeceram.
Estou sozinha de novo.
Meus pensamentos são aleatórios.
Sinto tanto, sinto muito, não sinto por não ter tido, sinto por não sentir nada mais.
É confuso eu sei, como sempre ...
Os anos passam, e o vazio não some.
Não é fome, não é por falta de amor.
Falta entusiamo, falta cumprir tudo aquilo que prometo dentro da minha cabeça na noite anterior.
Mas amanheceu, e ele apareceu de novo, me agarrou pelas pernas que a fizeram pesar, apertou minha cabeça que a fizeram doer, desânimo, vá embora!
Não gostaria que fosse diferente, mas também não quero que seja igual.
Meu mundo não é ruim, minha vida também não, eu sou a confusão.
Esta tudo "muito" aqui dentro.
É isso.
No mundo, casa-se com a pessoa que se ama. Eu escolhi amar a pessoa com quem me casei! Este é o segredo de um casamento feliz!
Essa casa é assombrada
Esse guarda-roupa guarda
muito do que não deveria mais existir
Eu da pior forma me protejo,
Finjo que esqueço e me escondo,
Ando sem querer olhar para trás e fujo
Mas às vezes não
Às vezes sinto que superei
Às vezes acho que aprendi a lidar
Abro duas portas do guarda-roupa
Sento-me da beirada da cama
Olho para ela e vejo um horizonte
Resolvi destrancar a terceira gaveta
No fundo um envelope cheio
Sabia que devia viver longe
Um envelope cheio de sentimentos demais
Demais, demais para mim
Sem abrir minha cabeça já transborda lembranças
Vi a antiga foto no quadro decorado azul
Senti um vazio avassalador
Meu peito oco ecoou seu nome e doeu
A caixinha de alianças
Irônico abri-la e ver apenas uma
Deveria simbolizar união e não solidão
Aliança de prata e ouro que não brilha
Na parte de dentro tem gravado você
Igual a mim, igualzinho em mim
Em meio a tantos papéis escritos
Cartas e desenhos bonitos
Declarações e planos esquecidos
Um frasco com sobejos do perfume
Senti o aroma que me arrepia os pelos,
corta alma e me fura os olhos
Minha testa encosta lentamente na divisória das portas
Agora dói muito mais forte o peito
Minhas mãos se fecham e a visão vai ficando turva
Essa é a gaveta que eu por anos ignorei
Esses são os vestígios que eu tanto hesitei
Essas são as lágrimas que eu tanto guardei
Não, eu não sou materialista
Tanto que todas as outras gavetas estão vazias,
só a terceira mesmo que permanece intacta
Jogo tantas coisas fora,
e cada vez mais me impressiono
como as suas vão ficando
Enxugo os olhos e encho o peito de ar
Vou deixar assim cheio para esquecer o vazio
Guardo tudo de volta exatamente como estava
Eu não consigo sempre evitar
São raras às vezes que paro para pensar
Mas quando paro, sinto saudade...
Eu entendi que nunca irá mudar
Não me permita respirar
Não deixe meu peito esvaziar...
Indepedência é muito mais do que comprar um carro e sair de casa. É não depender das opiniões das pessoas, não viver por ninguém, se desligar das tendências, mas principalmente crescer.
- Você não o precisa de nada para ser você mesmo!
Para Franz Kafka
Fui destinado à solidão
A vagar sozinho pela casa
Às vezes, no meio da noite,
Procuro respostas para a metafísica do absurdo.
Sou mulher para sair, para ficar em casa, para namorar, para ser solteira, para rebolar, para gritar, para calar, para lutar. Aliás, eu sou o que eu quiser!
Em algum lugar tem pessoas rindo e outras chorando.
Em algum lugar tem uma casa de janelas douradas enfeitadas com estrelas .
Em algum lugar tem gatos no telhado molhado.
Não só aqui chove ..em.algum lugar chove pedra e em outros chove poeira.
Uns com fome.e outros com vontade de comer pudim.
Tem muitos escrevendo e outros apenas pensando.
Em algum lugar tem gente tentando entender e escrever sobre tudo que acontece neste mundo insano.
Cordel - Lampião na casa de massagem
Lampião rei do cangaço, matador um cabra macho, cansou-se de Maria e foi a vida aproveitar..
Foi na casa de massagem onde não tem mulé direita, enrabichou-se com uma sujeita e quase num sai de lá..
A tal sujeita é Juliana, menina boa de cama que pegou Lampião de um jeito e não queria mais largar..
Juliana só falava: "Hoje eu te mato seu cabra", Lampião pulou ligeiro pra arredar o pé de lá..
Amirou sua espingarda e começou a prosear: "aqui sou rei do cangaço e só eu posso matar"..
Deu dois tiro em Juliana vestiu a roupa e saiu, amontou no primeiro jegue que viu e começou a pensar..
Nesta terra sou o cão, já matei pra mais de mil e não vai ser essa menina com uma chave de pipiu que vai um dia me matar.
